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Itália tem recorde de casos de covid-19

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A Itália registrou 11.705 novos casos do novo coronavírus neste domingo (18), informou o Ministério da Saúde, número acima do recorde anterior de 10.925 contabilizado no dia anterior, enquanto o governo prepara novas medidas para combater uma segunda onda da doença.

A Itália foi o primeiro país da Europa a ser duramente atingido pela covid-19 e tem o segundo maior número de mortos na região, depois do Reino Unido, com 36.543 óbitos desde o início do surto em fevereiro, de acordo com dados oficiais.

As autoridades conseguiram manter o contágio sob controle no país até o verão, graças a um bloqueio rígido de dois meses em todo o país. Mas com o surgimento de uma segunda onda, elas determinaram novas medidas, incluindo o uso obrigatório de máscara em público e restrições a reuniões públicas e restaurantes.

O primeiro-ministro Giuseppe Conte deve anunciar novas medidas ainda hoje.

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Milhares de muçulmanos protestam contra comentários de Macron

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Dezenas de milhares de muçulmanos protestaram no Paquistão, em Bangladesh e em territórios palestinos nesta sexta-feira (29) depois que assassinatos em uma igreja da França levaram o presidente Emmanuel Macron a se posicionar com firmeza contra ataques aos valores franceses e à liberdade de expressão.

O ministro do Interior francês, Gérald Damarnin, disse que seu país – que abriga a maior comunidade muçulmana da Europa e foi alvo de uma série de ataques militantes em anos recentes – está engajado em uma guerra contra a ideologia islâmica e que mais ataques são prováveis.

No Paquistão, a polícia usou gás lacrimogêneo contra milhares de manifestantes que marcharam contra a embaixada francesa em Islamabad. Alguns deles tentaram romper as barreiras policiais, disseram testemunhas.

Em Bangladesh, país de maioria muçulmana, dezenas de milhares marcharam na capital Daca bradando slogans como “boicote produtos franceses” e portando cartazes nos quais Macron é rotulado como “o pior terrorista do mundo”.

“Macron está liderando a islamofobia”, disse um manifestante de Daca, Akramul Haq. “Ele não conhece o poder do Islã. O mundo muçulmano não deixará que isto seja em vão. Nós nos ergueremos e nos solidarizaremos contra ele.”

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Alguns manifestantes bengalis também queimaram efígies de Macron e carregaram imagens do presidente com uma grinalda de sapatos ao redor do pescoço –um insulto grave, de acordo com o Islã.

Em um distrito de maioria muçulmana de Mumbai, o polo financeiro da Índia, cerca de 100 pôsteres mostrando Macron com uma bota no rosto e o rotulando de “demônio” foram colados em calçadas e ruas.

Milhares de fiéis palestinos se reuniram após as orações desta sexta-feira na mesquita de Al-Aqsa, o terceiro local mais sagrado do Islã, para repudiar a republicação de caricaturas de Maomé na França. “Uma nação cujo líder é Maomé não será derrotada”, bradavam manifestantes.

“Responsabilizamos o presidente francês por atos de caos e violência que estão ocorrendo na França por causa de seus comentários sobre o Islã e contra muçulmanos”, disse Ikrima Sabri, pregador que fez o sermão em Al Aqsa.

Em Ramallah, na Cisjordânia, sob ocupação israelense, palestinos pisotearam uma grande bandeira francesa e queimaram outras.

Em Gaza, administrada pelo movimento palestino islâmico Hamas, centenas de palestinos participaram de manifestações contra a França bradando: “Com nossas almas e sangue redimiremos o profeta.”

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Na Somália, milhares compareceram para as orações de sexta-feira em mesquitas onde os sermões foram dominados por maldições e condenações de Macron e seu governo.

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Total de mortos por terremoto na Turquia pode passar de seis

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O terremoto que atingiu hoje o Mar Egeu matou pelo menos seis pessoas na Turquia e provocou o desabamento de prédios, além de criar maremotos nas regiões costeiras e os arredores das ilhas gregas.

Pessoas lotaram as ruas da cidade costeira de Izmir, na Turquia, depois que o terremoto atingiu 7 graus na escala Richter. Alguns bairros foram inundados com o avanço da água do mar, que varreu uma enxurrada de detritos para o interior e deixou os peixes encalhados à medida que as ondas recuavam.

A presidência do Gerenciamento de Emergências e Desastres (Afad) disse que seis pessoas morreram, uma delas por afogamento, enquanto 202 pessoas ficaram feridas.

Há relatos de prédios que desabaram com pessoas presas nos escombros em alguns distritos de Izmir, uma das principais regiões turísticas da Turquia, além de danos a propriedades em outras províncias, disseram autoridades turcas.

O prefeito de Izmir, Tunc Soyer, disse que 20 prédios desabaram na província. O governo de Izmir informou que 70 pessoas foram resgatados dos escombros.

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Vítimas sob escombros

Ilke Cide, um estudante de doutorado que estava em Izmir no momento do terremoto, disse que foi para terra firme enquanto a maré subia por causa do terremoto.

“Estou acostumado com terremotos, então não levei muito a sério a princípio, mas dessa vez foi realmente assustador”, contou ele, acrescentando que o tremor durou entre 25 e 30 segundos.

Moradores da ilha grega de Samos, que tem uma população de 45 mil habitantes, receberam apelos para se manterem distantes das áreas costeiras, disse Eftyhmios Lekkas, chefe da organização grega para planejamento anti-sísmico.

Avisos de ondas altas estavam em vigor em Samos, onde oito pessoas ficaram feridas. “Nunca experimentamos nada parecido”, disse George Dionysiou, o vice-prefeito local. “As pessoas estão em pânico.”
 

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