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Sabará fala sobre saída do Novo: retaliação em briga de liberais e bolsonaristas

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Presidente do partido Novo, João Amêdo, e ex-candidato à Prefeitura de São Paulo Filipe Sabará


A expulsão de Felipe Sabará, o ex-candidato à prefeitura de São Paulo pelo Novo, no último dia 21 , foi o pivô da abertura de um racha político no partido de direita que se coloca como defensor de políticas liberais. Sabará alega perseguição por apoiar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e, em entrevista ao iG, reclamou de retaliação.


No dia 25 de outubro, Sabará teve a candidatura indeferida pelo TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) após a Justiça acatar pedido do partido, que justificou a desistência da vice na chapa, Maria Helena, para suspender a campanha. O ex-candidato foi expulso sob acusação de fraudar o currículo com um suposto curso de Relações Internacionais na FAAP, que foi desmentido pela instituição. O Novo realiza processos seletivos para escolher os seus candidatos. 

A saída de Sabará está no centro de uma  disputa interna na legenda , levantada pelo próprio ex-candidato expulso, que alega ser perseguido pelos dirigentes da sigla – integrantes da ala liberal – por conta do seu apoio ao governo do presidente Jair Bolsoaro (sem partido).

“Fui expulso do Partido Novo por não aceitar ser obrigado a pensar como um dos fundadores, João Amoedo , que ataca o Presidente Bolsonaro o tempo todo (no Twitter). E defendi as boas ações do governo federal, sempre que entendi que deveria”, declarou em nota enviada à imprensa.

Antes mesmo da expulsão, Sabará já havia sido alvo do movimento interno de pré-candidatos a vereador em São Paulo que não apoiavam a sua candidatura. Os postulantes ao Legislativo Municipal criaram um grupo no Whatsapp intitulado ” Tentando Salvar o Novo ” em que o ex-candidato era duramente criticado por seu alinhamento ao governo federal.

Um dossiê apócrifo com acusações contra o ex-candidato à Prefeitura de São Paulo circulou nos grupos de WhatsApp do partido neste período. Além do apoio a Jair Bolsonaro, Sabará foi duramente reprimido  por filiados, como o presidente João Amôedo e o deputado estadual de São Paulo Heni Ozi Cukier, ainda no início da campanha como pré-candidato, por eleger Paulo Maluf – de perfil punitivista e conservador que relembram Bolsonaro – como o melhor prefeito da história da capital paulista.

A ala bolsonarista capitaneada por Sabará não se manifestou publicamente em defesa das posições do candidato. As críticas feitas ao ex-filiado indicam que os dirigentes do partido são frotalmente contra o apoio ao governo federal para além da agenda liberal do ministro da Economia Paulo Guedes . Eventuais defesas ao ex-candidato e a Jair Bolsonaro poderiam gerar retaliações internas.

A economista Maria Helena, vice de Sabará na chapa dissolvida, comentou as divergências internas no partido em seu discurso de desistência da candidatura:  “Eu queria deixar um agradecimento muito especial ao Felipe Sabará e ao partido Novo. Eu sei que nesses últimos tempos existem diferenças entre eles, mas sei que eles compartilham o mesmo propósito que me trouxe à política, que é transformar a vida das pessoas através de valores liberais e do combate à corrupção”.

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Apesar de enfrentar o bolsonarismo dentro da organização política, o partido Novo é um dos 12 partidos que compõem a base aliada do governo e possuem alinhamente praticamente instântaneo aos textos enviados pelo Executivo ao Legislativo.

Segundo o Índice de Governismo dos Parlamentares, desenvolvido pelo Radar do Congresso, plataforma de coleta de dados do Congresso em Foco, o Novo votou de acordo com a orientação do governo em aproximadamente 90% das votações nominais.

Os dados foram obtidos com base no levantamento dos votos registrados em 347 votações nominais realizadas entre fevereiro de 2019 e fevereiro de 2020, na Câmara. O Novo não possui senadores eleitos.

“Medo de retaliação”

Sabará encaminhou o seu pedido de desfiliação apresentado ao partido na última quinta-feira (29)  Procurado pela reportagem, respondeu às perguntas feita pelo iG via Whatsapp.

Na carta enderaçada aos diretórios nacional, estadual e municipal do Novo, o ex-filiado afirmou ter sido alvo de um “processo inquisitório, que desrespeita a liberdade de expressão, o devido processo legal, o direito de defesa, o contraditório, a presunção de inocência, a dignidade da pessoa humana”.

Muitos não se manifestam com medo de retaliação . Eu enfrentei e decidi falar o que penso”, disse Sabará em entrevista ao iG . “A questão é falar do presidente. O Amoêdo crítica o tempo todo. Se for contra (as posições do Amoêdo) sofre retaliação”, revelou.

Os dirigentes me alertavam o tempo todo a não elogiar nada do Bolsonaro “, complementa.

Em outro trecho da carta de desfiliação, Sabará reitera a perseguição sofrida por se posicionar em defesa do governo federal dissonantes: 

 “Não é porque um partido se chama Novo que suas ações serão modernas. A Nacional do  Partido Novo tem revelado velhas práticas , postura  autoritária e violadora dos mais básicos compromissos  constitucionais”.  

O iG procurou os representantes dos diretórios nacional e paulista do Novo para ouví-los sobre a existência de racha de facções ideológicas dentro do partido, bem como sobre as declarações de Filipe Sabará, mas nenhum dos acionados retornou o contato.

Análise

O doutor em ciência política pela USP e professor do Insper, Leandro Consentino, de 34 anos, repercutiu os impactos do bolsonarismo na política partidária e o que o racha do partido Novo pode indicar para o futuro das siglas de direita em uma entrevista que você confere abaíxo:

  1.  Filipe Sabará foi expulso do partido Novo sob acusações de fraudar o currículo. Ele se defende dizendo que é perseguido pelos dirigentes do partido, que não apoiam o governo Bolsonaro, como ele faz. Desde então, surgem evidências de uma ala bolsonarista no Novo. Quais são os riscos da figura de Jair Bolsonaro para a política partidária? Já que ele consegue criar rachas em partidos (como PSL, NOVO e até o PSDB) sem nem mesmo pertencer a essas siglas.

     É preciso olhar a floresta em vez da árvore. A gente vive um momento em que as siglas estão muito enfraquecidas, independente do Jair Bolsonaro. Nesse contexto que a gente vive desde 2013, mas que foi intensificado pela operação Lava Jato e pelas eleições de 2018, as siglas se enfraqueceram muito. Certamente, a presença de um presidente da República que desdenha dos partidos, porque ele se elegeu em cima de uma máquina de aluguel, que era o PSL, e depois com a mesma velocidade que construiu esse PSL o dinamitou e implodiu , e depois prometeu criar o próprio partido, só pode acabar criando um ambiente que prejudica os partidos políticos. Mas, os próprios partidos têm responsabilidade muito forte nisso, no sentido de não se mostrarem mais conectados com a representação que deveriam ter no século XXi. Muitos jovens, independente do Bolsonaro, não se vêem representados pelas forças partidárias do Brasil, e não é por falta de opção. A própria dinâmica e a pouca transparência que eles têm afasta muito mais as pessoas dos partidos políticos do que deveriam em uma democracia em consolidação como a nossa

  2.  O que esse racha no partido novo – entre a ala liberal     tradicional de Amoêdo e os bolsonaristas – pode representar? 

    O racha do partido Novo pode representar que não existe um único partido. O Novo tinha uma mensagem interessante, no sentido de procurar ser uma direita de tipo liberal, que o Brasil carece – o Brasil nunca teve e não tem ainda uma direita de tipo liberal consolidada – e o partido Novo vinha prometendo isso, mas a medida em que o partido foi operando a gente percebeu que há uma prevalência muito forte de setores mais conservadores e menos liberais. Esse racha mostra que esses setores conservadores têm uma voz importante de boa parte da militância do que do que propriamente esse corte liberal, à despeito de terem vencido essa batalha no âmbito da expulsão do Filipe Sabará, pelo menos do ponto de vista de quem se pronuncia mais. Essa batalha entre o lado mais conservador e o lado mais liberal ainda não está definida. Vamos ter que assistir os próximos episódios e é disso que se tratar: mostrar se a orientação dessa direita formada no partido Novo é uma direita mais de tipo liberal ou conservador.

  3. Quais são os impactos para a direita ao contar com um líder como o Bolsonaro, que mais cria cisão do que aglutina as    lideranças  para fortalecer o campo?
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 No longo prazo, a presença do Bolsonaro nessa raia da direita como a grande liderança acaba sendo prejudicial à própria direita. A direita liberal perde claramente, porque não tem alguém liberal pautando o debate, e as pessoas vão colocar toda a direita no mesmo bolo quando tiverem que rechaçar esse rótulo e essa figura. Os conservadores também acabam perdendo porque o Bolsonaro também não é alguém que tem convicções conservadoras o tempo todo. Pode soar estranho, mas dá para notar que ele é muito mais pragmático do que conservador, basta pensar na indicação dele para a Suprema Corte. Muitos esperavam um juiz conservador, mas veio um Kassio Nunes. Muitos esperavam que outras indicações dele se pautassem nessa área, ou que pelo menos ele brigasse por essa pauta de costumes e ele joga ela e deixa de lado. Bolsonaro cria muito mais balões do que de fato banca essas pautas. No longo prazo, os próprios conservadores terão uma decepção, maior com o Bolsonaro já estão tendo. A figura de um outsider como ele, de alguém que é muito mais pragmático e pensa muito mais na sobrevivência política do que na ideologia para pautar as suas políticas públicas, acaba enfraquecendo a própria direita, muito mais do que ela esperava com a liderança do Jair Bolsonaro.

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Comissão que acompanha caso João Alberto realiza audiência nesta sexta-feira

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A comissão externa que acompanha as ações de investigação da morte de João Alberto, espancado até a morte numa unidade do supermercado Carrefour, realiza audiência pública nesta sexta-feira (27) com o tema “Análise do caso João Alberto – olhares sobre as investigações”.

Paulo Pinto/FotosPublicas
Direitos Humanos - Negros - negro - manifestação - vidas negras - Manifestação realizada em São Paulo contra o assassinato de João Alberto em Porto Alegre
Manifestação na Avenida Paulista pede justiça

Participam da reunião virtual:
– o professor Adilson Moreira, doutor em Direito Constitucional pela UFMG com estágio em Yale;
– a advogada Alessandra Benedito, professora e pesquisadora em Gênero e Raça no Mercado de Trabalho;
– o juiz de direito do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro André Luiz Nicolitt;
– a advogada da Uneafro Beatriz  Lourenço do Nascimento;
– a procuradora federal Chiara Michelle Ramos;
– o advogado e pesquisador Cleifson Dias;
– a procuradora do Ministério Público do Trabalho de SP Elisiane dos Santos;
– o professor da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) Felipe Freitas;
– a defensora pública do Estado de São Paulo Isadora Brandão;
– a juíza do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul Karen Luise Vilanova Basita  de Souza;
– a defensora pública do Rio de Janeiro Lívia Casseres;
– a promotora de Justiça do Ministério Público do Estado da Bahia Lívia Sant Anna Vaz;
– a defensora Pública da União Rita Cristina de Oliveira;
–  a coordenadora da Comissão de Direitos Humanos da OAB-SP Sheila de Carvalho;
– o professor e filósofo Sílvio Luiz de Almeida, doutor em Direito e presidente do Instituto Luiz Gama;
– o professor de Direito e Relações Internacionais da Fundação Getúlio Vargas Thiago de Souza Amparo; e
– a professora e coordenadora-adjunta de graduação em Direito da PUC-RJ Thula Pires.

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O evento será realizado às 11h30 no plenário 5 e terá transmissão interativa.

Da Redação – AC

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Debatedoras pedem verba para ampliar conectividade de escolas e garantir ensino híbrido em 2021

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Reprodução/TV Câmara
Lúcia Dellangello em debate sobre a conectividade nas escolas
Lúcia Dellagnelo: menos de 30% das escolas públicas têm estrutura para o ensino híbrido

É preciso garantir pelo menos que as escolas brasileiras tenham estrutura suficiente em 2021 para que o modelo híbrido de ensino possa ser oferecido aos alunos, que precisarão aprender não apenas os conteúdos do ano que vem, mas recuperar conteúdos deste ano perdidos por conta da pandemia de Covid-19.

Essa foi a defesa feita pela diretora-presidente do Centro de Inovação para a Educação Brasileira, professora Lúcia Dellagnelo, durante debate sobre o projeto (PL 3477/20) que prevê a garantia de serviços de internet de qualidade a estudantes da escola pública. A proposta determina que o dinheiro para essa política pública venha do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust).

A deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO), uma das autoras do projeto em discussão e coordenadora da Frente Parlamentar Mista da Educação, afirma que é preciso aproveitar o momento em que o País opera sob o chamado “orçamento de guerra”, por causa da pandemia, e garantir esses recursos para a conectividade.

“Nós chamamos o Fust de ‘fruste’, porque quando ele foi criado, em 2001, nós tínhamos uma expectativa muito grande de que esse recurso pudesse ajudar, na época, as escolas, a conectividade, a comunicação. Hoje, o fundo tem cerca de R$ 32 bilhões a R$ 36 bilhões, e esse dinheiro nunca foi utilizado para nada, a não ser superávit primário“, explica a deputada.

“E nós precisamos enfrentar e aproveitar o ‘orçamento de guerra’ para dar esse apoio. Porque também é nosso olhar de que as redes municipais e estaduais estão muito sós”, disse Professora Dorinha.

Reprodução/TV Câmara
Professora Dorinha Seabra Rezende em debate sobre a conectividade nas escolas
Professora Dorinha: precisamos aproveitar o orçamento de guerra para apoiar as escolas

Segundo dados levados por Lúcia Dellagnelo à audiência, menos de 30% das escolas públicas brasileiras possuem estrutura considerada intermediária, que permitiria o ensino híbrido, ou seja, parte presencial, parte remota. Mas, segundo a diretora do Centro de Inovação para a Educação Brasileira, não seria um custo impeditivo para garantir, rapidamente, a ampliação desse percentual.

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“Não são números impossíveis, na casa de milhões por escola. Uma escola pequena, por exemplo, que já tenha um laboratório de informática, com R$ 30 mil por ano de investimento é possível que ela passe para o nível intermediário e seja capaz de oferecer esse ensino híbrido”, declarou.

De acordo com Dellagnelo, a experiência internacional demonstra que as escolas que já estavam preparadas para o ensino híbrido conseguiram garantir rapidamente os equipamentos necessários para alunos mais carentes, também fora do ambiente escolar.

Prioridade
A diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Cláudia Costin, ressaltou que, apesar de a pandemia ter pego o mundo de surpresa e o País não estar preparado para o ensino a distância, 82% dos municípios conseguiram dar alguma resposta nesse sentido.

Ela concorda que a solução mais rápida talvez passe por equipar as escolas para o ensino híbrido. “Se a gente tiver que fazer uma escolha do ponto de vista fiscal, de priorização, eu colocaria todas as fichas em equipar as escolas com maior conectividade”, defendeu. “Nós podemos rapidamente construir uma solução não para todos os alunos terem os seus equipamentos em casa, esse seria o mundo ideal, mas pelo menos as escolas todas estarem no nível intermediário é algo factível.”

Amazônia
A secretária da Educação de Manaus (AM), Kátia Schweickardt, comentou sobre as dificuldades no município, localizado em meio à floresta, com 245 mil alunos em 500 escolas, sendo algumas delas indígenas, outras bilíngues.

Para ela, o aprendizados obtidos com as experiências deste ano, e as diferenças regionais, devem ser levados em conta. “A gente, de modo muito pioneiro, com a parceria da secretaria de Estado, veiculou aulas e atividades por TV aberta. Isso foi muito importante, já que o custo da conectividade é muito elevado para o ensino híbrido em determinadas regiões.”

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Desigualdades
Relatora do projeto que destina recursos para o acesso gratuito à internet de alunos e professores de escolas públicas, a deputada Tabata Amaral (PDT-SP) ressaltou a urgência da proposta, pois alguns professores e alunos ainda não poderão voltar às aulas presenciais no ano que vem, por fazerem parte do grupo de risco.

Reprodução/TV Câmara
Tabata Amaral em debate sobre conectividade nas escolas
Tabata Amaral: devemos apresentar uma solução para a desigualdade educacional no País

Ela destacou a importância de garantir o acesso de todos à educação. “O Banco Mundial lançou um estudo recente e estimou que cinco meses sem educação por causa do coronavírus pode gerar uma perda de dez meses de aprendizado. Sendo que os alunos brasileiros são aqueles que estão há mais tempo sem acessar as aulas presenciais.”

“Então, de fato, é um desafio gigantesco, a gente está vendo o aprofundamento da desigualdade educacional e, neste momento, esse é um dos temas mais importantes que todos nós, como ativistas pela educação, devemos enfrentar e apresentar uma solução pra ele”, disse a deputada.

A secretária de Educação Básica do Ministério da Educação, Izabel Lima Pessoa, disse que o projeto em discussão é importante, mas defendeu a aprovação de outra proposta, que já passou pela Câmara dos Deputados e está no Senado, e cria a Política de Inovação Educação Conectada (PL 9165/17). Segundo ela, esse texto é mais abrangente e cria uma política de “forma mais orgânica”.

Sobre esse tema, a deputada Tabata Amaral disse que os projetos não são excludentes, mas considerou esse último mais complexo e difícil de aprovar até o final do ano. Para ela, a proposta que garante recursos do Fust para a conectividade de alunos e professores está “mais ao nosso alcance”.

O debate sobre conectividade nas escolas foi realizado nesta quarta-feira (25), por meio de videoconferência. Confira a íntegra do debate

Reportagem – Paula Bittar
Edição – Pierre Triboli

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