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Polícia Federal apura crimes contra o sistema previdenciário nacional nos estados do Piauí e Maranhão.

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Parnaíba/PI – A Polícia Federal deflagrou nesta segunda-feira (21/9) a Operação URBSLUZIA, com objetivo de reprimir crimes contra o sistema previdenciário nacional ocorridos nos estados do Piauí e Maranhão.

Aproximadamente 40 policiais federais executam 8 mandados de busca e outras medidas restritivas de direitos expedidas pelo Juízo da 1ª Vara Federal em São Luís/MA. O monitoramento eletrônico, por meio de de tornozeleira rastreável, será instalado em sete dos investigados.

As diligências ocorrem simultaneamente nos municípios de Luzilândia/PI, Mata Roma/MA e Tutóia/MA. Neste último, as buscas acontecem na sede da APS, onde se processavam os benefícios.

A investigação realizada no âmbito da Força-Tarefa previdenciária, composta pela PF, MPF e NUINT-PI/CGINT-ME demonstra atuação de grupo responsável pela concessão de diversos benefícios de pensão por morte e auxílios-maternidade, infligindo prejuízo aos cofres públicos no valor de R$ 1,8 milhões já pagos indevidamente. Se calculados os pagamentos indevidos que serão evitados com a suspensão dos benefícios fraudulentos, essa cifra sobe para R$ 4,2 milhões.

O crime somente era possível graças à participação de um  servidor do INSS que atua na concessão de benefícios. A fraude consiste em inserção de dados fictícios em processos montados a partir de falsos beneficiários, cooptados por familiares do técnico do seguro social. O grupo conta com apoio de policial para dar segurança no momento dos saques dos valores retroativos, em sua maioria grandes somas em espécie retiradas na rede bancária.

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O nome da Operação, Urbsluzia, faz alusão ao município onde eram cooptados os pretensos beneficiários, em nome dos quais eram implementados os benefícios fraudulentos.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Piauí

Contato:  (86) 2106-4937/99451-8529

E-mail: [email protected]

 

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PF combate fraudes em licitação, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro no Maranhão

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São Luís/MA – A Polícia Federal, com o apoio da Controladoria Geral da União – CGU, deflagrou nesta sexta-feira (30/10), nas cidades de São Luís/MA, e Paço do Lumiar/MA, a partir de elementos de informação colhidos na primeira fase da Operação Cobiça Fatal, deflagrada em 09/06/2020, duas operações simultâneas com a finalidade de desarticular associações criminosas voltadas a fraudar processos de aquisição de máscaras cirúrgicas descartáveis, objetivando desviar recursos públicos federais que seriam usados no enfrentamento do novo coronavírus (COVID-19), em São Luís/MA.

 

DA SEGUNDA FASE DA OPERAÇÃO COBIÇA FATAL 

A partir da oitiva de investigados e relatórios policiais que analisaram o afastamento do sigilo telemático, confirmou-se a participação de diversos servidores da Secretaria Municipal de Saúde de São Luís/MA na falsificação de documentos públicos no bojo de processo realizado para a compra de 320 mil máscaras, causando um prejuízo de mais de 1,8 milhão ao erário municipal.

Foram identificadas propostas enviadas, numa mesma data, pela empresa contratada para o e-mail particular de servidores públicos, sem qualquer assinatura, e ofertando máscaras triplas ao preço unitário de R$ 3,50, diferindo da proposta vencedora encontrada no processo apreendido, na qual a SEMUS comprou esse insumo médico ao preço unitário de R$ 9,90, e dessa mesma empresa.

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DA OPERAÇÃO OFICINA DESMASCARADA

Considerando elementos de informação indicando a repetição do modus operandi criminoso de superfaturamento na aquisição de máscaras triplas em outro processo de compra da SEMUS e a partir do compartilhamento de provas obtidas na operação COBIÇA FATAL, instaurou-se uma nova investigação. 

Durante a investigação, foram verificados pela CGU indícios de superfaturamento na compra de mais 240 mil máscaras pela Secretaria Municipal de Saúde – SEMUS de São Luís, no valor unitário de R$ 7,50. Considerando os preços médios praticados no mercado nacional em período de pandemia, tem-se um superfaturamento de mais de 100 %, podendo chegar, no caso concreto, a um prejuízo de mais de um milhão de reais.

Identificou-se, ainda, que as empresas vencedoras e que concorreram entre si pertencem ao mesmo grupo familiar.

 

DOS DADOS GERAIS

Cerca de 50 policiais federais cumprem dois mandados de prisão temporária, 17 mandados de busca e apreensão, além de 7 medidas cautelares diversas da prisão, como afastamento de função pública, e proibição de acesso a SEMUS.

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Além disso, foi determinado o sequestro de bens dos principais investigados no valor total de mais de R$ 1 milhão. As ordens judiciais foram determinadas pela 1ª Vara Federal de São Luís/MA, a partir de representação apresentada pela da Polícia Federal.

Se confirmadas as suspeitas, os investigados responderão pelos crimes de corrupção ativa (art. 333, caput, do CPB), corrupção passiva (art. 317, caput, do CPB), lavagem de dinheiro (art. 1º, caput, da Lei nº 9.613/98), fraude em processo licitatório (art. 90 da Lei nº 8.666/93), superfaturamento na venda de bens (art. 96, I da Lei nº 8.666/93) e associação criminosa (rt. 288 do CPB).

A nova OFICINA DESMASCARADA faz referência à constatação de que uma das empresas vencedoras do processo de contratação investigado tinha o alvará de funcionamento de oficina mecânica e nunca tinha fornecido máscaras, nem qualquer insumo médico, até o contrato investigado.

 

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Maranhão

Contato: (98) 31315105 (98) 991286428

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PF combate o tráfico de drogas e crimes correlatos na região da fronteira sul

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Jaguarão/RS – A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (30/10) a segunda fase da Operação Novo Rumo, para desarticular o tráfico local de drogas na região da fronteira sul.

Policiais federais cumprem oito mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão preventiva. A ação tem como objetivo desarticular organização criminosa que vendia entorpecentes nas proximidades do fórum e do prédio do Ministério Público Estadual na cidade. Um dos alvos dos mandados de prisão, nesta fase da operação, fez ameaças a uma delegada de polícia da região. 

A investigação teve início em maio deste ano e, no mês de julho, foi deflagrada a Operação Novo Rumo – Fase I, com o cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão, todos na cidade de Jaguarão/RS. A Fase II iniciou a partir da análise de provas obtidas na primeira operação. Essa fase tem por objetivo aprofundar as investigações contra possíveis fornecedores de entorpecente e gerentes de tráfico da região, visando atingir integrantes de maior nível hierárquico dentro da organização criminosa investigada.

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A operação foi batizada de Novo Rumo porque visa promover uma maior segurança para as localidades afetadas com o tráfico de drogas local.

 

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Jaguarão

Fone: (53) 3266-9000

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