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Auxílio: mulher pede os mil dólares na Justiça após fala de Bolsonaro

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Moradora do Rio reclama a diferença entre o valor que recebe, de R$ 2,4 mil, e os mil dólares que Bolsonaro citou na ONU, que equivalem a R$ 5,5 mil

Uma moradora do Rio de Janeiro foi à Justiça para receber os mil dólares de auxílio emergencial. Isso porque o presidente da República,  Jair Bolsonaro, disse em discurso na Organização das Nações Unidas (ONU) no início da semana que pagou cerca de  mil dólares de auxílio emergencial por pessoa. As informações sobre o caso foram obtidas pelo portal G1.

A beneficiária só ganhou R$ 2,4 mil do auxílio emergencial, em quatro parcelas de R$ 600. Já os mil dólares correspondem, na cotação atual do dólar, a aproximadamente R$ 5,5 mil. Ela pede a diferença à União.

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O discurso em que Bolsonaro disse que o auxílio emergencial é de mil dólares foi feito na terça-feira (22) na abertura da 75ª Assembleia Geral da ONU. Nesta semana, durante live em suas redes sociais,  Bolsonaro disse que arredondou o valor no discurso na ONU, e que o correto seria “US$ 960 ou 970”.

Mas, segundo a checagem do G1, o valor citado por Bolsonaro não corresponde à verdade. O beneficiário do auxílio recebeu, no máximo e somando as parcelas, R$ 4,2 mil, o equivalente a US$ 766.

As advogadas que representam a cliente, Leila Loureiro e Noemy Titan, dizem na petição que, na atual cotação do dólar, o valor total do auxílio que deveria ter sido recebido pela cliente é de R$ 5.540, se considerados os mil dólares.

“Dados os fatos acima, busca a presente pretensão o pagamento da diferença entre o valor recebido e o valor declarado pelo Presidente, de modo a materializar fielmente o benefício financeiro que foi destinado aos brasileiros, segundo expressamente proclamado pelo Chefe maior do estado”, argumentam as advogadas sobre o auxílio emergencial.

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As advogadas afirmam que o valor de  auxílio recebido teve “importantíssima relevância”, mas que não foi o suficiente para gastos como saúde, educação e moradia. Elas pedem ainda dano moral, totalizando a causa em R$ 9.420.

A juíza federal substituta, Angelina de Siqueira Costa, intimou a União Federal a prestar informações sobre o  auxílio em 10 dias. Caso não reconheça o pedido, a União deve apresentar contestação em até 30 dias.

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Voo mais longo do mundo voltará a ser realizado

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Contato Radar

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Raphael Magalhães

Voo mais longo do mundo voltará a ser realizado

Sem ser realizado desde o dia 25 de Março, o voo regular mais longo do mundo já tem data para voltar aos céus. A rota, operada pela Singapore Airlines, liga a Cingapura (SIN) com Nova York (JFK).

Portanto, a partir do dia 09 de Novembro o voo de 18 horas e 40 minutos será operado três vezes na semana. Apesar das restrições de viagens internacionais, a Singapore Airlines busca também movimentar uma grande quantidade de carga na rota.

Ademais, houve uma alteração quando em comparação ao voo realizado antes da pandemia. A partir de agora, o Airbus A350 da Singapore vai pousar no Aeroporto de John F. Kennedy -JFK, ao invés do Aeroporto de Newark, em Nova Jersey.

A aeronave está configurada com 254 assentos. 42 na Classe Executiva, 25 na Econômica Premium e 187 na Econômica.

Dessa forma, o voo SQ 24 vai operar às segundas, quartas e sábados. A partida do aeroporto de Changi se dará às 02h25, pousando em Nova York (JFK) às 07h30 do mesmo dia após 18 horas e 5 minutos de voo. No sentido contrário, o voo SQ 23 decola dos Estados Unidos às 22h30, pousando às 06h10, dois dias depois.

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Guedes assina acordo que pode chegar a R$ 1 bilhão com banco dos Estados Unidos

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Brasil Econômico

Paulo Guedes assina acordo
Agência Brasil

Paulo Guedes firma acordo com presidente do Exim Bank, Kimberly Reed

A visita da comitiva do governo Donald Trump a Brasília terminou com um acordo promissor para o Brasil. O ministro da Economia, Paulo Guedes , e a presidente do Exim Bank (Banco de Exportação e Importação dos EUA), Kimberly Reed, assinaram um documento para a identificação de possibilidades de financiar exportações estadunidenses ao Brasil, num valor que pode chegar a US$ 1 bilhão , equivalente a cerca de R$ 5,6 bilhões.

O tratado também prevê um comprometimento entre os dois países para aumentar a cooperação e as relações bilaterais no comércio de bens e serviços. As principais áreas beneficiadas pelo acordo são as de telecomunicações e 5G, energia, logística, manufaturas, infraestrutura e mineração. 

A assinatura foi feita durante cerimônia no Itamaraty, que contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro , o conselheiro de segurança nacional dos Estados Unidos, Robert O’Brien , Paulo Guedes e Kimberly Reed

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O evento comemorou o término das ações da delegação estadunidense no Brasil . Dentre os feitos dessa visita, estão a assinatura de um acordo de facilitação de comércio e conversas entre as autoridades, nas quais os EUA pediram para que o governo brasileiro estabeleça impedimentos para a empresa chinesa Huawei em relação aos produtos 5G.

“Nós acreditamos que o acordo de colaboração econômica entre os Estados Unidos e o Brasil terá resultados promissores. O presidente Donald Trump está comprometido com a prosperidade econômica, segurança nacional e com o direito à liberdade”, declarou Reed.

O Exim Bank divulgou também que está pronto para considerar um pedido da Gol Linhas Aéreas para o financiamento de aeronaves da Boeing. Esta seria uma negociação milionária, na qual a entrega dos aviões está prevista para o ano de 2021. 

O ministro Paulo Guedes disse, em discurso, que o Brasil está passando por um processo de abertura econômica. Ele citou também o acordo do Mercosul com a União Europeia, assim como negociações com nações como Canadá e Japão.

Guedes apontou a diferença entre o primeiro ano do governo, onde o objetivo era controlar as despesas públicas, e o momento atual, no qual a equipe econômica tenta expandir os horizontes de investimentos . O foco dos investimentos é nas áreas de infraestrutura logística, petróleo e gás natural.

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De acordo com o ministro, o Congresso está aprovando a modernização dos marcos regulatórios.

“Estamos num grande esforço de aproximação e abertura da economia brasileira. Agora, uma aproximação também onde nós temos o sentido de geopolítica. Nó comercializamos com o mundo inteiro”, disse Guedes. “Então nós sabemos quem são nossos parceiros geopolíticos e ao mesmo tempo praticamos comércio com todo o mundo”, completou.

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