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“Hotéis do amor” são acusados ​​de discriminar gays no Japão

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Andia/Alamy Stock Photo

Um motel na área de Shibuya, em Tóquio


Em maio deste ano, no auge da primeira onda do novo coronavíru s,  um casal gay de Amagasaki, oeste do Japão, pensou que iriam aliviar o tédio do isolamento social do país com uma ida a um hotel do amor , onde parceiros pagam por estadias curtas para ter relações sexuais.


Mas, em vez de um tempo para relaxar, o casal nem chegou até a porta de seu quarto. “A recepcionista foi muito educada”, disse um dos homens ao site Kobe Shimbun. “Ela apenas disse que homens com homens não são permitidos.” A tentativa de encontrar um quarto em outro motel próximo também acabou em decepção. Mas, desta vez, a linguagem era abertamente homofóbica .

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“Homens gays não usam as instalações de maneira adequada”, disse a recepcionista, sem explicação. “Foi um caso claro de discriminação”, disse o homem, que não teve a identidade divulgada. 

Ele e seu companheiro, que têm a união civil reconhecida pela prefeitura local, não estão sozinhos. Enquanto os milhares de hotéis do amor no Japão recebem milhões de casais heterossexuais em busca da privacidade e intimidade que lhes é negada em casa, os casais gays dizem que são frequentemente rejeitados.

Os dois hotéis em Amagasaki foram multados depois que o casal apresentou uma queixa, levando as autoridades a ordenar que parassem de discriminar hóspedes do mesmo sexo. 

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Menina de 11 anos resgata tubarão em praia na Tasmânia; veja o vídeo

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O tubarão ficou preso entre rochas durante uma maré baixa.
Reprodução/ABC News

O tubarão ficou preso entre rochas durante uma maré baixa.

Em Hobart, capital da Tasmânia, uma jovem de 11 anos resgatou um tubarão draughtboard australiano (Cephaloscyllium laticeps) na praia de Kingston Beach, na última quarta-feira (18). As informações foram dadas pelo UOL .

O tubarão ficou preso entre rochas durante uma maré baixa, e a menina, chamada Billie Rea, conseguiu desencalhar o animal.

Abby Gilbert, a mãe da menina, disse que foi a própria filha que notou o tubarão na praia e decidiu resgatá-lo.

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A jovem pegou o animal com as mãos e o deixou em um local mais fundo.

“Nós o vimos nadar e ficamos com ele até que o perdemos de vista. Foi um momento lindo”, disse a mãe de Billie Rea .

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Ataque zumbi? Abatidos, visons com Covid-19 “retornam dos mortos” na Dinamarca

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Visons
Reprodução/Twitter

Por conta da cova rasa, corpos dos animais acabaram emergindo e dando início aos memes

O que mais falta acontecer em 2020? Depois de enfrentar uma pandemia, a volta de doenças até então extintas, o crescimento de grupos como os antivacinas e os terraplanistas, e outros momentos inusitados e bizarros, o ressurgimento dos corpos inchados de  visons que foram abatidos na Dinamarca deu início à uma brincadeira nas redes sociais sobre uma “infestação zumbi”.

No início do mês de novembro, a Dinamarca informou que isolaria algumas regiões do país por conta de um surto de Covid-19 em visons , que foram infectados por uma cepa mutante do novo coronavírus e tiveram que ser abatidos para evitar possíveis contágios em seres humanos. Porém, na última terça-feira (24), as autoridades receberam relatos de que alguns desses corpos estavam “emergindo da terra”.

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Apesar de parecer o roteiro de um filme de terror, a situação tem explicação muito mais simples do que o surgimento de ‘ visons zumbis assassinos’, como eles ficaram conhecidos após a imagem dos corpos viralizar: por terem sido enterrados em covas muito rasas, os cadáveres acabaram voltando à superfície por conta da movimentação causada pela expelição de gases durante o processo de decomposição.

“É um processo natural. Já estamos tentando resolver colocando mais terra por cima dos corpos. Como o solo nem sempre é igual, e depende do material do qual é composto, acabamos vendo situações como essa”, afirmou Thomas Kristensen, porta-voz da Polícia Nacional da Dinamarca, em entrevista à Danish Radio.

Agora, as autoridades passarão a enterrar os animais em valas um pouco mais profundas, com cerca de 2,5m, para evitar que o problema se repita. Além disso, a área será interditada para que o ressurgimento dos cadáveres infectados não se torne epicentro de um contágio da doença.

Visons que foram infectados com a Covid-19 transmitem principalmente por via respiratória. Apesar de infectarem menos, os mortos seguem sendo um risco por conta da possibilidade de ainda carregarem o vírus na pele”, finalizou Kristensen.

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