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Covid-19: maioria dos norte-americanos deve ser vacinada até julho

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Uma das maiores autoridades de saúde dos Estados Unidos (EUA), Robert Redfield, disse a um comitê do Senado, nessa quarta-feira (23), que acredita que a vacinação contra a covid-19 ocorrerá ao longo de vários meses e que a maioria dos norte-americanos poderá estar vacinada até julho de 2021.

Chefe do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, Redfield afirmou que acredita que haverá cerca de 700 milhões de doses de vacinas até o fim de março ou abril, o suficiente para 350 milhões de pessoas.

“Acho que vamos precisar de abril, maio, junho, vocês entendem, possivelmente julho, para que o público americano inteiro seja completamente vacinado”, disse ele ao Comitê de Saúde, Educação, Trabalho e Pensões do Senado.

Além de Redfield, Stephen Hahn, chefe da Agência de Alimentos e Medicamentos (FDA), Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, e Brett Giroir, autoridade dos Serviços Humanos e de Saúde, participaram de audiência a respeito da pandemia de covid-19, que já matou mais de 200 mil pessoas nos EUA.

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Ainda não existe vacina contra a doença, mas há várias em testes de estágio avançado no país, como as da Pfizer, da Moderna e da Johnson & Johnson As empresas começaram a fabricar as vacinas contando com uma autorização regulatória rápida assim que for provado que funcionam.

Para Anthony Fauci, 50 milhões de doses deverão estar disponíveis em novembro, 100 milhões até o fim de dezembro e um total de 700 milhões até abril.

Autoridades de saúde e o presidente Donald Trump expressaram opiniões diferentes a respeito de quando as vacinas estarão disponíveis para a maioria dos norte-americanos. O processo de decisão de como distribuir as vacinas cabe em grande parte ao CDC.

Redfield disse que a Operação Warp Speed, grupo governamental que conta com autoridades dos departamentos da Saúde, dos Serviços Humanos e da Defesa, decidirá como alocar as vacinas.

A senadora Patty Murray, a democrata mais graduada do comitê, citou alguns exemplos noticiados da pressão do governo Trump sobre as agências de saúde, o que inclui autorizações da FDA para a hidroxicloroquina e o plasma convalescente como tratamentos para a covid-19, e mudanças na diretriz do CDC para testes em indivíduos assintomáticos.

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“Qualquer um desses exemplos de pressão política seria alarmante por si só. Mas, juntos, eles traçam um padrão claro de interferência que é simplesmente aterrorizante”, disse.

O chefe da FDA garantiu que a agência examinará a segurança e eficácia das vacinas para a covid-19, minimizando o papel do governo Trump em seu processo de autorização.

“A FDA não autorizará ou aprovará uma vacina com a qual não nos sentiríamos confortáveis de dar às nossas famílias”, disse o dr. Stephen Hahn.

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Papa condena ataque “selvagem” a uma igreja na França

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O papa Francisco condenou como “selvagem” um ataque no qual três pessoas foram mortas em uma igreja em Nice, na França, nesta quinta-feira (29), e o Vaticano afirmou que terrorismo e violência nunca foram aceitáveis.

“Informado sobre o ataque selvagem perpetrado nesta manhã em uma igreja em Nice, causando a morte de várias pessoas inocentes, Sua Santidade, o papa Francisco, se une em oração com o sofrimento das famílias e compartilha sua dor”, diz mensagem enviada em nome do pontífice ao bispo de Nice.

Segundo a mensagem, o papa condena “da maneira mais enérgica esses violentos atos de terror” e pede que o povo francês permaneça unido.

Anteriormente, o porta-voz do Vaticano, Matteo Bruni, disse que o ataque “semeou a morte em um lugar de amor e consolação”, uma casa de Deus.

“É um momento de dor em tempos de confusão. Terrorismo e violência nunca podem ser aceitos”, afirmou Bruni.

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Em reta final, Trump e Biden levam luta eleitoral à decisiva Flórida

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu rival democrata, Joe Biden, falarão a apoiadores nesta quinta-feira (29) no Estado-chave da Flórida, visitando a mesma cidade com horas de intervalo e explicitando suas abordagens contrastantes para a pandemia ressurgente de coronavírus.

Pesquisas de opinião mostram Biden com uma vantagem considerável nacionalmente, mas esta dianteira é menor nos Estados cruciais. Uma sondagem Reuters/Ipsos divulgada na quarta-feira apontou que Trump está em um empate virtual com Biden na Flórida — 49% dizem que votarão em Biden e 47% no presidente.

Com seus 29 votos eleitorais, o Estado é um grande prêmio na eleição da próxima terça-feira.

Trump realizará um comício ao ar livre em Tampa. Milhares de pessoas se reuniram em comícios recentes do republicano, muitas delas sem máscaras, apesar das recomendações de saúde pública.

Em contraste, o comício que Biden realizará mais tarde em Tampa será no formato de drive-in, no qual os espectadores permanecem em seus carros. Ele tinha um evento semelhante agendado mais cedo no condado de Broward, no sul da Flórida.

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A pandemia que causou uma reviravolta na vida de todo o país, matando mais de 227 mil pessoas e tirando milhões de empregos, está voltando com força nas vésperas da eleição.

Nesta semana, Trump refutou diversas vezes a ameaça da pandemia, afirmando que seus rivais e a mídia noticiosa pararão de lhe dar atenção após a eleição, ao mesmo tempo em que líderes da Europa correm para reagir ao ressurgimento da doença naquele continente.

Edição: Maria Claudia

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