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Covid-19: Um quinto dos mortos pela doença estão na Europa, segundo agência

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dois enfermeiros cuidando de paciente na uti
Silvio Avila/ AFP

Países europeus voltam a agir ao perceber aumento de casos e mortes de Covid-19


Segundo a agência de notícias France Press, a Europa contabiliza 250 mil óbitos causados pela Covid-19 , doença transmitida pelo novo coronavírus . Isso significa que um quinto das mortes mundiais estão no território.


A agência apontou ainda que os cinco países que mais perderam pessoas devido à Covid-19 são: Reino Unido (43.646);  Itália (36.543); Espanha (33.775); França (33.392); Rússia (24.187).

Na última semana, cerca de 8 mil pessoas perderam suas vidas em decorrência da doença. A Europa chegou a ser o epicentro da Covid-19 e adotou medidas restritivas como quarentenas severas e toque de recolher.

O total de mortes desde o começo da pandemia é de 250.030. Além disso, 7,3 milhões de casos de todo planeta estão distribuídos entre os países europeus.

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A situação da Itália foi uma das que mais chamou atenção. Reino Unido e França também estiveram em estado de alerta no início da pandemia, mas aos poucos conseguiram contar a onda de contaminações e mortes.

Contudo, a velocidade de contaminação voltou a preocupar, já que pelo quarto dia consecutivo a Itália bateu recorde de novos casos. Foram 11,7 mil nas últimas 24 horas, maior taxa desde o início da pandemia.

O número de mortes também voltou a preocupar no país. A maior taxa da semana foi na última quinta-feira (15), com 85 mortes. O segundo maior número foi registrado neste domingo (18), em que 69 pessoas morreram em decorrência da Covid-19.

A França também está adotando novas medidas de restrições para evitar que os números voltem a crescer. A principal delas é um toque de recolher entre 21h e 6h. Mesmo com esse protocolo sanitário, as autoridades autorizaram hoje uma série de manifestações devido ao professor decapitado no país , o que gerou pontos de aglomerações em algumas cidades.

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O Reino Unido também está reagindo. Oito cidades britânicas, incluindo Londres, são consideradas com situação de alto risco. Para evitar novas contaminações, a população não poderá mais marcar encontros em casas fechadas.

A partir de amanhã (19), a população da Suíça será obrigada a usar máscaras em espaços públicos e fechados. Isto porque o número de casos dobrou na última semana.

Fonte: IG SAÚDE

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Brasil acumula 159,4 mil mortes por covid-19 desde início da pandemia

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Balanço do Ministério da Saúde divulgado nesta sexta-feira (30), aponta que as mortes decorrentes da covid-19 chegaram a 159.477 desde o início da pandemia. As informações são consolidadas a partir de dados das secretarias estaduais de saúde.

Em 24 horas, desde a divulgação do boletim de ontem até a divulgação dos dados de hoje, foram registrados 508 óbitos. Ontem, o sistema de dados sobre a pandemia marcava 158.969 mortes por complicações pela doença. Ainda há 2.300 mortes em investigação.

O balanço indica que o número de pessoas infectadas com o novo coronavírus desde o início da pandemia atingiu 5.516.658. Entre ontem e hoje, foram notificados 22.282 novos diagnósticos positivos. Ontem, o sistema do ministério trazia 5.468.270 pessoas com covid-19 desde o início da pandemia.

Conforme a atualização do ministério, ainda há 390.917 pacientes em acompanhamento. Outras 4.966.264 pessoas se recuperaram da doença.

Covid-19 nos estados

Os estados com mais mortes são São Paulo (39.255), Rio de Janeiro (20.565), Ceará (9.337), Minas Gerais (8.962) e Pernambuco (8.609). As Unidades da Federação com menos óbitos são Acre e Roraima (692), Amapá (747), Tocantins (1.097) e Rondônia (1.455).

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Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Dez capitais apresentam sinais de crescimento de covid-19, diz Fiocruz

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O boletim InfoGripe, divulgado semanalmente pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz),  mostra que dez capitais brasileiras apresentam sinal de crescimento moderado, probabilidade maior que 75%, ou forte, probabilidade maior que 95% na tendência de longo prazo (seis semanas) de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e de covid-19. 

Os casos notificados e óbitos no país apresentam ocorrência muito alta, segundo o boletim. O coordenador do InfoGripe, pesquisador Marcelo Gomes, observou que 20 das 27 capitais apresentam sinal de estabilidade ou crescimento na tendência de longo prazo.

Capitais

Em Aracaju, Florianópolis, Fortaleza, João Pessoa, Macapá, Maceió  e Salvador há sinal forte de crescimento no longo prazo. Nas capitais, Belém, São Luís  e São Paulo, observa-se sinal moderado de crescimento do número de infectados para a tendência de longo prazo, acompanhado de sinal de estabilização na tendência de curto prazo.

As capitais, Belém, Florianópolis, Fortaleza, João Pessoa, Macapá, Salvador e São Luís já completam ao menos um mês com manutenção do sinal de crescimento na tendência de longo prazo em todas as semanas.

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Já a capital paulista apresenta sinal de crescimento a longo prazo pela primeira vez desde o início do processo de queda, embora já venha dando sinais de possível interrupção da tendência de queda. Porto Alegre apresentou sinal de estabilização tanto na tendência de curto quanto de longo prazo.

Marcelo Gomes destacou a necessidade de cautela em relação às próximas semanas, especialmente em relação a eventuais avanços nas ações de flexibilização das medidas para diminuição do contágio na capital gaúcha.

Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, não confirmou sinal de estabilização na tendência de longo prazo, retornando ao sinal de queda nesse indicador. Segundo o coordenador do InfoGripe, embora a tendência de curto prazo tenha mantido sinal de estabilização, ainda é preciso cautela em relação a ações de flexibilização.

“Como já relatado em boletins anteriores, identificamos diferença significativa entre as notificações de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) no estado do Mato Grosso registradas no sistema nacional Sivep-Gripe e os registros apresentados no sistema próprio do estado. Tal diferença se manteve até a presente atualização”, avaliou Marcelo Gomes.

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Macrorregiões

Em 12 das 27 unidades federativas observa-se tendência de longo prazo com sinal de queda ou estabilização em todas as respectivas macrorregiões de saúde. Nos demais 15 estados, Amapá, Pará e Tocantins (Norte), Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, e Sergipe (Nordeste), Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo (Sudeste), Rio Grande do Sul e Santa Catarina (Sul), e Mato Grosso do Sul (Centro-Oeste) há ao menos uma macrorregião estadual com tendência de curto e/ou longo prazo com sinal moderado ou forte de crescimento.

Dados

A análise  refere-se à semana epidemiológica de 18 a 24 de outubro e tem com base os dados inseridos no Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até o dia 27 deste mês.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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