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Caixa paga auxílio emergencial a 3,4 milhões neste domingo; veja quem recebe

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Agência Senado

Caixa deposita auxílio emergencial a 3,4 milhões de brasileiros neste domingo (22)

A Caixa Econômica Federal realiza, neste domingo (22), o pagamento de R$ 1,1 bilhão do  auxílio emergencial para 3,4 milhões de brasileiros nascidos em janeiro do Ciclo 5. Como o calendário é dividido entre depósitos e saques, esse grupo de pessoas precisará aguardar até 19 de dezembro para sacar o dinheiro.

Desse total, 157,5 mil receberão R$ 103,6 milhões referentes às parcelas do auxílio emergencial de R$ 600. Os demais, 3,2 milhões, receberão as parcelas do auxílio emergencial extensão, de R$ 300, em um montante de R$ 1 bilhão.

A partir desta data, os valores já podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem para pagamento de boletos, compras na internet e pelas maquininhas em mais de um milhão de estabelecimentos comerciais.

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O benefício criado em abril pelo governo federal foi estendido até 31 de dezembro por meio da Medida Provisória (MP) nº 1000. O auxílio emergencial extensão será pago em até quatro parcelas de R$ 300 cada e, no caso das mães chefes de família monoparental, o valor é de R$ 600.

Não há necessidade de novo requerimento para receber a extensão do auxílio. Somente aqueles que já foram beneficiados e, a partir de agora, se enquadram nos novos requisitos estabelecidos na MP, terão direito a continuar recebendo o benefício.

Confira os calendários do Ciclo 5

Depósitos

  • 22 de novembro: nascidos em janeiro;
  • 23 de novembro: nascidos em fevereiro;
  • 25 de novembro: nascidos em março;
  • 27 de novembro: nascidos em abril;
  • 29 de novembro: nascidos em maio;
  • 30 de novembro: nascidos em junho;
  • 2 de dezembro: nascidos em julho;
  • 4 de dezembro: nascidos em agosto;
  • 6 de dezembro: nascidos em setembro;
  • 9 de dezembro: nascidos em outubro;
  • 11 de dezembro: nascidos em novembro; e
  • 12 de dezembro: nascidos em dezembro.
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Saques e transferências

  • 19 de dezembro: nascidos em janeiro;
  • 19 de dezembro: nascidos em fevereiro;
  • 4 de janeiro de 2021: nascidos em março;
  • 6 de janeiro de 2021: nascidos em abril;
  • 11 de janeiro de 2021: nascidos em maio;
  • 13 de janeiro de 2021: nascidos em junho;
  • 15 de janeiro de 2021: nascidos em julho;
  • 18 de janeiro de 2021: nascidos em agosto;
  • 20 de janeiro de 2021: nascidos em setembro;
  • 22 de janeiro de 2021: nascidos em outubro;
  • 25 de janeiro de 2021: nascidos em novembro; e
  • 27 de janeiro de 2021: nascidos em dezembro.

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Confiança cresce em 22 de 30 setores industriais em novembro, diz CNI

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Levantamento divulgado hoje (25) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta crescimento do otimismo em 22 de 30 setores industriais no mês de novembro. Entre os mais confiantes estão os setores de produtos de borracha, com 68,2 pointos em uma escala de zero a 100; produtos de madeira (66,2); metalurgia (66); couros e artefatos de couro (65,7); e máquinas e equipamentos (65,6).

Já os que se mostraram menos confiantes foram os de obras de infraestrutura (54 pontos); produtos farmoquímicos e farmacêuticos (54,5); móveis (57,5); impressão e reprodução de gravações (57,8); e produtos alimentícios (59,3).

Os números compõem o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI). Valores acima de 50 pontos indicam confiança do empresário.

Segundo a CNI, “as maiores altas ocorreram em biocombustíveis, que cresceu 10,1 pontos frente a outubro, couro e artefatos de couro, com elevação de 8,3 pontos no período, e equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos, com alta de 4,4 pontos.”

Já as maiores quedas ocorreram nos setores de móveis, que apresentou retração de 5,3 pontos, e de farmoquímicos e farmacêuticos, que reduziu em 4,4 pontos.

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De acordo com o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, os resultados mostram que os empresários estão confiantes e “tendem a aumentar a produção, as contratações e os investimentos”.

O ICEI ouviu 2.307 empresas entre 3 e 12 de novembro. Dessas, 885 são pequenas, 839 médias e 583 grandes.

Edição: Valéria Aguiar

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Contas externas têm saldo positivo de US$ 1,47 bilhão

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As contas externas registraram saldo positivo em outubro pelo terceiro mês seguido, informou hoje (25), em Brasília, o Banco Central (BC). O superávit em transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do Brasil com outros países, chegou a US$ 1,473 bilhão, o primeiro saldo positivo no mês desde 2006 (US$ 1,494 bilhão).

Em outubro de 2019, houve déficit em transações correntes de US$ 8,052 bilhões.

Neste ano, as contas externas tiveram saldo positivo mensal em seis meses: abril, maio, junho, agosto, setembro e outubro.

De janeiro a outubro, as transações correntes tiveram déficit de US$ 7,588 bilhões contra o saldo negativo de US$ 42,938 bilhões em igual período de 2019.

Em 12 meses encerrados em outubro, o déficit chegou a US$ 15,3 bilhões (1,04% do Produto Interno Bruto – PIB -, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país), ante US$ 24,9 bilhões (1,64% do PIB) até setembro deste ano.

Balança comercial

Em outubro, as exportações de bens somaram US$ 17,958 bilhões e as importações, US$ 13,144 bilhões, resultando no superávit comercial de US$ 4,814 bilhões, contra US$ 1,803 bilhão no mesmo mês do ano passado. 

De janeiro a outubro, o superávit comercial chegou a US$ 41,540 bilhões, ante US$ 32,496 bilhões do mesmo período de 2019.

Serviços

O déficit na conta de serviços (viagens internacionais, transporte e aluguel de equipamentos, entre outros) atingiu US$ 1,637 bilhão em outubro, ante US$ 3,653 bilhões em igual período de 2019. 

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Nos dez meses do ano, o saldo negativo chegou a US$ 17,045 bilhões, resultado menor que o registrado de janeiro a outubro de 2019, de US$ 29,246 bilhões.

Viagens internacionais

O resultado das viagens internacionais – que fazem parte da conta de serviços – ficou negativo em US$ 103 milhões, contra US$ 1,044 bilhão em outubro de 2019.

O saldo de viagens internacionais é formado pelas receitas de estrangeiros no Brasil, no valor de US$ 181 milhões, e os gastos de brasileiros no exterior, de US$ 284 milhões. De janeiro a outubro, as despesas superaram as receitas em US$ 2,132 bilhões, contra o saldo também negativo de US$ 9,845 bilhões em igual período de 2019.

As viagens internacionais têm sido afetadas pelas restrições de entrada e saída em vários países e pelas medidas de isolamento social, necessárias para o enfrentamento da pandemia da covid-19, e pela alta do dólar.

Rendas

Em outubro, o déficit em renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) chegou a US$ 1,859 bilhão contra US$ 6,331 bilhões no mesmo período de 2019. De janeiro a outubro, o saldo negativo ficou em US$ 34,096 bilhões, ante US$ 47,295 bilhões em igual período do ano passado.

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A conta de renda secundária (gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) teve resultado positivo de US$ 154 milhões contra US$ 129 milhões em outubro de 2019. Nos dez primeiros meses do ano, o resultado positivo chegou a US$ 2,013 bilhões ante US$ 1,106 bilhão em igual período de 2019.

Investimentos

Os ingressos líquidos em investimentos diretos no país (IDP) somaram US$ 1,793 bilhão no mês passado, ante US$ 8,221 bilhões em outubro de 2019.

De janeiro a outubro, o IDP chegou a US$ 31,914 bilhões, ante US$ 57,615 bilhões nos dez meses de 2019. Nos 12 meses encerrados em outubro de 2020, o IDP totalizou US$ 43,5 bilhões, correspondendo a 2,94% do PIB, em comparação a US$ 49,9 bilhões (3,29% do PIB) acumulados em 12 meses no mês anterior.

Em outubro, os investimentos em carteira no mercado doméstico totalizaram ingressos líquidos (descontadas as saídas) de US$ 5,471 bilhões, dos quais US$ 2,671 bilhões em títulos de dívida e US$ 2,799 bilhões em ações e fundos de investimento.

Nos dez meses de 2020, houve saídas líquidas de US$ 21,603 bilhões contra o resultado também negativo de US$ 872 milhões, em período similar do ano passado.

Edição: Kleber Sampaio

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