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Celebração do ano-novo na Times Square, em Nova York, será virtual

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A Times Square, em Nova York, vai se despedir de 2020 sem as tradicionais aglomerações de pessoas que marcam a véspera do Ano Novo, com os organizadores da celebração anunciando nesta quarta-feira (23) planos para a realização de um evento menor e virtual em resposta à pandemia de covid-19.

Em um teaser (trailer promocional) preliminar sobre o que deve acontecer em 31 de dezembro, a Times Square Alliance disse que assistir à famosa queda da bola em 2021 será um evento digital para todos, com exceção de um grupo muito limitado de homenageados, que estarão presentes fisicamente com distanciamento social.

“Pessoas de todo o mundo estão prontas para se juntar aos nova-iorquinos nas boas-vindas ao ano novo, com a icônica queda da bola”, disse o prefeito Bill de Blasio em um comunicado. “Um novo ano representa um novo começo, e nós estamos animados para celebrar.”

A comemoração da véspera de Ano Novo na Times Square está entre as maiores do mundo, geralmente atraindo cerca de 1 milhão de pessoas, enquanto mais de 1 bilhão de pessoas assistem pela televisão à queda da bola do topo do One Times Square no momento da chegada do ano novo.

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Muitos dos detalhes e o entretenimento ao vivo, que compõem boa parte das horas de celebração que antecedem a contagem regressiva, ainda estão sendo determinados, afirmou a Times Square Alliance, coprodutora do evento.

Mas o presidente da aliança, Tim Tompkins, prometeu aos espectadores “ofertas virtuais, visuais e digitais significativamente novas e aprimoradas”, em uma celebração dos “espíritos corajosos e criativos” que ajudaram as pessoas a superar um ano que muitos prefeririam esquecer.

Edição: Denise Griesinger

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Manifestações no Chile acabam com igrejas incendiadas

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Dezenas de milhares de chilenos se reuniram na praça central de Santiago neste domingo (18) em lembrança aos protestos em massa que deixaram mais de 30 mortos e milhares de feridos um ano atrás, e manifestações inicialmente pacíficas culminaram em tumultos e saques à noite.

Pessoas haviam se congregado mais cedo em manifestações no centro da capital e em cidades de todo o Chile, que ganharam em tamanho e fervor durante o anoitecer. Muitas portavam cartazes e faixas caseiras com as cores do arco-íris pedindo um sim no referendo do próximo domingo (25), que perguntará se a população quer descartar a Constituição dos tempos da ditadura – uma das exigências nos protestos de 2019.

As manifestações, essencialmente pacíficas no início, foram marcadas por incidentes crescentes de violência, saques de supermercados e confrontos com a polícia em toda a capital mais tarde, no mesmo dia. Sirenes de caminhões de bombeiros, barricadas em chamas em estradas e fogos de artifício em ruas do centro aumentaram a sensação de caos em alguns bairros.

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O ministro do Interior chileno, Victor Pérez, falou no final da noite, elogiando os protestos pacíficos iniciais e criticando a desordem do fim do dia. Ele pediu aos chilenos para acertarem suas diferenças votando no referendo constitucional de 25 de outubro.

Mais de 15 estações de metrô foram fechadas temporariamente durante os tumultos, e vândalos atacaram outra igreja de Santiago, incendiando seu pináculo. A polícia usou gás lacrimogêneo e canhões de água durante confrontos com pessoas encapuzadas.

Protesto contra o governo do Chile na cidade de Quilpue durante o aniversário de um ano dos protestos e tumultos em 2019Protesto contra o governo do Chile na cidade de Quilpue durante o aniversário de um ano dos protestos e tumultos em 2019

Protesto contra o governo do Chile na cidade de Quilpue durante o aniversário de um ano dos protestos e tumultos em 2019 – Reuters/Ivan Alvarado/Direitos Reservados

Protestos

Inicialmente desencadeados por uma alta no preço do transporte público, o Chile enfrentou em 2019 a maior onda de protestos da história do país. A praça Itália, no centro da capital Santiago, foi palco de confrontos violentos entre diversos grupos de manifestantes e a polícia. Gás lacrimogêneo e jatos de água de alta pressão foram utilizados para tentar conter o avanço de grupos de manifestantes contra a polícia.

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O presidente do Chile, Sebastián Piñera, afirmou na época que o país estaria “em guerra” contra criminosos responsáveis pelos protestos violentos. Vários grupos de manifestantes usaram as redes sociais para convocar aliados, derrubar portões de estações de metrô e destruir catracas. Na manhã do dia 19 de outubro, várias cidades amanheceram em chamas, com prédios públicos e estabelecimentos comerciais vandalizados.

Mais de 10 mil policiais foram mobilizados apenas na capital. Os protestos se espalharam por todas as cidades chilenas, mesmo após o anúncio do cancelamento do reajuste nas tarifas de transporte. As Forças Armadas chilenas foram convocadas para controlar o caos nas ruas.

O aumento proposto pelo governo era de 3,75% – de 800 para 830 pesos chilenos.

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China vai proibir peregrinação individual a Meca a partir de dezembro

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O governo chinês vai proibir peregrinações individuais a Meca, a partir de dezembro, data em que todas as atividades relacionadas passam a ser organizadas pela Associação Islâmica da China, um órgão estatal.

Quem quiser cumprir a peregrinação deve ser “patriota e cumprir a lei, com boa conduta” e “não ter participado anteriormente”, segundo o novo regulamento publicado este mês pela Autoridade Estatal para Assuntos Religiosos da China.

Os candidatos devem registrar-se num portal e ficam sujeitos a seleção. As vagas, oferecidas anualmente, serão limitadas.

As autoridades chinesas asseguram que o novo regulamento visa “a proteger a liberdade de culto religioso dos cidadãos” chineses.

Na China, as autoridades religiosas de cada denominação precisam ser aprovadas por Pequim – e muitas vezes são supervisionadas por órgãos do Estado ou diretamente integradas a essas órgãos.

A China mantém mais de 1 milhão de membros da minoria étnica muçulmana uigur em campos de doutrinação na região de Xinjiang, no extremo noroeste do país, onde são forçados a abdicar da sua fé, língua e cultura, segundo organizações de defesa dos direitos humanos.

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Segundo as autoridades de Pequim, são “centros vocacionais” que servem para ensinar uma profissão aos uigures, enquanto os afastam do alegado extremismo religioso.

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