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Trump: anúncio do vencedor de eleições nos EUA pode demorar meses

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O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse que os norte-americanos poderão ficar meses sem conhecer o vencedor da eleição presidencial de novembro, devido à discussão atual sobre o envio de cédulas pelos correios, reforçando as críticas a um método que poder ser usado por metade dos eleitores neste ano.

Especialistas  disseram que podem ser necessários vários dias, após a votação de 3 de novembro, até que o vencedor seja conhecido, uma vez que os funcionários responsáveis precisarão de tempo para contar os votos que chegarão após o dia da eleição.

Ao discursar em comício em Newport News, na Virgínia, Trump disse que prefere descobrir rapidamente se ganhou ou perdeu do que esperar que as cédulas cheguem pelos correios. “Gosto de assistir televisão e ouvir “O vencedor é…”, certo? Mas, nesse caso, você pode passar meses sem ouvir isso, porque está tudo uma bagunça”, disse.

“É muito improvável que você conheça um vencedor naquela noite. Eu posso estar liderando os votos e eles continuarão recebendo cédulas e cédulas e cédulas. Porque agora estão dizendo que as cédulas podem demorar a chegar.”

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Decisões judiciais deste mês permitiram que autoridades nos estados de Michigan, Pensilvânia, Wisconsin e Carolina do Norte contabilizem as cédulas de voto que cheguem depois de 3 de novembro, desde que tenham sido enviadas até o dia da eleição.

As pesquisas de opinião mostram que mais democratas do que republicanos planejam votar pelos correios para evitar exposição à covid-19 em zonas eleitorais com aglomerações. A campanha de Trump abriu processos em vários estados para restringir a votação por correspondência.

Nos últimos dias, Trump recusou a se comprometer com uma transferência pacífica de poder caso perca a eleição para o democrata Joe Biden, e disse que espera que a Suprema Corte tenha que declarar o vencedor.

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Google diz que processo é “profundamente falho”

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O Google afirmou nesta terça-feira (20) que o processo aberto pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos contra a companhia por supostas violações à legislação de concorrência é “profundamente falho” e que os usuários terão mais dificuldade em acessar ferramentas de busca melhores e celulares se o governo norte-americano vencer o caso.

“A legislação antitruste norte-americana é projetada para promover a inovação e ajudar os consumidores, não para virar o jogo em favor de competidores particulares ou para tornar mais difícil para as pessoas receberem os serviços que elas querem”, disse o vice-presidente sênior do Google, Kent Walker, nesta terça-feira (20).

O processo aberto pelo departamento e por 11 estados dos EUA afirma que o Google usou seu poder de mercado para afastar rivais, incluindo acordos de distribuição que deram ao seu mecanismo de buscas na internet lugar de destaque em celulares e programas de navegação pela web.

O Google afirma que esses acordos, nos quais compartilha receita com distribuidores como a Apple, ajudam a subsidiar o custo dos celulares.

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Fabricantes poderiam usar outros motores de busca em seus aparelhos, mas os usuários repetidamente mostraram preferência pelas ferramentas do Google, disse Walker. Os consumidores que preferem outros sistemas de busca podem fazer a opção em seus aparelhos, disse o executivo.

Forçar os fabricantes de aparelhos e desenvolvedores de aplicativos a definirem “alternativas de busca de qualidade menor” como padrão não é benéfico para os consumidores, disse o vice-presidente do Google.

O executivo também descreveu como incorreta a conclusão do departamento de que ferramentas de busca baseadas em assuntos, como os serviços de viagem Kayak e Expedia ou o site de compras da Amazon.com, não são competidores do sistema de buscas do Google.

Para o Google, disse Walker, a popularidade destas ferramentas de buscas reduz a participação de mercado da companhia ante uma situação em que apenas se inclui o mecanismo de buscas Bing, da Microsoft, e outras ferramentas generalistas.

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EUA pedem que Brasil “mantenha olhar crítico” sobre a China

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As principais autoridades norte-americanas exortaram o Brasil a monitorar cuidadosamente os investimentos chineses no país e os movimentos de Pequim para expandir sua influência na maior economia da América Latina por meio da venda de tecnologia 5G pela Huawei.

O representante comercial dos Estados Unidos (EUA), Robert Lighthizer, ressaltou o desejo do governo do presidente Donald Trump de expandir os laços econômicos com o Brasil, mas minimizou perspectivas de um acordo de livre comércio abrangente, dada a atual oposição do Congresso.

Lighthizer disse que os acordos comerciais alcançados com o Brasil na segunda-feira abririam o caminho para novas negociações sobre aço, etanol e açúcar e promoveriam maiores investimentos dos EUA, num momento em que Washington se move para fornecer um contrapeso à expansão da China na região.

“Eu diria claramente que há um elemento China em tudo o que todos nós fazemos”, disse Lighthizer em evento organizado pela Câmara Americana de Comércio. “A China tem feito movimento muito significativo no Brasil. Eles são o maior parceiro comercial do Brasil, então é algo que nos preocupa.”

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Os comentários de Lighthizer fazem parte de uma ampla campanha dos Estados Unidos para convencer o Brasil a evitar investimentos em tecnologia 5G da China e reduzir sua dependência das importações chinesas.

O assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, disse que o governo norte-americano instou o presidente Jair Bolsonaro e outras autoridades brasileiras a acompanhar de perto os investimentos e tecnologias avançadas da China, como fez Washington.

“Incentivamos o Brasil a tentar trabalhar junto para garantir que vigiemos a China com atenção no que diz respeito a todos os tipos de tecnologia e telefonia e 5G”, disse ele no evento.

“Temos atuado aqui nos Estados Unidos, continuamos avançando, e é minha grande esperança que o Brasil atue conosco”, acrescentou. “Esperamos que o Brasil também mantenha um olhar crítico e cuidadoso sobre os investimentos chineses.”

O embaixador norte-americano em Brasília, Todd Chapman, alertou em julho que o país pode enfrentar “consequências” se permitir a Huawei em sua rede 5G, referindo-se aos avisos dos EUA de que a China não consegue proteger a propriedade intelectual.

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Os EUA intensificaram os esforços para limitar o papel da Huawei na implementação da tecnologia de alta velocidade de quinta geração no Brasil nos últimos meses. Os EUA acreditam que a Huawei entregará dados ao governo chinês para espionagem, uma afirmação que a Huawei nega.

Chapman disse no evento da Câmara de Comércio que Estados Unidos e Brasil pretendem dobrar o comércio bilateral em cinco anos ante valor atual de cerca de 100 bilhões de dólares.

Ele disse que o acordo assinado na segunda-feira representa um avanço substancial nos laços comerciais e ajudaria a facilitar futuras negociações.

Segundo Chapman, Estados Unidos e o Brasil também estão discutindo cooperação militar de “nível estratégico” e buscando formas de aumentar o intercâmbio de tecnologia.

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