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Homem que recebeu bilhete homofóbico em SC diz que se sentiu uma “aberração”

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O remetente do bilhete não se identificou.
Reprodução/Arquivo pessoal

O remetente do bilhete não se identificou.

Em Santa Catarina, dois rapazes foram vítimas de homofobia após serem vistos de mãos dadas . Um vizinho ficou incomodado com a cena e enviou um bilhete ao casal, dizendo que o condomínio é um “local de família” e que precisou explicar ao filho “o porquê de dois homens de mãos dadas andando pelo estacionamento”. As informações são do UOL .

O caso aconteceu no dia 11 de agosto, em Joinville. O maquiador Felipe Alves conta que ficou “indignado”. O analista de sistema Diógenes Renan diz que se sentiu uma “aberração” .

O bilhete foi deixado debaixo da porta do apartamento do casal e não possuía assinatura. 

“Olá vizinho. O Condomínio Piratuba é um local de família . Respeitamos todas as pessoas e não nos importamos com o que cada um faz dentro de sua casa. Mas essa semana eu tive que explicar pro meu filho pequeno o porquê de dois homens de mãos dadas andando pelo estacionamento. Respeito por favor”, dizia o recado.

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Para Diógenes, “foi um choque grande” receber a carta. “Você lê ‘respeito, por favor’, você se sente uma aberração, como se o que você estivesse fazendo fosse algo desrespeitoso e algo que não estivesse certo”, relatou à TV Globo.

“Trazer isso à tona e fazer com que as pessoas entendam que isso acontece, que a homofobia é um crime, é algo importante de se dizer”, reforça. “Todos somos humanos, todos somos capazes de amar”, conclui Diógenes.

Felipe e Diógenes registraram um boletim de ocorrência na Polícia Civil.

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Cidade do RS registra surto de vômito e diarreia

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Xangri-lá, no litoral norte do Rio Grande do Sul
Acervo Secretaria de Turismo e Meio Ambiente de Xangri-lá

Xangri-lá, no litoral norte do Rio Grande do Sul

Xangri-lá , município gaúcho de 16 mil habitantes passa por um surto de intoxicação alimentar . Desde o último sábado(17) até esta segunda(19), 94 pessoas procuraram atendimento médico, a maioria delas são crianças.

Segundo Luis Antonio Ferreira, secretário de Saúde da cidade, todos os pacientes relataram terem consumido picolé , comprado do mesmo vendedor, ainda não identificado, que passava de carro vermelho pelos bairros.

“A gente tem algumas suspeitas. É uma bactéria que está causando vômitos e diarreia. Pode ser provavelmente de alguma fábrica de picolés que andou circulando aqui na cidade no final de semana. Já conversamos também com as equipes da Corsan para averiguar se está tudo correto com a água, mas nada foi apontado. Em conversa com todos nossos pacientes que estão sendo atendidos com o mesmo sintoma, todos eles compraram picolé”, afirmou o secretário para o Zero Hora.

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Nenhum dos contaminados teve de ser internado, o procedimento padrão para este caso é fazer o soro e ir para casa, mas segundo Antonio, muitas pessoas tiveram de retornar ao posto de saúde pela persistência dos sintomas.

Amostras do picolé serão enviadas para o Laboratório Central do RS(Lacen) para verificar a suspeita nesta terça (20).

O Secretário, que diz ter “99% de chance de que seja” a causa da contaminação, clamou para a população de Xangri-lá que não consuma ou compre o sorvete.

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Pantanal: chuvas na região ajudam a diminuir focos de incêndio

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pantanal
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Pantanal: chuvas na região ajudam a diminuir focos de incêndio

A volta das chuvas na região do Pantanal está ajudando a diminuir os focos de incêndio na região, que há meses sofria por conta dos recordes históricos de queimadas. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a chuva contribuiu para a redução de 48,5% nos focos de calor na última semana.

As queimadas no Pantanal de Mato Grosso devastaram 2.215.000 hectares até o último domingo (11), conforme dados do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) em parceria com o Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais (LASA/UFRJ).

Com a volta das chuvas na região, brigadistas e bombeiros ganharam um importante aliado na luta para que as chamas não voltem a castigar a região.

Segundo os bombeiros, as mudanças climáticas dos últimos dias favoreceram as ações de combate nas regiões pantaneiras, após um longo período de estiagem e baixo nível do Rio Paraguai.

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A umidade do ar, que ficou vários dias abaixo dos 10%, agora passa dos 60%, considerada ideal.

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