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PF incinera quase meia tonelada de drogas em Cruzeiro do Sul/AC

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Cruzeiro do Sul/AC – A Polícia Federal incinerou, ao final da tarde de quinta-feira (24/9), quase meia tonelada de drogas. O montante destruído é resultante da apreensão realizada na manhã de ontem, fruto da ação conjunta da Polícia Federal, GEFRON, Polícia Civil e Militar, que compõem a Operação Hórus-Acre.

A celeridade na incineração dos entorpecentes foi possível em razão do dinamismo do Judiciário e Ministério Público de Cruzeiro do Sul/Ac.

As drogas foram incineradas na presença dos policiais federais, bem como representante do Ministério Público.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Acre

Fone: (68) 3212-1200 / 3212-1211/ 3212-1213
E-mail: [email protected]

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PF investiga irregularidades em contratação realizada por Órgão público no Espírito Santo

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou hoje (20/10) a Operação “Folha de Conto”, com o objetivo de investigar o desvio de recursos públicos por empresa contratada pelo DNIT para a prestação de serviços de supervisão das obras na BR 262, no Espírito Santo.

A operação contou com a participação de cinco policiais federais, sendo realizado o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, em Belo Horizonte/MG, na sede da empresa investigada.

 

ENTENDA O CASO

 

De acordo com as investigações, a empresa contratada pelo DNIT apresentava ao Órgão comprovantes de serviços prestados com informações falsas. As medições dos serviços de fiscalização eram fraudadas através da inserção de dados falsos sobre a quantidade de prestadores de serviços da empresa e o número de veículos empregados no trabalho.

Após identificação de irregularidades na execução do contrato, foi realizada fiscalização que emitiu Nota Técnica estimando um prejuízo de cerca de R$ 615 mil (a preço inicial) causado pela empresa investigada junto à autarquia contratante.

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Apura-se ainda, se as testemunhas dos fatos investigados foram ameaçadas para que prestassem informações inverídicas à Polícia Federal.

CRIMES INVESTIGADOS

Se comprovadas as informações até o momento levantadas, os investigados responderão pelo delito de peculato, art. 312 do Código Penal , cuja pena varia de 2 (dois) a 12 (doze) anos de reclusão, e ameaça, art. 147 do Código Penal, cuja pena varia de (01) um a 6 (seis) meses de detenção.

Art. 312 – Apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio:

Pena – reclusão, de dois a doze anos, e multa.

Art. 147 – Ameaçar alguém, por palavra, escrito ou gesto, ou qualquer outro meio simbólico, de causar-lhe mal injusto e grave:

Pena – detenção, de um a seis meses, ou multa.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Espírito Santo

Telefone: (27) 3041-8051/8029

 

*** O nome da operação é um trocadilho com folha de ponto, pois na verdade a empresa investigada apresentava folha de ponto com informações falsas à autarquia federal contratante do serviço, ou seja, incluía nas medições encaminhadas ao órgão público contratante folhas de ponto de funcionários que não estavam de fato prestando serviços no local.

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PF apura irregularidades na contratação de alimentação hospitalar em Macapá/AP

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Macapá/AP – A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (20/10) a Operação Banquete, para apurar irregularidades em processo licitatório na contratação de alimentação hospitalar em Macapá/AP.

Na ação, que resultou de trabalho com apoio do Ministério Público Federal (MPF), cerca de 40 policiais federais cumprem 10 mandados de busca e apreensão em Macapá/AP. Durante o cumprimento de buscas, foram apreendidos mais de R$ 123 mil em dinheiro.

Segundo as investigações, baseadas em relatórios emitidos pela Controladoria Geral da União (CGU), fortes indícios apontam que ocorreram fraude à licitação na contratação de empresa para o fornecimento de alimentação hospitalar no estado.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de associação criminosa, fraude à licitação e peculato. Se condenados, poderão cumprir pena de até 19 anos de reclusão.

 

 Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá

[email protected] | www.pf.gov.br

 (96) 3213-7500

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