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Último Boeing 747 da Virgin Atlantic decola de Heathrow e realiza seu voo derradeiro

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Guilherme Dotto

Último Boeing 747 da Virgin Atlantic decola de Heathrow e realiza seu voo derradeiro

O último Boeing 747 da Virgin Atlantic decolou de Heathrow (LHR) pela última vez por volta de 12h40 horário local de Londres. O voo VIR840 está cumprindo neste momento a rota LHR-LAS, marcando o voo final da companhia com o Jumbo.

O G-VROS tem pouso em Las Vegas previsto para aproximadamente 16h00 horário local. É possível acompanhar a aeronave em tempo real pelo FlightRadar24, (CLICANDO AQUI) .

Com a “Rainha dos céus” deixando a Virgin e indo voar na Atlas Air, a companhia fica sem nenhum Boeing 747 em sua frota. Com número de série 30885, o quadrimotor de 19,7 anos irá se juntar aos aproximadamente 70 jatos da companhia norte americana.

Com a partida do Jumbo da Virgin, significa que o Aeroporto de Heathrow em Londres não terá mais aeronave a Boeing 747 operando por nenhuma companhia britânica transportando passageiros, já que a British retirou seus últimos 2 747 de operação no dia 08/10.

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Confira como foi a despedida dos últimos 747 da British em Heathrow (CLICANDO AQUI) .

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Guedes nega ‘briga’ com TCU e admite fixar meta para as contas públicas em 2021

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José Cruz/Agência Brasil

Ministro Paulo Guedes admitiu pela primeira vez possibilidade de fixar meta para as contas públicas em 2021

O ministro da Economia, Paulo Guedes negou nesta quinta-feira (3) que haja uma ‘briga’ entre a equipe econômica e o Tribunal de Contas da União (TCU) e admitiu, pela primeira vez, que o governo pode fixar uma meta para o resultado das contas públicas em 2021. A chamada meta fiscal de 2021 é flexível, o que vem gerando críticas do TCU e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

“Agora, a economia se firmando e voltando, nós já teremos possibilidade, vamos conversar com o TCU sobre isso, de rever as previsões de receitas e aí podemos então anunciar uma meta”, disse Guedes .

Mais cedo, Maia criticou a estratégia do governo de adotar uma meta fiscal flexível no Orçamento e disse que o resultado do PIB do terceiro trimestre foi “baixo” por causa da “desorganização do governo” .

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Em abril, o governo decidiu adotar uma meta flexível como resultado das contas públicas no próximo ano. Isso ocorreu porque, para 2021, os técnicos da equipe econômica estão com dificuldades para fazer projeções, tendo em vista as incertezas do cenário causada pela pandemia, em que as previsões mudam a cada semana.

Para evitar revisões consecutivas do número caso a economia tenha um desempenho diferente do que o previsto hoje pelo governo, a decisão foi adotar uma meta flexível, que deve ser atualizada a cada dois meses, sem necessidade de autorização do Congresso. A autorização prévia dos parlamentares para essa mudança está no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2021, que traz os parâmetros para o Orçamento, e que ainda não foi votado.

“No início do ano, houve um colapso da atividade econômica, com a pandemia, era muito difícil fazer estimativas das receitas. As receitas caíram. Com a queda das receitas, ficava muito difícil dizer qual era o déficit. Nós simplesmente botamos uma meta de gastos para respeitar o teto de gastos e caindo a receita nós ficamos com uma meta flexível”, disse Guedes.

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Em outubro, porém, o TCU aprovou um alerta ao governo federal sobre a ausência de uma meta fiscal fixa no projeto da LDO de 2021. Segundo o tribunal, ao não definir esse indicador, o governo poderá desrespeitar a Constituição Federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal.

“Não há nenhum problema entre o Ministério da Economia e o TCU. O TCU é um parceiro confiável. Ele está sempre examinando nossas contas, nos ajuda. O que aconteceu foi o seguinte: quando nós enviamos a LDO, o Brasil ainda estava em meio à pandemia. Naquela ocasião, você não podia estimar ainda as receitas, você tinha que continuar com a meta flexível para o ano que vem, tanto que o próprio TCU tinha se manifestado de que só em 2022 voltariam as metas”, pontuou o ministro.

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Retrocesso no Plano SP deve reduzir crescimento do comércio em dezembro

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Agência Brasil

Comércio Natal
Rovena Rosa/Agência Brasil

Comércio de São Paulo deve ter crescimento de 1%, aponta FecomercioSP

Dezembro deve registrar crescimento de 1% nas vendas do comércio paulista na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo estimativas da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). O estudo considera o retrocesso do estado à fase Amarela do Plano São Paulo, anunciada pelo governo estadual na última segunda-feira (30).

Para a Fecomercio-SP, se o 13º salário seguisse os padrões do ano passado e o auxílio emergencial do governo federal por conta da pandemia se mantivesse com o valor inicial de R$ 600,00, o crescimento das vendas do comércio poderia chegar a 10%.

“Enquanto em 2019 as famílias paulistas gastaram R$ 15,3 bilhões do valor do 13º salário, agora no consumo a previsão é que o montante seja de R$ 10,3 bilhões, ou seja, R$ 4,9 bilhões a menos na economia, o que significa uma redução de 32,4%”, disse a instituição.

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Destaques positivos e negativos

Segundo a pesquisa, o aumento de 1% nas vendas do comércio paulista no fim deste ano deve ser liderado pelas lojas de materiais de construção (crescimento de 43%) e de autopeças e acessórios para veículos (25%). Os supermercados também devem faturar mais (15%) ante dezembro do ano passado.

Entre os destaques negativos, figuram lojas de roupas e calçados, que vão vender 37% a menos do que em dezembro de 2019, e concessionárias de veículos: queda de 14%.

“A melhora de 1% nas vendas se deve também ao fato de que os preços de produtos geralmente para presentes de Natal cairão 2,48% em 2020. Enquanto itens como computadores (19,7%), jóias (17,01%) e televisores (11,36%) estão mais caros, os artigos de vestuário situam-se 6,81% mais baratos, mesma situação dos brinquedos (-8,14%)”, explicou a entidade.

Com menos dinheiro no mercado, o comércio paulista deve faturar, ao fim do mês, R$ 79,2 bilhões contra R$ 84,2 bilhões de dezembro de 2019.

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