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Candidato a prefeito no Maranhão é acusado de matar o pai, ex-prefeito da cidade

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Júnior do Nenzim
Redes sociais / Reprodução

Júnior do Nenzim ao lado do pai na campanha eleitoral de 2016

O empresário Manoel Mariano de Sousa Filho (PSC), conhecido como ” Júnior do Nenzim “, é candidato a prefeito no Maranhão e acusado de matar o pai, ex-prefeito. O apelido de Júnior é em homenagem ao pai, Manoel Mariano de Souza , o “Nenzim”, morto em 6 de dezembro de 2017, com um tiro na lateral do pescoço.

A polícia chegou a conclusão que Manoel Mariano , de 78 anos, foi morto com um disparo dado à queima-roupa, a uma distância entre 5 cm e 30 cm. Na manhã do dia em que Manoel morreu, Júnior foi até a casa do pai pegá-lo para conversar com um advogado da família, Luís Augusto Bonfim Neto.

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A caminhonete de Júnior fez uma parada numa rua deserta, no loteamento Morada do Rio Corda. A versão de Júnior diverge das conclusões da investigação. Em juízo, o candidato à prefeito alegou que fez o pai pediu para estacionar o carro porque ele precisava urinar.

Júnior disse em depoimento que viu “um pouquinho de sangue” saindo do ouvido do pai, que teria vomitado. Ao chegar na casa do advogado Luis, Júnior passou o volante para ele e seguiram para um posto de gasolina, onde uma quarta pessoa, motorista da família, conduziu a caminhonete.

Em seguida, foram para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Além de Manoel, Júnior também precisou ser atendido porque teria passado mal.

O ex-prefeito morreu ao ser transferido para o hospital de uma outra cidade. Júnior negou ter envolvimento no crime, mas a polícia diz que a caminhonete foi lavada após o tiro. 

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Ibope: Paes lidera com 32% no Rio; Crivella e Martha Rocha têm 14%

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Reprodução: iG Minas Gerais

Eduardo Paes lidera a corrida pela Prefeitura do Rio com 32% das intenções de voto


Pesquisa do Ibope sobre a eleição para a Prefeitura do Rio , divulgada nesta sexta-feira (30), mostra que o ex-prefeito Eduardo Paes (DEM) continua lliderando as intenções de voto, com 32% das preferências.

O atual prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) aparece em segundo lugar, o mesmo percentual que Martha Rocha (PDT): 14%.


A pesquisa mostra que a disputa por uma vaga no segundo turno segue acirrada. Tecnicamente, Crivella e Martha Rocha estão empatados, tendo em vista que a margem de erro é de três pontos para mais ou para menos.

A margem de erro é de três pontos pontos percentuais para mais ou para menos.

  • Eduardo Paes (DEM): 32%
  • Crivella (Republicanos): 14%
  • Delegada Martha Rocha (PDT): 14%
  • Benedita da Silva (PT): 9%
  • Luiz Lima (PSL): 4%
  • Bandeira de Mello (Rede): 2%
  • Renata Souza (PSOL): 2%
  • Fred Luz (Novo): 1%
  • Paulo Messina (MDB): 1%
  • Cyro Garcia (PSTU): 0%
  • Clarissa Garotinho (Pros): 0%
  • Glória Heloiza (PSC): 0%
  • Henrique Simonard (PCO): 0%
  • Suêd Haidar (PMB): 0%
  • Brancos e nulos: 15%
  • Não sabem ou não responderam: 5%
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Ministro do STF comemora “baixíssima difusão” de fake news nas eleições 2020

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Agência Brasil

Ministro do STF Luís Roberto Barroso
Nelson Jr./SCO/STF

Ministro do STF Luís Roberto Barroso

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) , ministro Luís Roberto Barroso , disse hoje (30) que a campanha eleitoral está ocorrendo com baixa difusão de fake news, as notícias falsas postadas por eleitores e políticos nas redes sociais.

Segundo o ministro, a Polícia Federal (PF) tem feito operações para efetuar a prisão de investigados que usam perfis falsos para fazer campanhas caluniosas contra adversários.

Barroso participou de uma live (transmissão ao vivo) para debater o combate aos discursos de ódio na internet durante as eleições.

“Nós temos tido sucesso até aqui. Essa tem sido uma eleição de baixíssima difusão de notícias falsas, de desinformação. Nós estamos enfrentando isso com verdade, com um discurso harmonioso e com a repressão necessária”, afirmou.

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Barroso disse também que a Justiça Eleitoral procura usar a repressão policial como último artifício. Para o ministro, a conscientização da população para evitar esse tipo de comportamento nas redes sociais deve ser feita em primeiro lugar.

Para Barroso, a Justiça não é o melhor meio para arbitrar o debate político:

“A caracterização do que seja noticia falsa já é complexa, e ninguém quer fazer o papel de censor. Os ritos do Judiciário são incompatíveis com a velocidade [com] que essas noticias circulam”, avaliou.

Canal de denúncias em parceria com várias redes sociais, o tribunal tem uma plataforma para o recebimento de denúncias de contas suspeitas de disseminar conteúdos falsos durante as eleições.

Basta preencher um formulário, que está disponível no site do TSE. Entre 27 de setembro e 26 de outubro, 1.037 denúncias de disparos em massa foram recebidas pela plataforma.

Devido à pandemia da covid-19, o primeiro turno das eleições deste ano foi adiado de 4 de outubro para 15 de novembro. O segundo turno, que seria em 25 de outubro, foi marcado para 29 de novembro. Os eleitores vão às urnas para eleger prefeitos, vice-prefeitos e vereadores.

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