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Brasil acumula 5,3 milhões de casos e 157 mil mortes por covid-19

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Balanço divulgado neste domingo (4) pelo Ministério da Saúde (MS) mostra que o país registrou 13.493 novos casos de covid-19, nas últimas 24 horas. No total, o país acumula 5.394.128 casos, desde o início da pandemia. Além disso, foram registradas 231 novas mortes, totalizando 157.134 óbitos. O número de casos em investigação soma 2.390.

O último balanço do governo indica ainda que 4.835.915 pessoas (89,7%) são consideradas curadas da doença. Outras 401.079 pessoas estão em acompanhamento, segundo os dados oficiais.

Os números de novos casos e óbitos costumam ser mais baixos nos finais de semana, em razão da dificuldade de alimentação dos dados pelas secretarias estaduais de saúde aos sábados e domingos. O balanço do Ministério da Saúde é feito a partir de registros reunidos pelas secretarias estaduais de saúde e enviados à pasta para consolidação.

Atualização em 25/10/2020 dos dados do Ministério da SaúdeAtualização em 25/10/2020 dos dados do Ministério da Saúde

Covid nos estados

São Paulo lidera o ranking de maior número de casos acumulando 1.091.980 pessoas contaminadas. Os outros estados com maior número de casos são Minas Gerais (348.804) e Bahia (344.705). Já o Acre tem o menor número de casos (30.304), seguido de Amapá (51.127) e Roraima (55.862).

São Paulo também lidera o número de mortes, com 38.747. Rio de Janeiro (20.203) e Ceará (9.248) aparecem na sequência. Os estados com menos mortes são Acre (687), Roraima (691) e Amapá (741).

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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Ministério da Saúde descarta ter vacina para toda a população em 2021

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Falta de estudos para algumas faixas etárias impossibilita imunização completa

Representantes do Ministério da Saúde afirmaram que não vai ter vacina para toda a população brasileira em 2021. Além do quantitativo insuficiente, há grupos que não estão participando dos testes, como crianças e gestantes, e que, por isso, não deverão ser imunizados inicialmente, explicou Francieli Fontana, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações da pasta.

“Nós definimos objetivos (com grupos prioritários) para a vacinação , porque não temos uma vacina para vacinar toda a população brasileira. Além disso, os estudos não preveeem estar trabalhando com todas as faixas etárias inicialmente, então não teríamos mesmo como vacinar toda a população brasileira”, afirmou Fontana.

Segundo a pasta, o público-alvo para a vacina ainda será definido, quando o imunizante estiver mais próximo de ser disponibilizado, devido à necessidade de se avaliar as características da substância, inclusive as indicações. Mas, segundo Franco, serão levados em conta os grupos com risco de ter o quadro grave da doença, a faixa etária, comorbidades e até “aspectos étnicos”.

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O secretário-executivo afirmou que a população estará segura, mesmo com grupos não vacinados, comparando o esquema de imunização da Covid-19 com a da gripe (influenza), que ocorre todos os anos com meta de alcançar 80 milhões de brasileiros.

“O fato de determinados grupos da população não serem imunzados não significa que não estão seguros, porque outros grupos que convivem com aqueles estão imunizados e dessa forma não vão ter a possibilidade de se contaminar com a doença. É por esse motivo que não vacinamos toda a população, por exemplo, contra a influenza”, disse.

Ele afirmou que, mesmo do ponto de vista internacional, não há expectativas de se ter vacina para todos, citando que a Covax Facility, consórcio internacional para produção de imunizantes contra a Covid-19 , tem como objetivo “um aceso a 2 bilhões de doses para vacinar todo o mundo”.

“E por aí nós verificamos que é uma meta bastante ambiciosa, porque não se imagina que haverá vacina para se vacinar todos os cidadãos do planeta Terra”, destacou o secretário.

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No Brasil, há quatro vacinas sendo testadas. Nesta sexta-feira, o laboratório Janssen-Cilag , responsáve por um dos estudos no país, enviou um pacote de dados sobre eficácia e segurança verificadas nas pesquisas para avaliação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O objetivo, com o envio parcial dos dados, conforme são produzidos, é agilizar um futuro pedido de registro na agência reguladora . O método, chamado de submissão contínua, foi criado para o contexto da pandemia, que exige urgência dos órgãos públicos. Tradicionalmente, todas as informações só são enviadas ao final das pesquisas.

O Janssen-Cilag é quarto laboratório a enviar os dados à Anvisa . Com isso, todas as farmacêuticas com pesquisa de vacinas em andamento no Brasil já iniciaram a remessa de informações ao órgão. Nenhum solicitou ainda o registro da vacina.

O governo federal apoia, inclusive com recursos alocados, a vacina desenvolvida pela AstraZeneca em parceria com a Universdade de Oxford, que poderá ser fabricada pela Fiocruz no país, caso aprovada pela Anvisa.

Fonte: IG SAÚDE

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ABC paulista pede ajuda ao governo de SP para ampliar leitos de Covid-19

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leito de UTI do SUS
Marcelo Casal/EBC

Cidades do ABC paulista registraram alta de casos e de internações nos últimos 30 dias

O Consórcio Intermunicipal Grande ABC, que abrange as cidades de Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, pediu auxílio ao governo de São Paulo aumentar a quantidade de  leitos para Covid-19 nos hospitais Mario Covas, em Santo André, e Serraria, em Diadema.

O ofício foi encaminhado nesta sexta-feira (27) em caráter de urgência, citando o aumento da taxa de internação em unidades de terapia intensiva dos hospitais municipais nos últimos dias. As cidades temem que, em breve, faltem leitos para os doentes.

Segundo o Consórcio, a ocupação nos leitos de UTI para Covid-19 subiu de 44% para 65% nos últimos 20 dias. Em Diadema e Mauá a ocupação das UTIS já está acima de 80%.

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Segundo dados da Fundação Seade, a região registrou alta de 32,1% nos casos nos últimos 30 dias. Já as mortes caíram 17,1% nesse período no grande ABC.

Medidas de distanciamento social

O Consórcio também recomendou aos sete municípios que aumentem as restrições para evitar aglomerações.

Em São Bernardo do Campo as restrições já valerão a partir de segunda-feira. O município vai reduzir a permissão de ocupação de 60% para 50% em bares, restaurantes, buffets, salões de beleza, shoppings e comércio em geral.

Os bares e restaurantes só poderão receber clientes até às 21h. As atividades precisam ser encerradas às 22h. Música ao vivo também está proibida na cidade.

Já a ocupação de academias passa de 60% para 40%, com funcionamento de seis horas por dias. Vestuários, chuveiros e piscinas vão permanecer fechados.

Reclassificação do Plano São Paulo

Segunda-feira (30), dia seguinte às eleições municiais, a gestão Doria (PSDB) vai apresentar a recalibragem do plano de abertura econômica.

Também já houve recomendação do Centro de Contingência da Covid-19 para aumentar as restrições em algumas regiões.

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Segundo informações da CNN , a Secretaria Estadual de Saúde informou que vai repassar ainda em 2020 mais R$ 8 milhões para o município de São Bernardo do Campo para assistência a casos de Covid-19 no Hospital de Urgência de São Bernardo.

A pasta afirmou ainda que mantém 62 leitos exclusivos para a doença no Hospital Mário Covas e no Hospital de Diadema e que há vagas disponíveis para atendimento aos casos graves do coronavírus nas duas unidades.

Fonte: IG SAÚDE

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