conecte-se conosco


Mulher

Mãe usa vestido branco no casamento da filha e é confundida com a noiva

Publicado

Mulher


source

Uma mulher ir de branco em um casamento é uma das piores gafes. Mesmo assim, existem pessoas que fazem isso, como essa madrasta do noivo que fez questão de usar a cor proibida . Só que, recentemente, repercutiu nas redes sociais o caso de uma mãe da noiva que foi com um vestido branco de renda para o casamento da própria filha. 

Mãe usa branco no casamento da filha
Reprodução/Reddit

Mãe usa branco no casamento da filha

Um usuário do Reddit postou fotos de um casamento e contou que ele se confundiu ao ver a mulher de branco. “Eu realmente pensei que ela estava se casando em um primeiro momento, mas não, é só a mãe da noiva. Eu só conheço a noiva e a família dela pelas redes sociais e amigos em comum, mas quando eu vi as fotos eu fiquei tão confuso e depois só me senti mal pela noiva”, o dono do post escreveu. 

Muitas outras pessoas começaram a comentar no post e se mostraram indignados com a mãe da noiva. “Ela provavelmente foi a uma loja de noivas para comprar isso, certo?”, escreveu uma usuária da rede social. “Esse poderia ser um bom vestido para a mãe da noiva, se fosse de qualquer outra cor” disse outra. “Por que ela não escolheu esse vestido em uma cor diferente? Ficaria tão bonito em azul-marinho ou alguma coisa assim”, concordou uma terceira.

Fonte: IG Mulher

Comentários Facebook

Mulher

“Me traiu com a psiquiatra dele; descobri numa manifestação contra a Dilma”

Avatar

Publicado


source

Fernanda* conta que não entendia muito bem os motivos que levaram ao fim de seu casamento, mas de uma coisa ela tinha certeza: a psiquiatra do cônjuge fez parte do divórcio. As suspeitas se confirmaram quando ela e o marido já estavam separados, ao olhar as fotos no Facebook em que ambos apareciam em uma manifestação contra a então presidente Dilma Rousseff.

“Eu descobri as fotos uma semana após eu sair de casa, em uma passeata. Nós morávamos no mesmo prédio. A psiquiatra que era minha vizinha. E aí a gente encontrava ela na garagem, no térreo e eu mesma só soube por fotos”, conta.

manifestação
Reprodução/Wikimedia Commons

Fernanda* descobriu a traição por fotos de uma manifestação contra o governo Dilma Rousseff

O caso aconteceu em meados de 2014. “Estava olhando meu Facebook e vi uma foto dela na manifestação na região do MASP em São Paulo e logo depois uma dele. Curiosa que sou, vi que uma foto encaixava na outra. Depois fui olhar as fotos que ela postava e todas eram em lugares que eu e meu então marido frequentávamos”, diz.

Veja Também  Dia Mundial de Combate ao AVC: saiba mais sobre a doença e se previna

Além da manifestação, Fernanda* ainda conta que logo viu fotos da psiquiatra em um restaurante que os dois visitavam com frequência no Itaim. “Ele adorava aquele restaurante, aí de repente ela também começou a ir e tirar fotos. O meu ex não é de sair em fotos por ser empresário, mas os fatos batiam muito”, afirma.

Mesmo com todos os fatos na mão, ela perguntava e ele negava. “Eu perguntei diversas vezes e ele negava, que não estava, que não tinha nada a ver. Ficou essa coisa mal resolvida, mas quando separamos mesmo, ele assumiu ela”.


Sabendo dessas duas coinciências, Fernanda* não parou de investigar, já que a curiosidade bateu à porta, ela foi atrás. “Contei para minha irmã e ela não acreditou! Então fomos pesquisar várias fotos na Internet e consegui montar fotos inteiras. Sou curiosa e persistente, quando montei a foto inteira eu descobri que eram os dois juntos”, diz.

Veja Também  Horóscopo do dia: previsões para 30 de outubro de 2020

O mais curioso para Fernanda* é que o então marido tinha ciúmes das consultas com o psiquiatra dela. “Eu não entendia, ele implicava que eu ia muito arrumada para as consultas, mas acontece que eu ia bem vestida para dar uma volta no shopping Heliópolis logo após a consulta. Mesmo explicando, ele tinha ciúmes. Acho que ele projetava o que acontecia em mim”, diz.

*O nome foi alterado para preservar a identidade da entrevistada

Fonte: IG Mulher

Comentários Facebook
Continue lendo

Mulher

5 motivos para ouvir Praia dos Ossos, o podcast mais comentado de 2020

Avatar

Publicado


source

Na antevéspera do ano novo de 1976, a socialite mineira Ângela Diniz foi morta com 4 tiros, aos 32 anos. Seu assassino confesso foi namorado, Doca Street, pertencente à elite paulistana. Quase 45 anos depois, a Rádio Novelo recupera a história do caso em  Praia dos Ossos.  A série de oito episódios foi lançada em 12 de setembro. Seu episódio final irá ao ar sábado, 31 de outubro.

podcast
Reprodução/Rádio Novelo

O podcast Praia dos Ossos analisa o assassinato de Ângela Diniz por Doca Street

Mas antes de mais nada, não confunda Ângela com Leila Diniz, atriz que morreu em um acidente de avião na Índia, aos 27 anos. Se não lembra do crime ou nunca ouviu falar, vale a pena escutar o podcast narrado pela repórter Branca Vianna. O nome do podcast, Praia dos Ossos é o mesmo do local onde Ângela foi assassinada por Doca Street.

O documentário tem sido bastante elogiado nas redes sociais, por abordar temas relativos à violência contra a mulher, como violência doméstica e feminicídio e pela alta qualidade técnica da série. O Delas reuniu 5 motivos para você ouvir o podcast mais comentado de 2020.


1- Você é transportado para o caso

O som das ondas quebrando na costa da Praia dos Ossos, a leitura dos jornais da época e a ambientação dos dois julgamentos de Doca Street te transportam para todas as situações do caso e do podcast. A rádio conseguiu captar toda a sensação da época e as reviravoltas do caso. Você não consegue se distair e ouve com atenção todos os episódios.

2 – Trata-se de um caso emblemático para falar de feminicídio no país

Os personagens do caso eram figuras que faziam parte da alta sociedade de São Paulo e Minas Gerais e que frequentavam a sociedade carioca em uma época glamourosa, por isso teve muita cobertura da mídia e ajudou a popularizar a discussão sobre violência contra mulher no país.

Por meio da história do assassinato de Ângela Diniz, Praia dos Ossos ajuda a entender a como violência contra a mulher era tolerada pelo sistema judiciário e pelas classes abastadas e também como as coisas começaram a mudar.

3- A reconstituição de época é impecável

Você é transportados para o glamour da década de 1970 por meio da leitura de jornais, entrevista com pessoas que conviveram de perto com Ângela e Doca como casal ou que os conheceram separadamente. Há também trechos de arquivos de áudio e um rico acervo de fotos. O site da Rádio Novelo reúne documentos, fotos e até recortes de jornais da época.

Veja Também  Escritora Deolina Saraiva participa live sobre seu novo livro, nesta sexta-feira

4- Olhar para o passado com os olhos de hoje

Outro mérito do programa é de olhar para o passado com os olhos de hoje e lembrar que a violência contra a mulher no país ainda é algo longe de ser superado. Em 2020, os feminicídios aumentaram em 7,1% segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Em nenhum momento o tom é otimista, mas dá pra ver o quanto foi possível avançar nas últimas décadas. 

5- O podcast mostra o machismo em relação à vítima

Ângela Diniz era considerada a pantera de Minas. Em alguns episódios, Praia dos Ossos analisa e conta um pouco sobre ser uma mulher perigosa, sedutora e carismática em um Brasil machista e conservador. Antes de Doca, o podcast conta que Ângela já sofria com o machismo e com ciúmes de outros companheiros e inclusive da alta sociedade. Tudo isso ajuda a entender como a sociedade pode julgar mais a vítima que o assassino.

Fonte: IG Mulher

Comentários Facebook
Continue lendo

Policial

Política

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana