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Russomanno lidera corrida em São Paulo com 29% das intenções, diz Datafolha

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homem falando e m microfone
Reprodução/Facebook

Celso Russomanno concorreu à prefeitura da capital paulista em 2012 e 2016.

Uma pesquisa Datafolha divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo na manhã desta quinta-feira (24) mostra  o deputado Celso Russomanno (Republicanos) liderando a corrida eleitoral para a prefeitura de São Paulo com 29% das intenções de voto.

Depois de Russomanno, o candidato com mais intenção de votos é o atual prefeito da cidade, Bruno Covas (PSDB), com 20% das intenções. O número de pessoas que afirmam que votarão branco ou nulo é de 17%, maior do que as intenções de voto para outros candidatos da capital. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Atrás de Russomanno, Covas e dos votos em branco, o Datafolha elenca o candidato Guilherme Boulos (Psol) com 9% das intenções de voto e Márcio França (PSB) com 8% das intenções. Ao todo, 1.092 pessoas foram ouvidas pelo instituto de pesquisa entre a segunda-feira (21) e a terça-feira (22).

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Entre os candidatos com 2% das intenções de voto estão Jilmar Tato (PT), Andrea Matarazzo (PSD), Arthur do Val (Patriota) e Vera Lúcia (PSTU).

A deputada Joice Hasselmann, do PSL, aparece na ponta da pesquisa com 1% de intenções de voto, junto com Levy Fidelix (PRTB), Marina Helou (Rede), Orlando Silva (PCdoB) e Felipe Sabará (Novo), que teve pedido para candidatura interrompida após ser suspenso do partido. O candidato Antônio Carlos Siva, do PCO, não pontuou na pesquisa Datafolha.

A Folha lembrou, porém, que nas campanhas da prefeitura em 2012 e 2016, Russomanno também tinha bom desempenho. Em nenhum dos casos ele chegou ao segundo turno.

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Proposta prevê seguro-desemprego para funcionário de empresa que suspender atividades na pandemia

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Gustavo Sales/Câmara dos Deputados
A atual situação da ANCINE. Dep. Marcelo Calero(CIDADANIA - RJ)
Marcelo Calero: o projeto visa aliviar a situação das empresas e proteger os trabalhadores

O Projeto de Lei 779/20 permite que as empresas obrigadas a parar durante calamidade pública ou emergência em saúde pública suspendam, por 90 dias, os contratos dos seus empregados, que passarão a receber seguro-desemprego durante o período. O texto tramita na Câmara dos Deputados.

A proposta do deputado Marcelo Calero (Cidadania-RJ) prevê também o pagamento excepcional de seguro-desemprego, por 90 dias, aos trabalhadores desempregados que já tenham ou estejam recebendo o benefício.

Calero afirma que o projeto visa aliviar a situação das empresas obrigadas a fechar por força de decreto local ou federal durante calamidade pública e, ao mesmo tempo, proteger os trabalhadores.

O projeto altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e a Lei do Seguro-Desemprego.

Tramitação
O projeto tramita em cárater conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Os trabalhos das comissões estão suspensos em razão da pandemia de Covid-19 e, por esse motivo, o texto poderá ser analisado diretamente no Plenário.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Janary Júnior
Edição – Pierre Triboli

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Projeto prevê número telefônico exclusivo para receber denúncias de violência contra idosos

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Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados
Breves comunicações. Dep. Deuzinho Filho(REPUBLICANOS - CE)
Deuzinho Filho: “Precisamos resgatar a autoestima dos idosos e prevenir futuras agressões”

O Projeto de Lei 4861/20 prevê a criação, pelo poder público, de um número exclusivo de telefone para receber denúncias de violência contra idosos. Tal número deverá ser divulgado em locais públicos e privados de grande circulação de pessoas, como hotéis, restaurantes, salões de beleza e supermercados.

Conforme o texto, os estabelecimentos deverão afixar placas com a advertência de que violência contra idosos é crime e deve ser denunciada.

A proposta foi apresentada à Câmara dos Deputados pelo deputado Deuzinho Filho (Republicanos-CE). O texto acrescenta a medida ao Estatuto do Idoso.

“Infelizmente, há casos de idosos submetidos a condições desumanas, privados de alimentação, humilhados psicologicamente. Muitos familiares se aproveitam da boa situação financeira do idoso e utilizam sem seu consentimento bens materiais, aposentadorias e benefícios. Precisamos resgatar a autoestima das pessoas idosas e prevenir futuras agressões. Esta é a finalidade de disponibilizar um número exclusivo para o recebimento de denúncias”, defende o parlamentar.

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Atualmente, os casos de violência contra idosos são reportados ao Disque 100, o canal do governo federal que recebe denúncias de violação dos direitos humanos.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli

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