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Polícia Federal faz a sétima incineração de drogas em Guaíra neste ano

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Guaíra/PR – A Polícia Federal promoveu nesta terça e quarta-feira (22 e 23/9) a sétima incineração de drogas do ano. Os trabalhos ocorreram em uma Cooperativa de Produtores na cidade de Mundo Novo/MS, onde foram queimadas pouco mais de 17 toneladas de maconha em dois dias. Com essas duas ações já se somam mais de 60 toneladas de drogas, retiradas de circulação.

Neste ano de 2020, a quantidade de drogas apreendidas aumentou significativamente em relação ao ano anterior. Em 2019, a Polícia Federal de Guaíra/PR incinerou pouco mais de 11 toneladas de drogas, contra mais de 60 toneladas deste ano de 2020.

Estas drogas são oriundas do trabalho de apreensões ocorridas em toda a região da circunscrição de Guaíra/PR, nas rodovias, portos, zona rural e nos patrulhamentos do Rio Paraná, visando combate ao tráfico de entorpecentes.

O tráfico de drogas é uma triste realidade da região, por conta da proximidade com a fronteira, mas a Polícia Federal, juntamente com as demais Forças Policiais (PRF e BPFRON), está engajada no combate ao tráfico de drogas, a fim de mudar essa realidade.

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Comunicação Social PF/Guaíra/PR
Disque denúncia: (44) 3642-9131

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PF investiga irregularidades em contratação realizada por Órgão público no Espírito Santo

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou hoje (20/10) a Operação “Folha de Conto”, com o objetivo de investigar o desvio de recursos públicos por empresa contratada pelo DNIT para a prestação de serviços de supervisão das obras na BR 262, no Espírito Santo.

A operação contou com a participação de cinco policiais federais, sendo realizado o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, em Belo Horizonte/MG, na sede da empresa investigada.

 

ENTENDA O CASO

 

De acordo com as investigações, a empresa contratada pelo DNIT apresentava ao Órgão comprovantes de serviços prestados com informações falsas. As medições dos serviços de fiscalização eram fraudadas através da inserção de dados falsos sobre a quantidade de prestadores de serviços da empresa e o número de veículos empregados no trabalho.

Após identificação de irregularidades na execução do contrato, foi realizada fiscalização que emitiu Nota Técnica estimando um prejuízo de cerca de R$ 615 mil (a preço inicial) causado pela empresa investigada junto à autarquia contratante.

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Apura-se ainda, se as testemunhas dos fatos investigados foram ameaçadas para que prestassem informações inverídicas à Polícia Federal.

CRIMES INVESTIGADOS

Se comprovadas as informações até o momento levantadas, os investigados responderão pelo delito de peculato, art. 312 do Código Penal , cuja pena varia de 2 (dois) a 12 (doze) anos de reclusão, e ameaça, art. 147 do Código Penal, cuja pena varia de (01) um a 6 (seis) meses de detenção.

Art. 312 – Apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio:

Pena – reclusão, de dois a doze anos, e multa.

Art. 147 – Ameaçar alguém, por palavra, escrito ou gesto, ou qualquer outro meio simbólico, de causar-lhe mal injusto e grave:

Pena – detenção, de um a seis meses, ou multa.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Espírito Santo

Telefone: (27) 3041-8051/8029

 

*** O nome da operação é um trocadilho com folha de ponto, pois na verdade a empresa investigada apresentava folha de ponto com informações falsas à autarquia federal contratante do serviço, ou seja, incluía nas medições encaminhadas ao órgão público contratante folhas de ponto de funcionários que não estavam de fato prestando serviços no local.

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PF apura irregularidades na contratação de alimentação hospitalar em Macapá/AP

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Macapá/AP – A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (20/10) a Operação Banquete, para apurar irregularidades em processo licitatório na contratação de alimentação hospitalar em Macapá/AP.

Na ação, que resultou de trabalho com apoio do Ministério Público Federal (MPF), cerca de 40 policiais federais cumprem 10 mandados de busca e apreensão em Macapá/AP. Durante o cumprimento de buscas, foram apreendidos mais de R$ 123 mil em dinheiro.

Segundo as investigações, baseadas em relatórios emitidos pela Controladoria Geral da União (CGU), fortes indícios apontam que ocorreram fraude à licitação na contratação de empresa para o fornecimento de alimentação hospitalar no estado.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de associação criminosa, fraude à licitação e peculato. Se condenados, poderão cumprir pena de até 19 anos de reclusão.

 

 Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá

[email protected] | www.pf.gov.br

 (96) 3213-7500

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