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Xiaomi vai rodar a Índia em vans para vender celulares à população rural

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Reprodução/GizmoChina

Xiaomi criou lojas itinerantes

A Xiaomi anunciou a estruturação de um modelo bastante pitoresco de vendas para o mercado indiano: a fabricante chinesa deve inaugurar uma espécie de “loja itinerante”, onde oferecerá vários de seus produtos por meio de vans que cobrirão rotas rurais no país do sul asiático.

A chamada ” Mi Store on Wheels ” (literalmente, “Mi Store sobre Rodas” ou, na sigla da empresa, “MSoW”) oferecerá não apenas smartphones da fabricante chinesa, mas também contará com ofertas de fones de ouvido, baterias externas (powerbanks), câmeras de vigilância, óculos de sol e até televisores smart. A ideia é tirar proveito das “haats” semanais – nome atribuído a grandes feiras abertas realizadas na zona rural da Índia.

“As lojas MSoW serão totalmente seguras para os consumidores visitarem”, afirmou Muralikrishnan B, COO da Mi India, em relação às preocupações com a Covid-19 . “Com essa nova iniciativa e a mais ampla rede de marca única de varejo, nós estamos determinados a atingir as áreas mais remotas do país e chegar aos consumidores que mais necessitam, levando a experiência de uma Mi Store aos seus bairros”.

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A medida busca manter e ampliar a posição de liderança da Xiaomi no mercado indiano. Segundo a agência de notícias Bloomberg, apesar de um amplo sentimento “anti-China” – em muito alavancado pela guerra comercial do país asiático com os Estados Unidos -, a fabricante foi capaz de assegurar o primeiro lugar no ranking de empresas de smartphones , mesmo com a Índia apresentando uma crescente rejeição a aparelhos vindos da China.

Atualmente, a Xiaomi conta com cerca de 8 mil parceiros comerciais preferenciais na Índia, sendo 4 mil grandes varejistas e 3 mil lojas próprias.

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Google sofre maior processo antitruste dos últimos 20 anos nos EUA; entenda

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Unsplash/Kai Wenzel

Google sofre processo nos EUA

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos processou o Google nesta terça-feira (20) por práticas antitruste. A empresa é acusada de ter um monopólio injusto sobre publicidade relacionadas a pesquisas.

A acusação é de que o Google viola a lei antitruste dos Estados Unidos ao usar seu poder de mercado para reduzir a presença de rivais. A norma prevê, por outro lado, concorrências leais.

Esse é o maior processo antitruste dos EUA nos últimos 20 anos. A ação é comparável com a movida contra a Microsoft , em 1998, e contra a AT&T , em 1974, como afirma o procurador-geral Jeffrey A. Rosen.

Além dessa acusação, o Departamento de Justiça discorda dos termos em torno do Android , que força os fabricantes de smartphones a pré-carregar aplicativos e definir o Google como mecanismo padrão de busca, impedindo de empresas rivais ganhem espaço e aumentando a quantia que recebe por publicidade em pesquisas.

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“O Google paga bilhões de dólares a cada ano a distribuidores para garantir o status do seu mecanismo de busca e, em muitos casos, para proibir especificamente as contrapartes do Google de negociar com concorrentes”, afirma o processo.

Entre os distribuidores, o Departamento de Justiça destaca fabricantes de smartphones (Apple, LG, Motorola e Samsung), operadoras sem fio dos EUA (AT&T, T-Mobile e Verizon) e desenvolvedores de navegadores (Mozilla, Opera e UCWeb).

As possíveis punições ainda serão discutidas e não foram sugeridas pelo departamento. Muitas opções devem ser analisadas, como multas, restrições aos negócios movidos a publicidade ou dividir serviços e produtos em negócios separados. As duas últimas possibilidades ainda poderiam ajudar concorrentes a buscar clientes. No entanto, é possível que se leve anos até que cheguem a um veredito.

Outras investigações

Esta investigação está longe de ser a primeira sobre práticas antitruste que o Google esteve envolvido. Em 2011, a Federal Trade Commission lançou uma análise semelhante, mas desistiu anos depois após acordo com a empresa. A União Europeia já iniciou várias investigações sobre monopólio ilegal contra a gigante de busca, e as multas emitidas totalizam mais de US$ 9,6 bilhões. O Google contestou todas elas.

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Além disso, no início do ano, o CEO da empresa, Sundar Pichai , participou da audiência antitruste organizada pelo Subcomitê Antitruste da Câmara Judiciária. Além dele, representantes da Amazon , Apple e Facebook foram convidados. Na ocasião, foi recomendado que as quatro empresas fossem divididas em negócios menores, o que foi prontamente negado pelas mesmas.

Repercussão

Após a abertura do processo, a empresa e concorrentes se manifestaram. Um porta-voz do próprio Google afirmou que o processo é falho, e que “as pessoas usam o Google porque querem”. Além disso, destacou que uma declaração mais completa deve ser divulgada na quarta-feira (21).

Já Gabriel Weinberg, CEO do DuckDuckGo , postou no Twitter que está satisfeito com “este passo fundamental para responsabilizar o Google pelas formas como bloqueou a concorrência”.

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Xiaomi descontinua 11 modelos de celular no Brasil; veja a lista

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Divulgação/Xiaomi

Loja da Xiaomi no Shopping Ibirapuera

A Xiaomi está enxugando a oferta de smartphones no mercado brasileiro. A fabricante chinesa vem retirando alguns modelos de sua linha de vendas – e não se trata de uma troca de mostruário. Se, antes, a Xiaomi contava com 23 aparelhos distintos , o varejo nacional a partir desta terça-feira (20) passará a contar com “apenas” 12.

Não há um prazo definitivo para que a descontinuidade seja efetivada, já que a Xiaomi informou que a medida vem sendo implementada aos poucos. Alguns modelos, porém, já constam como esgotados nas lojas online oficiais – isso, quando são listados na busca.

Os modelos a serem retirados do mercado são:

  • Mi 9 SE
  • Mi 9T
  • Mi 8 Lite
  • Mi A3
  • Pocophone F1
  • Redmi 7
  • Redmi 7A
  • Redmi Go
  • Redmi Note 6 Pro
  • Redmi Note 7
  • Redmi Note 8
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Paralelo a isso, a Xiaomi , por meio de sua distribuidora DL Eletrônicos , também confirmou os modelos que ficarão disponíveis:

  • Poco X3 NFC
  • Mi Note 10
  • Mi 9
  • Redmi 8A
  • Redmi 8
  • Redmi Note 8 Pro
  • Redmi 9A
  • Redmi 9C
  • Redmi 9
  • Redmi Note 9
  • Redmi Note 9S
  • Redmi Note 9 Pro

Do velho ao novo

A Xiaomi informou que a descontinuidade é um processo natural, e deve abrir espaço para a entrada de novos produtos, com tecnologia mais avançada. Atualmente, a fabricante chinesa conta com suas operações de venda online, além de cerca de 5 mil pontos de venda por todo o Brasil e duas lojas de grande porte oficiais – estas, nos shoppings Center Norte e Ibirapuera, em São Paulo.

Vale citar que alguns dos pontos de venda também trabalham com modelos importados – ou seja, os aparelhos que deixam o Brasil ainda poderão ser adquiridos por este método. Porém, tais smartphones não contarão com suporte oficial e assistência técnica assegurada por garantia, além de ter uma flutuação de preço maior considerando a variação do dólar frente ao real.

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Desde fevereiro, a Xiaomi vem flertando com a ideia de instalar uma operação de fábrica no Brasil – o que deve, em tese, baratear o preço dos produtos nas lojas. Entretanto, esse plano ainda não foi concretizado.

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