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Bióloga se veste de idosa e captura peru que aterrorizava visitantes de parque

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Peru
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Animal foi capturado após atacar diversas pessoas ao longo dos últimos cinco meses

Foram longos cinco meses, mas enfim as autoridades de saúde conseguiram capturar um agressivo peru que estava causando grande confusão em um parque na cidade de Oakland, no estado da Califórnia (EUA). Porém, o mais inusitado foi a forma como essa operação ocorreu: uma especialista em vida selvagem teve que se disfarçar de idosa para chamar a atenção da ave.

Segundo informações da rede de TV local KGO-TV, o peru , que recebeu o nome de Gerald depois que passou a ser conhecido na região, preferia vítimas que parecessem mais indefesas, como crianças e idosos, para realizar seus ataques de fúria dentro das dependências do Morcon Rose Garden.

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A situação chegou a ficar tão preocupante que as autoridades da cidade optaram por fechar o acesso ao parque no mês de junho, na tentativa de evitar novos ataques da ave .

Porém, as aventuras de Gerald, o “Terror de Morcon Rose”, tiveram um fim na última quinta-feira, quando a bióloga Rebecca Dmytryk, diretora do Serviço de Emergência de Vida Selvagem foi chamada ao local e colocou o plano de se vestir de “velhinha indefesa” em prática.

Com a ajuda de algumas frutas e sementes, Rebecca conseguiu atrair Gerald até uma caixa de transporte, onde ele acabou preso. Na sequência, o peru foi levado até um centro de vida selvagem, localizado na cidade de Orinda, em pôde ser libertado.

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Menina de 11 anos resgata tubarão em praia na Tasmânia; veja o vídeo

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O tubarão ficou preso entre rochas durante uma maré baixa.
Reprodução/ABC News

O tubarão ficou preso entre rochas durante uma maré baixa.

Em Hobart, capital da Tasmânia, uma jovem de 11 anos resgatou um tubarão draughtboard australiano (Cephaloscyllium laticeps) na praia de Kingston Beach, na última quarta-feira (18). As informações foram dadas pelo UOL .

O tubarão ficou preso entre rochas durante uma maré baixa, e a menina, chamada Billie Rea, conseguiu desencalhar o animal.

Abby Gilbert, a mãe da menina, disse que foi a própria filha que notou o tubarão na praia e decidiu resgatá-lo.

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A jovem pegou o animal com as mãos e o deixou em um local mais fundo.

“Nós o vimos nadar e ficamos com ele até que o perdemos de vista. Foi um momento lindo”, disse a mãe de Billie Rea .

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Ataque zumbi? Abatidos, visons com Covid-19 “retornam dos mortos” na Dinamarca

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Visons
Reprodução/Twitter

Por conta da cova rasa, corpos dos animais acabaram emergindo e dando início aos memes

O que mais falta acontecer em 2020? Depois de enfrentar uma pandemia, a volta de doenças até então extintas, o crescimento de grupos como os antivacinas e os terraplanistas, e outros momentos inusitados e bizarros, o ressurgimento dos corpos inchados de  visons que foram abatidos na Dinamarca deu início à uma brincadeira nas redes sociais sobre uma “infestação zumbi”.

No início do mês de novembro, a Dinamarca informou que isolaria algumas regiões do país por conta de um surto de Covid-19 em visons , que foram infectados por uma cepa mutante do novo coronavírus e tiveram que ser abatidos para evitar possíveis contágios em seres humanos. Porém, na última terça-feira (24), as autoridades receberam relatos de que alguns desses corpos estavam “emergindo da terra”.

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Apesar de parecer o roteiro de um filme de terror, a situação tem explicação muito mais simples do que o surgimento de ‘ visons zumbis assassinos’, como eles ficaram conhecidos após a imagem dos corpos viralizar: por terem sido enterrados em covas muito rasas, os cadáveres acabaram voltando à superfície por conta da movimentação causada pela expelição de gases durante o processo de decomposição.

“É um processo natural. Já estamos tentando resolver colocando mais terra por cima dos corpos. Como o solo nem sempre é igual, e depende do material do qual é composto, acabamos vendo situações como essa”, afirmou Thomas Kristensen, porta-voz da Polícia Nacional da Dinamarca, em entrevista à Danish Radio.

Agora, as autoridades passarão a enterrar os animais em valas um pouco mais profundas, com cerca de 2,5m, para evitar que o problema se repita. Além disso, a área será interditada para que o ressurgimento dos cadáveres infectados não se torne epicentro de um contágio da doença.

Visons que foram infectados com a Covid-19 transmitem principalmente por via respiratória. Apesar de infectarem menos, os mortos seguem sendo um risco por conta da possibilidade de ainda carregarem o vírus na pele”, finalizou Kristensen.

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