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Veja três nomes que podem substituir o secretário que vazou planos de Guedes

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Gustavo Raniere / Ministério da Economia

Waldery Rodrigues, secretário especial da Fazenda, vazou para a imprensa os planos impopulares do ministro da Economia, Paulo Guedes

Em Brasília, três nomes são cotados para ocupar o cargo de serectário especial da Fazenda. O movimento se dá após  Waldery Rodrigues, secretário especial da Fazenda, vazar para a imprensa os planos impopulares do ministro da Economia, Paulo Guedes. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

A substituição de Waldery Rodrigues ainda deve demorar, já que ele é considerado um nome relevante para os trabalhos do ministério. Waldery é visto por Guedes como alguém importante tecnicamente, além de um servidor dedicado e leal.

Assim, mesmo tendo contado à imprensa sobre o plano de congelamento das aposentadorias, que gerou a indireta do “cartão vermelho” de Bolsonaro, Waldery não deve ser abruptamente demitido, na visão do ministério.

Mas outros pontos pesam para a demissão. Waldery já vinha sendo questionado sobre o desempenho de sua secretaria antes mesmo do episódio. Há uma visão no ministério que pensa que as falas de Waldery fizeram a equipe perder uma grande economia de recursos no Pacto Federativo, algo que estava a “um milímetro” de ocorrer. O congelamento de benefícios e aposentadorias do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) renderia R$ 17 bilhões em 2021, de acordo com o que próprio secretário havia comentado à imprensa.

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Waldery agora deve entrar em um organismo internacional, como o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). O mandato dura cinco anos e o cargo é nos Estados Unidos, sendo um tipo de prêmio ao secretário após o trabalho prestado ao ministério.

Veja quem são os três nomes que podem substituir o secretário especial da Fazenda

Esteves Colnago, Jeferson Bittencourt e Bruno Funchal já atuam no governo e são vistos como possíveis substitutos na saída de Waldery, segundo apuração do jornal Folha de S.Paulo. Conheça os nomes.

Esteves Colnago
É assessor especial do ministro Paulo Guedes, cuidando principalmente do diálogo com o Congresso. Na pandemia, virou um dos principais interlocutores do ministro com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, enquanto os dois estavam afastados. Já foi secretário especial adjunto de Fazenda (sob Waldery).

Durante o governo Temer, tornou-se ministro do Planejamento após a saída do então chefe Romero Jucá (MDB-RR). É servidor de carreira (analista do Banco Central) e passou por diferentes funções na equipe econômica, inclusive no Tesouro e é mestre em economia pela UnB (Universidade de Brasília), especialista em contabilidade pública.

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Jeferson Bittencourt
Também é assessor especial de Guedes e já foi secretário especial adjunto de Fazenda (sob Waldery). Já ocupou outros cargos no ministério, como diretor de programa, tendo passagens pelo governo do Rio Grande do Sul e pelo Tesouro Nacional, onde é servidor de carreira.

Como assessor econômico, atuou no setor privado como consultor e professor universitário. É economista e mestre em ciências econômicas pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).

Bruno Funchal
É secretário do Tesouro Nacional desde julho, substituindo Mansueto Almeida, e antes foi diretor de programa na Secretaria Especial da Fazenda, acompanhando questões ligadas aos estados.

Foi secretário da Fazenda do Espírito Santo e um dos responsáveis pelo processo de ajuste das contas públicas. É doutor em economia pela FGV (Fundação Getulio Vargas), com pós-doutorado pelo IMPA (Instituto de Matemática Pura e Aplicada).

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Dario Messer deverá devolver R$ 1 bilhão aos cofres públicos

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Dario Messer
Reprodução/Facebook

Dario Messer conduzia esquema de lavagem de dinheiro usando criptomoedas

Principal alvo da operação “Câmbio, Desligo” -desdobramento da Lava Jato -, o doleiro Dario Messer deverá devolver R$ 1 bilhão aos cofres públicos, devido a um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF).

Conhecido como “o doleiro dos doleiros”, Messer é réu da Lava Jato no Rio por, entre outros crimes, lavagem de dinheiro . Em seu depoimento, revelou a existência de um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo o uso de criptomoedas.

O doleiro afirma que políticos do Rio de Janeiro e empresários se beneficiaram de seu esquema de lavagem de dinheiro e envio de remessas para o exterior. 

O único problema no cumprimento do acordo é que os governos de Brasil e Paraguai ainda devem acertar como o valor será dividido, uma vez que Messer é réu, também, perante a justiça paraguaia. 

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O que Messer vai ter que devolver:

• R$ 60 milhões de uma conta nas Bahamas ;

• R$ 60 milhões em contas de empresas imobiliárias ;

• a participação em uma cobertura na avenida Delfim Moreira , no Leblon, avaliada em R$ 40 milhões;

• R$ 23,8 milhões em imóveis das mesmas companhias;

• R$ 3 milhões em um banco no Brasil;

• R$ 2,5 milhões depositados no Paraguai;

• outros imóveis, automóveis, animais e máquinas das fazendas em nome da empresa Chai , a maioria localizada no Paraguai, estimados em US$ 120 milhões (mais de R$ 600 milhões);

• outros imóveis, automóveis, animais e máquinas das fazendas em nome da empresa Matrix , também no Paraguai, estimados em US$ 30 milhões de dólares (mais de R$ 150 milhões);

• US$ 6 milhões (ou R$ 30 milhões) da Fazenda Tournon , também no Paraguai;

• US$ 2 milhões de dolares (R$ 10 milhões) de um apartamento em Nova York registrado no nome de uma offshore;

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• 14 obras de arte de valor ainda inestimado, sendo quatro de Di Cavalcanti, cinco de Eugênio de Proença Sigaud e cinco de Lia Mittarakis;

A operação “Câmbio, Desligo”

Sendo um desdobramento da Lava Jato, a operação ” Câmbio, Desligo ” foi iniciada em maio em 2018. Investigava um sistema de transações ilegais de câmbio em 52 países. Membros do MPF e da PF no Rio comemoram este acordo como “inédito” na história da investigação. 

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JetBlue apresenta seu primeiro Airbus A220

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Gabriel Araújo

JetBlue apresenta seu primeiro Airbus A220

A JetBlue apresentou hoje (19) seu primeiro Airbus A220-300. A montagem da aeronave está sendo realizada na cidade norte-americana de Mobile, Alabama.

A companhia será a segunda maior operadora do A220-300 nos Estados Unidos, ficando atrás somente da Delta. Possui mais de 60 pedidos do jato e a entrega da primeira unidade está programada para dezembro.

À medida em que os A220 forem entregues, os Embraer 190 da JetBlue serão retirados gradualmente da frota. São 60 unidades do jato brasileiro voando pela companhia, sendo que possuem uma idade média de 12,1 anos.

Para mais conteúdo sobre aviação, acesse aqui o site do Contato Radar.

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