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ELEIÇÃO EM VG

Zaeli deixa PSDB e vai coordenar campanha de Flávio Vargas

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Política

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A estagnação econômico-social que assola Várzea Grande desde o século passado se deve à ausência de renovação política e alternância de poder, além da capacidade de os mesmos autores contarem muito bem a mesma mentira, uma eleição atrás da outra.

A tese é sustentada pelo ex-prefeito Tião da Zaeli, que anunciou a desfiliação do PSDB para ser coordenador geral da coligação liderada pelo candidato a prefeito Flávio Frical (PSB).

Sebastião dos Reis Gonçalves, o Tião da Zaeli, foi prefeito (2011-2012) e sentiu na pele o boicote do grupo de Jayme e Júlio Campos.

Ele sustenta que agora a população deve fazer a sua parte, em seu desejo de mudança na cidade, votando em Flávio Frical, para prefeito, no próximo dia 15 de novembro.

Ele lamentou o rumo que o PSDB tomou, ao declarar apoio ao pré-candidato da Família Campos, Kalil Baracat. Segundo ele, a decisão é cercada de incoerência.

“O PSDB passou anos fazendo oposição a gestão Lucimar aqui em Várzea Grande, e dizendo a todos que não caminhariam juntos. Eles precisam explicar os motivos que os levaram a fazer esta composição”, afirmou.

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O ex-prefeito argumentou que os irmãos Jayme Veríssimo e Júlio José de Campos (DEM) nunca permitiram a renovação de nomes, projetos e ideais, na Prefeitura de Várzea Grande.

“Sempre fizeram questão de manter tudo do jeito que está, sob domínio da família! Muitos líderes deixaram de servir Várzea Grande, nos últimos 40 anos, por causa da mão de pilão dos caciques”, citou o coordenador geral.

Desde 1970, a família Campos acumulou 10 mandatos na Prefeitura de Várzea Grande: Ary Leite de Campos (1971-74); Júlio Campos (1974-1978); Gonçalo Pedroso Branco de Barros (1978-1982); Jayme Campos (1983-1988, 1997-2000, 2000-2004); Nereu Botelho de Campos (1993-1996); e, por fim, Lucimar Sacre de Campos (2014-2020).

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Política

Nilson Leitão ironiza os R$ 1 bilhão em emendas de Fávaro: “já pode até ser presidente dos Estados Unidos”

Kayan Henrique

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Nilson Leitão ironiza os R$ 1 bilhão em emendas de Fávaro: “já pode até ser presidente dos Estados Unidos”

De acordo com o tucano, os dados distorcidos fazem parte da mesma tática usada pela esquerda nos governos anteriores do PT para enaltecer a si mesmos
Durante entrevista na TV Cidade Verde, o candidato ao Senado Nilson Leitão (PSDB) foi questionado sobre a propaganda política de Carlos Fávaro (PSD), na qual ele afirma que em apenas três meses conquistou mais de 1 bilhão de reais em emendas parlamentares para o Estado. Leitão disse que acha o discurso duvidoso. “Ele é um super, mega, power, né?”, ironizou.
De acordo com o tucano, os dados distorcidos fazem parte da mesma tática usada pela esquerda nos governos anteriores do PT para enaltecer a si mesmos. “É como aqueles números que o Lula falava, que a Dilma falava. Era uma mania de exagerar de gente de esquerda. Mas não é verdade, vamos usar aqui a palavra correta”, aponta.
Nilson Leitão lembra que para ter uma emenda aprovada é preciso tempo, dedicação e energia dos parlamentares. “Você apresenta uma emenda, vai para dentro do Congresso, briga por ela, ela é reformada, retoma daqui e dali”. Em oito anos de um trabalho engajado como deputado federal, ele conseguiu destinar aos municípios mato-grossenses mais de R$250 milhões, valor que é considerado alto e que reflete a sua ativa participação na Câmara.
Ainda que se mostre em dúvida sobre os resultados do atual senador-interino, Leitão espera que Fávaro, enquanto esteve no cargo, possa ter cumprido seu papel de ajudar sua população. “Eu não acredito que isso possa ser motivo de propaganda. Eu não vi o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, dizer que conseguiu R$ 1 bilhão para o Estado dele. Mas, tudo bem. Vamos aqui dizer que seja. Eu não acredito, não sei como é que consegue 1 bilhão de reais com apenas 3 meses. É um cara que pode ser presidente dos Estados Unidos”, ironizou.
Para Nilson, o mais importante é prestar conta para o povo, mostrando quantos projetos foram apresentados pelo senador e como eles resolveram os problemas de Mato Grosso. “Sobre essas megalomanias que alguns têm em campanha eleitoral, é preciso voltar para a realidade, colocar os pés no chão. As metas do Senado devem ser de cuidar das obras estruturantes do país. Dinheiro de emenda não pode servir como objetivo de senador”, ressalta.
Coligação “Mato Grosso por Inteiro” – PSDB / DEM / PL / PTC – CNPJ: 38.731.179/0001-20. Nilson Leitão. Suplentes Júlio Campos e José Márcio Lopes Guedes. Propaganda eleitoral.

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Justiça Eleitoral de MT manda suspender pesquisa de Várzea Grande

Abdalla Zarour

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A Justiça Eleitoral de Várzea Grande determinou a suspensão da pesquisa Gazeta Dados, publicado pelo jornal A Gazeta, por haver dados divergentes que poderiam levar o eleitorado do município a erro.

A pesquisa mostrava o candidato do MDB, Kalil Baracat, em primeiro, e o empresário Flávio Frical (PSB) em segundo.

O magistrado disse que “em uma simples análise da pesquisa ‘estimulada’ e “rejeição a candidatos” é possível verificar confusão nos dados apresentados, visto que a somatória dos resultados aparentemente ultrapassa 100%, o que, com efeito, pode influenciar de forma equivocada o eleitorado do município”.

Na divulgação do resultado da rejeição, a somatória dava acima de 100%.

De acordo com a pesquisa, o deputado federal Emanuelzinho (PTB), tem 41% de rejeição, seguido por Miltão, com 35%, Flávio Frical teria 29%, e Kalil Baracat somente 21%.

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