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Covid-19: Brasil registra 6 milhões de casos

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O número de casos de covid-19 no Brasil passa de 6 milhões, Nas últimas 24 horas, foram registrados 38.397 novos casos da doença, totalizando 6.020.164. Ontem (19), o sistema marcava 5.981.767 casos acumulados.

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil 20/11/2020Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil 20/11/2020

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil 20/11/2020 – 20/11/2020/Divulgação/Ministério da Saúde

O total de mortes pela doença atingiu 168.613 desde o início da pandemia. Entre ontem e hoje, as autoridades de saúde registraram mais 552 óbitos em função de infecções por coronavírus. Ontem, a totalização estava em 168.061 mortes pela doença causada pelo novo coronavírus. Ainda há 2.176 óbitos em investigação.

O balanço foi divulgado pelo Ministério da Saúde na noite desta sexta-feira (20). A atualização é feita a partir de informações levantadas pelas secretarias estaduais de saúde em relação a casos e mortes por covid-19.

Ainda conforme o balanço da pasta, há 429.449 pacientes em acompanhamento, e 5.422.102 já se recuperaram da doença.

Em geral, o número de casos é mais baixo aos domingos e segundas-feiras em função da dificuldade de alimentação de dados pelas secretarias estaduais de Saúde. Já às terças-feiras, os números podem subir mais em função do acúmulo de registros atualizado.

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Estados

Os estados com mais mortes pela covid-19 são São Paulo (41.179), Rio de Janeiro (21.938), Minas Gerais (9.688), Ceará (9.477) e Pernambuco (8.899).

As Unidades da Federação com menos óbitos pela doença são Acre (711), Roraima (720), Amapá (787), Tocantins (1.147) e Rondônia (1.515).

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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Rio volta a ter fila por leitos de UTI para Covid-19 pela 1ª vez desde junho

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Paciente em leito hospitalar
Agência Brasil

Aumentos de internações em São Paulo e Rio de Janeiro apontam indícios de uma segunda onda da Covid-19

Pela primeira vez desde junho a rede SUS da cidade do Rio de Janeiro possui mais pessoas na fila por uma vaga de UTI para Covid-19 do que leitos disponíveis. Nesta terça-feira, segundo a secretaria municipal de Saúde, há 513 pacientes internados em leitos de terapia intensiva na rede pública da capital — que inclui leitos de unidades municipais, estaduais e federais, atingindo uma ocupação de 93%. Há, no entanto, 73 pessoas aguardando transferência para algumas das 39 vagas restantes.

Apesar de divulgar a taxa de ocupação e o número de pacientes internados na rede SUS o município não informou a quantidade de leitos totais de UTI, sugerindo procurar o governo do estado e o Ministério da Saúde sobre a quantidade de vagas que cada ente administra na capital

Ainda segundo a secretaria municipal de Saúde, a taxa de ocupação nos leitos SUS de enfermaria é de 70%. Já nas unidades geridas pela prefeitura, a ocupação na terapia intensiva é de 97% das 271 UTIs.

Pela quinta semana consecutiva, o estado apresentou uma alta no pedido de internações para pacientes com Covid-19. Um levantamento do jornal O Globo com dados da Secretaria estadual de Saúde mostra que, na última semana epidemiológica — entre os dias 15 e 21 de novembro — , as unidades de toda a rede SUS do Rio pediram vagas para 1.044 pessoas com suspeita ou caso confirmado de coronavírus.

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A procura por leito na rede saltou 93% em quatro semanas: entre 18 e 24 de outubro, tinham sido requisitadas 540 vagas. O quadro constatado pelo jornal foi o que levou as autoridades federais, estaduais e municipais a deflagrarem nesta segunda-feira um plano de ação rápida, em que suspendem cirurgias eletivas — desde que não sejam oncológicas ou bariátricas, entre outras — e ofertam mais 214 vagas para pacientes com a doença.

RJ tem 8º dia de aumento na média móvel de casos e mortes

Estado do Rio registrou 113 mortes e 2.145 novos casos do novo coronavírus nesta terça-feira, de acordo com a última atualização feita pelo governo estadual. Com isso, a média móvel chega ao oitavo dia em alta, com tendência de aumento no contágio da doença.

O crescimento de 216% na média móvel de óbitos, na comparação com duas semanas atrás, é o maior índice desde o dia 20 de abril, auge da pandemia. Ao todo, são 340.833 infectados e 22.141 vidas perdidas em todo o território fluminense desde o início da pandemia, em março.

Nesta terça, a capital concentrou 75% das mortes (85) registradas e 45% dos casos (961). Ao todo, a cidade do Rio soma 132.349 infectados e 13.064 vítimas da doença desde março.

Com os dados atualizados, a média móvel passa a ser de 95 mortes e 1.537 casos. Em comparação com duas semanas atrás, há uma subida de 43% na média móvel de casos e de 216% na média móvel de mortes, o que, por estar bem acima de 15%, indica um cenário de aumento no contágio da doença, pelo oitavo dia seguido.

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Nos dias 6, 8, 9 e 10 de novembro não houve atualização no número de mortes, de acordo com o governo, em função de um problema no sistema do Ministério da Saúde, já solucionado. Este fato ainda pode influenciar no cálculo da média móvel durante alguns dias. No entanto, mesmo que os números tivessem sido preenchidos naquelas datas, seguindo a tendência diária daquele momento, ainda assim, seria observado um aumento.

A análise dos dados foi feita a partir do levantamento do consórcio de veículos de imprensa, que reúne informações das secretarias estaduais de Saúde.

Anúncio de testagem em massa

O governador em exercício do Rio de Janeiro, Claudio Castro, anunciou nesta terça-feira (24) a testagem em massa entre as ações de combate à Covid-19 no estado.

Segundo Castro, o governo estadual pretende divulgar nos próximos dias onde vão funcionar os postos de diagnóstico precoce, que vão contar com exames de imagem e os testes RT-PCR.

O governador em exercício também confirmou que vai se reunir com as prefeituras da Região Metropolitana para aumentar o número de vagas oferecidas nos hospitais.

Entre as justificativas para o aumento dos indicadores da doença no Rio, na última semana, Castro considerou que a realização do primeiro turno das eleições municipais, no último dia 15, pode ter influenciado na disseminação do novo coronavírus.

Fonte: IG SAÚDE

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Ribeirinhos recebem lanchas ambulância no interior do Amazonas

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Cerca de 1,4 mil famílias de 42 comunidades ribeirinhas das reservas de desenvolvimento sustentável (RDS) do Rio Negro e Puranga Conquista e da Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Negro, no interior do estado do Amazonas, receberam 11 canoas e cinco lanchas ambulância, conhecidas como “ambulanchas”, para auxiliar no atendimento de saúde dos ribeirinhos. Também foram entregues kits de itens médicos e 2,5 mil litros de combustível.

A doação dos equipamentos foi feita pela Fundação Amazonas Sustentável (FAS) com apoio da Embaixada da França no Brasil. Os recursos foram levantados pela Aliança Covid-Amazonas, que visa minimizar os impactos da pandemia nas comunidades, articulada pela FAS com 112 parceiros, entre os quais empresas privadas, governos e pessoas físicas.

“Em muitas dessas comunidades, o acesso é difícil. Na maioria das vezes, é necessário um transporte rápido e adequado para que a pessoa, que está acometida de alguma doença, seja covid ou consequência dela, possa chegar rapidamente ao centro urbano”, destacou a superintendente de Desenvolvimento Sustentável da FAS, Valcleia Solidade.

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O presidente do Fórum Permanente em Defesa das Comunidades Ribeirinhas (FOPEC), Daniel Araújo, disse que a infraestrutura para o transporte de pacientes, principalmente os moradores das proximidades dos rios, era precária, e precisava ser melhorada. 

Segundo Araújo, para o deslocamento de um paciente, era preciso unir forças, mobilizar a comunidade inteira para tentar um bote rápido, buscar a gasolina de um e de outro e cooperar entre si para operacionalizar o transporte. “Isso muitas vezes sem sinal de celular”, ressaltou.

Agente comunitária de saúde que trabalha há nove anos na região, Ivanilde Campos de Souza contou que já se deparou com situações extremas e muitas vezes fatais por causa das viagens arriscadas em barcos improvisados. “Teve o caso de uma família que enfrentou um temporal daqueles de madrugada para levar o filho doente de lancha até a cidade, mas, infelizmente, a criança não resistiu e morreu.”

A Fundação Amazonas Sustentável é uma organização não governamental (ONG) brasileira, sem fins lucrativos, criada em 2008 por uma parceria entre o banco Bradesco e o governo do estado do Amazonas. Posteriormente, passou a contar com o apoio da Coca-Cola Brasil (2009), do Fundo Amazônia (2010) e da Samsung (2010).

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Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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