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Veja 5 versões do Ford Focus que não tivemos no Brasil

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O médio Ford Focus foi lançado na Europa em 1998, com a missão nada fácil de substituir o veterano Escort, modelo que chegou ao mercado europeu no final dos anos 1960 e em três décadas ganhou fãs em todo o mundo.

Para isso, o Ford Focus  trazia uma carroceria com exterior e interior de linhas bem ousadas para a época, dentro da linguagem de design lançada poucos anos antes pelo subcompacto Ka . Esse conjunto era combinado a uma mecânica bem afinada, que trazia avanços ao segmento como a suspensão traseira do tipo multilink.

A receita acabou dando certo e o carro segue firme em sua quarta geração no mercado europeu. No Brasil, o Focus chegou em 2000 e foi vendido até 2019, quando a terceira geração deixou de ser produzida na fábrica de General Pacheco (Argentina). Conheça algumas versões que nunca chegaram por aqui.

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1 – Perua Focus

Ford Focus SW
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Ford Focus SW: a marca não quis apostar na perua no Brasil mesmo na época em que elas ainda vendiam razoavelmente no País


No Brasil, o Ford Focus foi comercializado nas variações sedã e hatch. Mas os europeus contavam ainda com a opção de comprar o modelo médio numa variação station wagon.

Com 4,455 m de comprimento, a perua Focus era quase 8 cm mais longa que o sedã. E tinha uma carroceria com o visual (bem) mais comportado que o do restante da linha.

2 – Focus “USA”

Ford Focus 2ª geração (EUA)
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Ford Focus 2ª geração (EUA) não tem linhas tão ousadas e harmônicas quando as da versão vendida na Europa


A Ford adotou estratégias diferentes para os Focus vendidos fora da Europa. Enquanto os europeus ganharam uma 2ª geração do modelo já em 2004, no Brasil tivemos esse novo Focus somente a partir de 2008.

Esse atraso aconteceu também nos Estados Unidos, onde o Focus de segunda geração foi produzido entre 2007 e 2010, mas com um interior exclusivo e a carroceria bem modificada para atender ao gosto local.

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3 – Focus Coupé-Cabriolet

Ford Focus CC
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Ford Focus CC era fabricado sobre a mesma base do Volvo C70 e com estilo assinado pelo renomado estúdio Pininfarina


Seguindo a moda dos “cupês-cabriolet” (conversíveis de capota rígida) dos anos 2000, que deu origem a carros como o Peugeot 307 CC e o Volkswagen Eos, o Focus oferecido na Europa também teve essa opção.

O Focus Coupé-Cabriolet trazia uma carroceria exclusiva, com projeto e montagem feita pela italiana Pinifarina e que praticamente só compartilhava a dianteira, interior e mecânica dos Focus “comuns”.

 4- Focus ST

Ford Focus ST
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Ford Focus ST da mesma geração do Volvo C30, do qual também conta com o motor turbo, de cinco cilindros e 230 cv


Outra variação interessante desse Focus de 2ª geração era a esportiva ST. Revelada em 2005, era baseada na carroceria hatch, com opção de três e cinco portas.

Esse hot hatch trazia sob o capô um motor 2.5 turbo de cinco cilindros e 228 cv. Era basicamente o mesmo conjunto visto no Volvo C30 T5, modelo que inclusive era montado sobre a mesma plataforma do Focus.

5 – Focus RS

Ford Focus RS
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Ford Focus RS versão mais potente do hatch médio que o Brasil não viu nem de longe. Pode acelerar de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos


Derradeira oferecida no Brasil, a terceira geração do médio da Ford foi também a última a contar com uma versão esportiva. Reflexos desses tempos de preocupação com as emissões…

A versão RS do Ford Focus “3” era produzida com o motor 2.3 EcoBoost de quatro clindros e 355 cv, que era combinado a um sistema de tração integral. Foguete sobre rodas, acelera de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos e ultrapassa os 260 km/h.

Fonte: IG CARROS

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Honda ADV 150 é um scooter aventureiro em menor escala

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Honda ADV 150
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Ainda não pilotei, mas gostei do visual e da ergonomia do Honda ADV 150, que começa a ser vendido a partir do mês que vem


O Honda X-ADV chegou no ano passado cutucando o desejo de todos aqueles que curtem tanto um scooter de grande porte quanto um veículo aventureiro para o fora de estrada. Mesmo sem se encaixar com exatidão na definição de um scooter, que tem motor embaixo do banco e transmissão diretamente na roda traseira – fazendo as vezes da balança da suspensão -, o X-ADV conquistou pra valer o seu público.


O que é fácil de se constatar pela rápida venda de todas as unidades importadas da Itália, que custa para o consumidor a bagatela de R$ 69.900. Desembolsando apenas um quarto desse valor, aqueles que se apaixonaram pelo visual do X-ADV poderão ter uma versão menor desse aventureiro, pois o scooter Honda ADV 150 acaba de chegar, compartilhando a mecânica do scooter Honda PCX 150 .

Lançado oficialmente na última quinta-feira (26), ainda não posso dizer sobre a sua dirigibilidade, uma vez que a apresentação à imprensa especializada foi estática, mas pude sentar no novo scooter e ter uma ideia de como será a vida a bordo. O banco do ADV é 30 mm mais alto do que o do PCX.


Dono de um visual indiscutivelmente atraente, o novo scooter Honda ADV 150 deverá conquistar uma boa parcela do público que busca em um scooter mais que a versatilidade que esse tipo de veículo oferece, mas que deseja também um estilo marcante. E isso o Honda ADV 150 tem.

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O quadro de aço tubular, de duplo berço, é quase igual ao do PCX, com sutis diferenças para se adequar a algumas novas atribuições, como as suspensões reforçadas de maior curso.A dianteira Showa tem curso de 130 mm, 30 mm a mais do que no PCX, e a traseira tem curso de 120 mm, 20 mm a mais do que no PCX. E os amortecedores traseiros têm assistência a gás.

Esses acréscimos têm o objetivo de suportar mais firmemente os trancos provenientes de pisos irregulares, uma vez que uma das propostas do novo scooter é ter melhor desempenho fora do asfalto. Não chega a ser um veículo para trilhas, mas deverá atender bem o uso em estradas de terra.

Os pneus de largos gomos também não foram feitos para trilhas, mas certamente se sairão melhor na terra do que os pneus do PCX . Os novos pneus também fazem seu papel no visual do ADV, pois além do belo desenho dos gomos, são mais largos do que os do PCX, 110/80×14 na dianteira e 130/70×13 na traseira, contra 100/80×14 e 120/70×14, respectivamente. O freio dianteiro, com assistência ABS, tem disco de 240 mm, contra 220 mm no PCX. O traseiro, sem ABS, é igual ao do PCX, de 220 mm.

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O motor de 149,3 cm3 é o mesmo nos dois modelos, monocilíndrico refrigerado a água, com potência de 13,2 cv e torque de 1.38 kgfm, mas algumas alterações no duto de admissão e no escapamento fazem com que o pico de torque aconteça 1.500 rpm acima. O resultado prático dessa alteração só vou constatar quando puder experimentar o Honda ADV.

Honda ADV 150
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O painel de instrumentos de LCD tem visual bastante esportivo, como no X-ADV


O melhor do novo scooter Honda ADV 150, no entanto, é o visual. O para-brisa recortado tem regulagem de altura em duas posições, o espaço embaixo do banco tem capacidade para 27 litros e no porta-objetos no anteparo frontal há um ponto de energia de 12 volts.

A chave é do tipo presencial, que aciona o sistema elétrico por aproximação, e o sistema start/stop pode ser desligado por um botão no punho. O Honda ADV tem ainda luzes de posição diurnas DRL e todo sistema de iluminação com leds. O painel de instrumentos segue o visual do painel do X-ADV , todo de LCD e com muitas informações de fácil leitura.

O Honda ADV 150 estará disponível na rede a partir do próximo mês, nas cores branca e vermelha, com o preço de R$ 17.490. Como comparação, o Honda PCX tem preço a partir de R$ 12.710, na versão com freios CBS, R$ 13.990, com freio dianteiro ABS, e R$ 14.410, nas versões DLX ou Sport. Isso significa que o novo ADV está R$ 3.080 acima das versões top do PCX.

Fonte: IG CARROS

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Chevrolet Onix Premier 2021: confira o vídeo com as novidades do modelo

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Um ano após o seu lançamento a Chevrolet lança a linha 2021 do Onix, que recebeu algumas novidades, mas também teve algumas perdas. 

No vídeo que vocês podem conferir do Chevrolet Onix , notarão que o MyLink cresceu, passando agora para 8 polegadas, a mesma que encontramos no novo Tracker. Além disso, a central multimídia para a versão Premier recebeu a tecnologia para emparelhar o Apple CarPlay ou o Android Auto de forma sem fio.

Outra novidade na linha 2021 é a nova cor Cinza Satin Steel, que a é mesma do Cruze . Por outro lado, neste ano/modelo, o Onix não conta mais com lanternas de neblina e um item que parece pouco importante na verdade fez muita diferença. A partir de agora o modelo não conta mais com ajuste fino de luminosidade do painel de instrumentos e central multimídia, que na verdade incomoda muito durante a condução noturna, já que a tela fica muito clara.


Mecanicamente o Onix 2021 na versão Premier segue com o novo 1.0 turbo de até 116 cavalos de potência e transmissão automática de 6 velocidades, lembrando que são 16,8 kgfm de torque máximo que leva o hatch de 0 a 100 km/h em 10,1 segundos.

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Por dentro nada mudou, o acabamento segue o mesmo. Bancos em couro com revestimento nas portas, acendimento automático dos faróis, partida por botão, carregamento sem fio, vidros elétricos nas quatro portas etc.

A condução segue igual. Mesmo sendo um motor sem injeção direta, o hatch tem boa desenvoltura, tanto na cidade, quanto na estrada. Apesar de ser um conjunto mecânico de três cilindros, a vibração não é muito perceptível e o isolamento acústico também ajuda para não notar o ronco deste tipo de motor que é bem característico.

Entretanto, a ausência de um modo mais fácil de trocas manuais faz com que o condutor se “conforme” com o ritmo do cambio automático do Chevrolet Onix , que em alguns momentos poderia ser um pouco mais esperto em reduções e ao mesmo tempo “jogar” mais marchas para que fique mais econômico.

Fonte: IG CARROS

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