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Mato Grosso autoriza uso de drones pela Polícia Ambiental

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Lei do deputado Romoaldo Júnior autoriza o uso de RPAs pela Polícia Ambiental

Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

Mato Grosso publicou a Lei nº 11.099/2020, que autoriza o uso de Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPAs), conhecidas como drones, para o monitoramento e auxílio na fiscalização da Polícia Ambiental no estado. De autoria do deputado Romoaldo Júnior (MDB), a normativa visa contribuir com o trabalho de fiscalização dos profissionais da força de segurança, principalmente quanto a caça, desmatamento e poluição sonora, garantindo mais economia e agilidade nas ações.

O tenente-coronel Fagner Augusto do Nascimento, do Batalhão da Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA-MT), aprovou a iniciativa. Segundo ele, o batalhão ainda possui um número limitado de equipamentos, apenas quatro, mas tem previsão de ampliar a quantidade e difundir o conhecimento da operacionalização para que todos os profissionais tenham a capacitação.

“Essa lei do deputado Romoaldo é de fato um resguardo que nós precisamos para amparar legalmente nossos autos de infração com relação ao uso das imagens”, avaliou Nascimento.

Para o comandante do Corpo de Bombeiros Militar, capitão Eraldo Moura – instrutor de uso de drones – a lei vai contribuir para a melhoria da qualidade de vida através da conservação do meio ambiente, uma vez que a tecnologia permite uma cobertura mais rápida e abrangente de grandes áreas. Segundo ele, atualmente, no Brasil, são mais de 700 empresas que implementam ou importam equipamentos de veículos aéreos não tripulados, porém poucas delas executam projetos voltados para o meio ambiente.

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A Polícia Militar disponibilizou dois drones para ajudar na localização dos focos de fogo no Pantanal, que está sendo um dos maiores da história.  O soldado e operador de droner, Paulo Macedo, um dos participantes da operação de combate, informou que, em Mato Grosso, aproximadamente 18 equipamentos estão disponíveis entre as cerca de 10 instituições públicas de segurança que o utilizam nas operações.

De acordo com especialistas, o drone chega a percorrer 901 quilômetros por hora a uma altura de 500 metros de seu operador. Além do mais, voam em altitudes mais baixas que os helicópteros e navegam em espaços apertados ou perigosos, fornecendo uma imagem mais sutil da situação. Quem diria que esse ‘brinquedo’ não só receberia da Agência Nacional de Aviação Civil o título de ‘aeronaves não tripuladas’, como se tornariam altamente relevantes na sociedade?

“Essa lei é sinônimo de avanço, veio para tornar o trabalho da Polícia Ambiental mais eficaz, além de diminuir o tempo de ação, gera economia de material e de recursos humanos. Um progresso econômico e tecnológico”, pontuou o parlamentar.

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Veja algumas das Forças de Segurança que já fazem o uso do drone em Mato Grosso:

Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp), Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp), Centro Integrado de Comando e Controle Regional (CICCR), Polícia Militar (PM), Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Sistema Penitenciário de Mato Grosso (Sispen), Polícia Judiciária Civil (PJC), Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron) e Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), sendo este último particular.

De acordo com especialistas, o futuro do drone no setor de segurança está apenas começando e vale a pena explorar todas as oportunidades disponíveis.

Fonte: ALMT

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Fávaro quer esconder sua aliança com o PT, afirma Leitão

Kayan Henrique

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Fávaro quer esconder sua aliança com o PT, afirma Leitão

Candidato ao Senado, Nilson Leitão (PSDB) observa a falta de nexo em quem diz apoiar Jair Bolsonaro, mas que vem de um partido cuja principal aliança é o Partido dos Trabalhadores (PT). Amigo íntimo de Lula e de Dilma Rousseff, Gilberto Kassab, fundador e presidente do PSD, apoiou a campanha de Carlos Fávaro ao Senado em 2018 e continua a fazê-lo em 2020. Além disso, a forte ligação entre o partido de esquerda e Fávaro ficou ainda mais evidente ao contratar o ex-ministro de Rousseff, José Eduardo Cardozo, para cassar o mandato de Selma Arruda (na época, do PSL).

A manobra foi liderada por Fávaro, que, nas eleições passadas, tinha ficado em terceiro lugar na disputa pelas duas vagas abertas em 2018. Ao lado de Cardozo, ex-ministro da Justiça e advogado de Dilma durante o processo de impeachment, ele arquitetou a retirada de Selma Arruda do Senado. Nilson aponta o que ajudou a construir sua carreira política, porém reconhece que Carlos Fávaro só tem um lado na política, o dele.

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“Para isso, ele faz qualquer tipo de coisa, ele se envolve com qualquer tipo de gente, ele abandona qualquer um para não se sacrificar. Para tentar pegar o cargo, vimos ele contratando um advogado petista a peso de ouro. O único que importa, para ele, é ele mesmo. Eu conheço Carlos Fávaro e a ética não faz parte de seu vocabulário”, ressaltou o tucano.

Outro ponto em comum com os petistas foi revelado quando a esposa de Ivan Guimarães, Márcia Zampiron, foi encontrada trabalhando como assessora no gabinete de Carlos Fávaro. Ela, que tinha sido alvo da Polícia Federal na “Operação E$quema S”, escancarou o elo do parlamentar mato-grossense com o alto escalão do PT. Seu marido, conhecido como “Ivan, O Terrível”, manteve longa amizade com José Dirceu, Delúbio Soares, Patrus Ananias e Waldomiro Diniz. Ele também foi presidente do Banco Popular no governo Lula e membro da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

A pandemia de coronavírus também foi um dos responsáveis pela sobrevida política do substituto. Assim, o senador-tampão coloca em prática, desde então, um projeto de governo que não foi escolhido e aprovado pelo voto popular. “O cargo de Senador é um cargo que ele ocupa de forma ilegítima”, concluiu Leitão.

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Pesquisa aponta liderança de Kalil com 54,8% em Várzea Grande

Abdalla Zarour

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Assessoria

O candidato Kalil Baracat (MDB) lidera a corrida pela Prefeitura de Várzea Grande. Pesquisa do Instituto Avaliar divulgada nesta sexta-feira (30.10) mostra o candidato do MDB com 54,8% dos votos válidos.

Em segundo aparece o candidato Flávio Frical (PSB), com 25,9% dos votos válidos.

Emanuelzinho (PTB) é o terceiro com 15,8% e, Miltão (Psol), tem 3,5%.

Na pesquisa estimulada, quando os nomes de todos os candidatos são apresentados ao eleitor, Kalil aparece com 37,3% das intenções de voto. Nessa modalidade, Flávio Frical tem 17,6%; Emanuelzinho tem 10,7%; e Miltão tem 2,9%.

Outros 15,3% dos eleitores entrevistados disseram que votariam em branco, nulo ou nenhum; e 16,7% não souberam ou não opinaram.

Espontânea

Kalil também lidera na pesquisa espontânea, quando o entrevistador não apresenta a lista dos candidatos.

Nessa modalidade, Kalil tem 24,5%; Flávil Frical tem 12,6%; Emanuelzinho tem 6,5%; e Miltão tem 1,4%.

Do total de entrevistados, 0,4% disseram que votariam em outros candidatos; 16,3% votariam em nulo, branco ou nenhum; e 38,3% não souberam ou não opinaram.

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A pesquisa

O Instituto Avaliar entrevistou 680 eleitores em Várzea Grande no período de 26 a 28 de outubro.

A margem de erro é de 3,75 pontos percentuais para mais ou para menos. E o nível de confiança é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número: MT-01549/2020.

Pesquisa Avaliar VG - 301020

Pesquisa Avaliar VG - 301020

Pesquisa Avaliar VG - 301020

 

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