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Flybondi revela como será o reinício de suas operações a partir de Ezeiza

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Luis Neves

Flybondi revela como será o reinício de suas operações a partir de Ezeiza

Nesta semana, a diretoria da Flybondi, concedeu uma entrevista ao Contato Radar com revelações sobre o reinício de suas operações previstas para dezembro. Entretanto, será a partir do aeroporto internacional de Ezeiza (EZE) e não El Palomar (EPA).

A companhia ultra low-cost, travou uma batalha judicial pelo direito de continuar a prestar seus serviços a partir do aeroporto El Palomar. O aeroporto, que também é de baixo custo, é fundamental para a Flybondi para oferecer passagens mais baratas.

De acordo com a companhia, a mudança para Ezeiza poderá afetar os valores cobrados por suas passagens. Fazendo assim um reajuste de 10% de custo nas operações, afetando portanto, o seu propósito em oferecer seu diferencial.

Na Argentina, muitos passageiros com passagens compradas para o mês de dezembro, ficaram preocupados depois que a única aeronave que restava no país, decolou no último sábado (14) para a Cidade do México.

A partida do Boeing 737-800, matrícula LV-HFR, levou a companhia aérea a esclarecer que anteciparam a manutenção programada do jato. Portanto, o LV-HFR estará realizando o Check C no centro de manutenção da Mexicana de Aviación.

Entretanto, enquanto estiver no México, a Flybondi ativará seu plano de recuperação de frota. Garantindo o retorno do Boeing 737-800, matrícula LV-HKN, sendo incorporado à frota em breve. Será avaliado posteriormente, a incorporação de outras aeronaves previstas para meados de 2021 até 2022.

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Os planos da Flybondi, será de reiniciar suas operações em dezembro deste ano, priorizando a reativação de sua malha doméstica primeiramente. Contudo, dependerá da demanda em conjunto com a progressiva reabertura do turismo.

Em relação a retomada dos voos internacionais para o Brasil deverá acontecer de forma gradual a partir de julho de 2021. A companhia estava operando com voos regulares para Porto Alegre (POA), Florianópolis (FLN), São Paulo (GRU) e Rio de Janeiro (GIG).

Atual situação da frota da Flybondi

  • Boeing 737-800 matrícula LV-HKS, “Nelson”

Foi adquirido em dezembro de 2017, sendo o primeiro integrante da frota da companhia. Em agosto de 2020 foi devolvido ao lessor. Atualmente a aeronave encontra-se no Parque Marana Pinal, nos Estados Unidos, onde está preservado.

  • Boeing 737-800 matrícula LV-HFR, “Arturo”

Segundo membro da frota, foi incorporado em fevereiro de 2018. Esse jato foi utilizado para voos de carga e repatriamento durante a pandemia. Permaneceu na Argentina até o último sábado (14). Atualmente, está realizando manutenção programada no MRO da Mexicana de Aviación na Cidade do México.

  • Boeing 737-800 matrícula LV-HKR,”Hari”

Terceiro integrante da frota, foi recebido em fevereiro de 2018, e retornou ao lessor em junho de 2019, sendo substituído pelo Boeing 737 LV-HKN. Desde dezembro de 2019 está operando pela Southern Air, a serviço da Amazon Prime Air.

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  • Boeing 737-800 matrícula LV-HQY, “Valkyria”

O quarto integrante da frota, incorporado em abril de 2018, retornou ao lessor em julho de 2020.

Atualmente encontra-se estocado e preservado no Parque Marana Pinal, nos Estados Unidos.

  • Boeing 737-800 matrícula LV-HFQ, “Max”

O quinto integrante da frota, foi entregue a empresa em junho de 2018, e retornou ao lessor em maio de 2020. Foi o responsável pelo primeiro voo regular ao Brasil, entre El Palomar e Rio de Janeiro.

Atualmente, encontra-se estocado e preservado no Aeroporto Internacional de Tucson, nos Estados Unidos.

  • Boeing 737-800 matrícula LV-HKN, “Sonic”

Sexto integrante da frota, incorporado em julho de 2019 em substituição do LV-HKR.

Desde o mês de agosto, encontra-se no Aeroporto Internacional de San Antonio, nos Estados Unidos, preservado a disposição da empresa .

Cada aeronave entregue a Flybondi, recebia o nome de batismo de animais de estimação através de concursos pelas redes sociais. O sorteado, ganhava um ano de viagens grátis e seu mascote dava seu nome a uma das aeronaves da companhia.

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Casa Verde e Amarela, novo MCMV, deve ser votado nesta quarta; conheça mudanças

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Fernando Frazão/Agência Brasil

Câmara deve votar nesta quarta o Casa Verde e Amarela, substituto do Minha Casa Minha Vida

A Câmara dos Deputados deve votar nesta quarta-feira (2) a medida provisória (MP) que cria o programa Casa Verde e Amarela, substituto do Minha Casa Minha Vida. O relator da matéria, deputado Isnaldo Bulhões (MDB-AL), manteve o teor da proposta original do governo e fez alguns ajustes no texto. Entre eles, permite que o Executivo possa alterar por decreto o valor máximo dos imóveis financiados e as faixas de renda das famílias. Caso seja aprovada, a proposta precisará também do aval do Senado.

Para reduzir a burocracia, o relator incluiu também na MP do programa Casa Verde e Amarela a criação de um fundo para criar uma plataforma digital que permitirá o registro eletrônico de imóveis,  sem custo para as famílias beneficiadas.

Desenhado pela equipe do ministro do Desenvolvimento Regional (MDR), Rogério Marinho , o programa amplia o acesso à moradia nas regiões Norte e Nordeste, com juros mais baixos em relação às demais regiões e inclui na política habitacional reforma de imóveis e escritura de terrenos.

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A meta do presidente Jair Bolsonaro , que mira as eleições em 2022 e busca ampliar o apoio na região Nordeste, é construir mais 350 mil unidades, atingindo 1,6 milhão em quatro anos, considerando obras em andamento do programa Minha Casa Minha Vida . Também faz parte do plano regularizar dois milhões de moradias e reformar 400 mil casas no período.

Uma das novidades em relação ao Minha Casa Minha Vida é a redução nos juros, que hoje variam entre 5% e 5,5% ao ano. As regiões Norte e Nordeste serão as mais beneficiadas pelos cortes.

Nessas localidades, a taxa cairá em até 0,5 ponto percentual para famílias com renda de até R$ 2 mil mensais e 0,25 pp para quem ganha entre R$ 2 mil e R$ 2,6 mil. Assim, o percentual ficará em 4,25% ao ano e, nas demais regiões,  em 4,5%.

Além dos juros menores, o Norte e o Nordeste terão ainda outros benefícios, como uma parcela mais abrangente de famílias beneficiadas, com rendimento de até R$ 2,6 mil ao mês, contra R$ 2 mil das demais regiões.

O programa mantém o FGTS como principal fonte de recursos dos financiamentos e passará a atuar com regularização fundiária, em parcerias com estados e prefeituras. Serão beneficiadas famílias com renda de até R$ 5 mil que moram em núcleos urbanos informais fora de áreas de risco.

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Em outra frente, o programa vai permitir reforma e ampliação do imóvel, como construção de telhado, quarto extra, banheiro, instalações elétricas ou hidráulicas, colocação de piso e acabamentos em geral. Também poderão ser instalados equipamentos de aquecimento solar ou eficiência energética. Os recursos para as obras virão do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS). 

O Casa Verde e Amarela prevê três grupos de renda familiar, com condições variadas (juros, subsídios, acesso à regularização fundiária e reforma do imóvel): a mais baixa, com renda de até  R$ 2 mil e R$ 2,6 mil nas regiões Norte e Nordeste (grupo 1);  de até R$ 4 mil (grupo 2) e até R$ 7 mil (grupo 3).

O novo programa deixou de fora a faixa de renda mais baixa do Minha Casa Minha Vida, de até R$ 1,8 mil. Nesta faixa, o imóvel é praticamente doado, o beneficiário paga prestações simbólicas. O governo alega que não tem recursos orçamentários.

Os empreendimentos contratados pelo programa anterior terão continuidade. A MP não acaba com o Minha Casa Minha Vida. Ele será extinto à medida em que as obras forem concluídas.

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Cai em 2019 pessoal ocupado nas administrações estaduais e distritais

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O pessoal ocupado nas administrações direta e indireta estaduais e distritais caiu 4,6% em 2019, em relação ao ano anterior, atingindo 2.983.603 pessoas, contra 3.128.944 em 2018. Do total de pessoas ocupadas em 2019, 85,4% estavam vinculadas à administração direta, enquanto 14,6% à administração indireta. Os dados constam da Pesquisa de Informações Básicas Estaduais 2018/2019 (Estadic), divulgada hoje (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os servidores estatutários lideraram na administração direta dos estados e distritos (80,6%) no ano passado, bem como na administração indireta (44,2%), embora com redução ante os números de 2018 (82% e 51,7%, respectivamente). As maiores proporções de estatutários na administração direta foram registradas em Minas Gerais (96,8%), no Rio de Janeiro (94,8%) e Rio Grande do Norte (94,0%), e as menores em Mato Grosso (59,3%), na Paraíba (58,2%) e no Espírito Santo (56,7%).

A participação do pessoal sem vínculo permanente subiu de 13,8%, em 2018, para 15,4%. Os empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) representavam apenas 0,5% do total de ocupados em 2018, e 0,4% em 2019.

Na administração indireta, os estatutários não eram maioria em todas as unidades, apresentando maiores proporções nos estados de Alagoas (86,2%), Mato Grosso do Sul (82,8%), do Paraná (79,2%) e Amazonas (70,2%). As menores proporções, em contrapartida, foram observadas na Paraíba (28,4%), em Sergipe (27,9%), no Rio Grande do Sul (25,4%) e em São Paulo (18,1%), que também apresentaram as maiores proporções de celetistas (41,5%, 41,1%, 53,5% e 77,8%, respectivamente).

Os empregados celetistas passaram de 27,9% (112.367), em 2018, para 35,4% (153.945), em 2019; enquanto os sem vínculo permanente, de 9,1% (36.747), em 2018, para 10,2% (44.424), em 2019; e os somente comissionados, de 7,8% (31.462), em 2018, para 6,1% (26.344), em 2019.

Internet

Todas as unidades da Federação disseram ter usado internet no ano passado, enquanto 24 informaram ter utilizado telefone, exclusivo ou não, como forma de atendimento à população. As exceções foram o Piauí, Alagoas e Mato Grosso. Em 2019, os governos estaduais aumentaram a quantidade de serviços disponibilizados na internet, com expansão por parte da maioria dessas administrações.

Os serviços ofertados pelo maior número de estados foram informativos estaduais e notícias; diário oficial, legislação estadual e finanças públicas; acesso a documentos; informações sobre licitações; ouvidoria e serviços de atendimento ao cidadão; download de documentos ou formulários. Entre os serviços menos ofertados aparecem agendamento de consulta na rede pública de saúde; pesquisa de satisfação relacionada aos serviços prestados pelo estado; matrícula escolar na rede pública online.

Todos os estados tinham, no ano passado, perfil nas redes sociais, com destaque para o facebook e instagram (26 estados cada), youtube (22 unidades federativas) e Twitter (21). Os 27 estados utilizaram as redes para postar notícias sobre os governos (27); divulgar serviços ou campanhas (26); responder a comentários ou dúvidas dos cidadãos (24). A atualização era feita quase diariamente ou na mesma semana.

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Oito unidades da Federação disponibilizaram conexão wi-fi para os cidadãos, na capital e em outros municípios, em 2019. São eles o Pará, Rondônia, o Maranhão, Piauí, São Paulo, Minas Gerais e o Distrito Federal. Quatro estados tinham wi-fi disponibilizada apenas na capital, enquanto 15 não disponibilizaram esse serviço. Oito estados tinham programas ou ações de inclusão digital por iniciativa exclusiva do governo estadual; 15 informaram ter programas inclusivos em parceria e quatro não desenvolveram nenhum programa de inclusão digital.

Governança

Esta foi a primeira vez que os técnicos do IBGE investigaram a governança na Estadic. A conclusão da pesquisa é que todos os estados tinham estrutura de governança e pessoal, que se dedicava ao tema de controle geral. Do total, 22 dispunham de secretaria exclusiva para a controladoria geral. A gerente de pesquisas da Coordenação de População e Indicadores Sociais do IBGE, Vânia Pacheco, destacou que em todas as unidades da Federação, a estrutura de controle interno foi criada por instrumento legal, “ou seja, por decreto ou lei”.

Em 2019, todas as unidades federativas tinham leis específicas para garantir o acesso da população às informações. “Isso significou um avanço em relação a 2014”, comentou a gerente. Em 2014, 21 estados tinham legislação, contra todas as 27, em 2019. Todas as legislações instituíam prazo de resposta e procedimentos de classificação de informação sigilosa no âmbito estadual.

Segurança

Os estados do Acre, Amapá, Pará, Ceará, Rio Grande do Norte, de Minas Gerais e Mato Grosso do Sul tinham secretarias de Segurança Pública junto com Defesa Social e Justiça. Em todas as unidades federativas, as polícias Civil e Militar e o Corpo de Bombeiros integravam as estruturas de segurança.. Em 14 unidades, além das instituições citadas, também fazia parte da Secretaria de Segurança o Detran; em dez estados, a Administração Penitenciária; e, em 5, a Defesa Civil. Nove estados informaram não ter Conselho de Segurança Pública.

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Vânia Pacheco observou que o estado do Rio de Janeiro, em 2019, foi o único que não informou ao questionário do IBGE os quesitos referentes à gestão da política de segurança pública. “Só foram prestadas no questionário, pelo estado do Rio de Janeiro, as informações com relação à Polícia Militar e à Polícia Civil”. Ofício foi enviado pelo governo fluminense há 15 dias, colocando-se à disposição do órgão, mas a pesquisa já estava fechada.

Na Polícia Militar, o efetivo diminuiu de 425.248, em 2014, para 416.923 profissionais, em 2019, divididos 89% para agentes do sexo masculino e 11% feminino. Os maiores percentuais de efetivo feminino da PM em 2019 foram encontrados no Amapá (22,8%) e em Roraima (17,1%), contra os menores no Ceará (3,8%) e Rio Grande do Norte (2,4%). Doze estados não tinham plano de normatização da PM.

Na Polícia Civil, a diferença entre policiais do sexo feminino e do sexo masculino era menor em 2019: 27,6% e 72,4%, respectivamente. O efetivo da Polícia Civil no ano passado registrou 117.228 profissionais, com diminuição ante 2014 (117.642). O maior percentual de policiais civis mulheres foi encontrado no Rio Grande do Sul (38%¨) e, o menor, no Piauí (15,8%).

Enquanto em 14 Unidades da Federação as polícias militares declararam registrar ocorrências de forma manual e automatizada, as ocorrências na Polícia Civil eram registradas total ou parcialmente de forma informatizada em todos os estados, dependendo da localidade.

Todos os estados disseram ter conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente, de Direitos da Pessoa Idosa e de Direitos da Pessoa com Deficiência. Mas o conjunto desses conselhos era encontrado somente na Paraíba, no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Rio Grande do Sul. Roraima foi o único estado que declarou não ter estrutura para tratar especificamente da política de direitos humanos em seu território. 

Edição: Graça Adjuto

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