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Sem máscaras, Eduardo e Flávio Bolsonaro visitam aldeia indígena no Amazonas

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ESTADÃO CONTEÚDO

Flávio e Eduardo Bolsonaro posam sem máscaras ao lado de indígenas no Amazonas


Sem máscaras e sem respeitar o distanciamento social imposto pela pandemia do novo coronavírus , o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) visitiram, recentemente, uma aldeia indígena no Amazonas. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (23) pela  Folha de S.Paulo.


Uma foto, publicada nas redes sociais do presidente da Embratur, Gilson Machado Neto, mostra os filhos do presidente Jair Bolsonaro sem máscaras , ao lado dos índios e do secretário de Aquicultura e Pesca, Jorge Seif Júnior. 

Outras imagens compartilhadas pelo governador do Amazonas, Wilson Lima, confirmam a visita à aldeia, apesar de, em outro momento, ambos os irmãos terem utilizado o equipamento de proteção individual.

Perigo para os indígenas

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Por não terem histórico de interação com os mesmos vírus e bactérias que a maioria da população urbana, os indígenas possuem um sistema imunológico mais sensível .

A exposição ao novo coronavírus implica em riscos mais graves a esses povos. Dados recentes da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) indicam que 32,9 mil índios foram contaminados pela Covid-19 e 825 já morreram  por causa da doença. 

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Bolsonaro pede que votem em Carlos: “Para continuar me ajudando em Brasília”

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Bolsonaro fez campanha para seu filho na live de quinta-feira (29)
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Bolsonaro fez campanha para seu filho na live de quinta-feira (29)

Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a fazer lobby, na live de hoje (29), pela reeleição de seu filho, Carlos Bolsonaro (Republicanos), atual vereador do Rio de Janeiro.

“Você votaria nele se fosse eleitora no Rio?”, questionou o presidente, se dirigindo à ministra da Agricultura, Tereza Cristina. “Trabalha igual um condenado nas mídias sociais, é meu filho, né? Sou suspeito para falar dele. Quem puder colaborar, não tem candidato ainda, ajude Carlos Bolsonaro a ser reeleito, porque vai continuar me ajudando bastante em Brasília.”

Vale lembrar, porém, que a abrangência do cargo de vereador é municipal , e, portanto, compete a Carlos Bolsonaro legislar e representar a câmara dos vereadores apenas da cidade para a qual foi eleito, o Rio de Janeiro (RJ).

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Outros candidatos também receberam o apoio do presidente, incluindo Celso Russomanno e Marcelo Crivella, candidatos à prefeitura de São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente. Os dois são filiados ao Republicanos, mesmo partido do filho.

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Rejeição à vacina cresce em quatro meses; 37% não sabem se tomariam

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Rejeição à vacina é impulsionada por declarações de Jair Bolsonaro (sem partido)
O Antagonista

Rejeição à vacina é impulsionada por declarações de Jair Bolsonaro (sem partido)

Uma pesquisa que ouviu 2.500 brasileiros de 488 municípios mostrou que a taxa dos brasileiros que confirmam que tomariam vacina contra Covid-19 diminuiu nos últimos quatro meses: 62 % afirmaram que tomariam, enquanto 37% não se mostram convictos (22% afirma que com certeza não tomariam, e 15% não sabem).

O levantamento foi realizado pelo PoderData em parceria com o Grupo Bandeirantes. Os dados foram coletados entre 26 e 28 de outubro, após as discussões entre o governador do Estado de São Paulo, João Doria (PSDB) e o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Alta rejeição entre Bolsonaristas

A opinião de Jair Bolsonaro acerca da vacinação parece ter influenciado o aumento da rejeição.  Entre seus eleitores, 33% afirmam que “não tomariam de jeito nenhum”, enquanto 17% apontam estarem em dúvida.

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Não existe ainda um imunizante pronto para ser aplicado. A Coronavac, rejeitada pelo chefe do executivo, está na terceira e última fase de testes – o teste de eficácia. O diretor do Instituto Butantan, que produzirá o imunizante em parceria com o laboratório Sinovac, diz que a substância é comprovadamente segura.

Recorte demográfico

Observam-se as maiores proporções de pessoas que “com certeza tomariam” a a vacina nos seguintes grupos:

  • moradores da região Sul (78%);
  • os que recebem de 2 a 5 salários mínimos (72%);
  • os que recebem mais de 10 salários mínimos (94%).

Já entre os que não tomariam, as maiores proporções são:

  • moradores da região Centro-Oeste (36%);
  • desempregados ou sem renda fixa (28%);
  • os que recebem até 2 salários mínimos (29%).

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