conecte-se conosco


Nacional

General Heleno diz que números sobre desmatamento são fabricados

Publicado

Nacional


source

Agência Brasil

heleno
Marcos Corrêa/PR

De acordo com o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, ONGs, países e personalidades tentam derrubar o presidente Bolsonaro

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI),  general Augusto Heleno, disse hoje (21) que o debate sobre o meio ambiente tem sido distorcido por nações e personalidades estrangeiras com o objetivo “obviamente oculto, mas evidente, de prejudicar o Brasil e derrubar o governo [do presidente Jair] Bolsonaro”.

Heleno e outros ministros do governo participam, desde a manhã de hoje (21), de audiência pública convocada pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o estado atual das questões ambientais no Brasil.

Sem citar nenhum país ou entidade específica, Heleno também disse que potências estrangeiras e organizações não governamentais usam argumentos falsos e dados fabricados e manipulados “para nos apresentar como vilões do desmatamento e do aquecimento do planeta”.

Ele afirmou ser “preciso deixar claro que a Amazônia brasileira nos pertence”.O ministro comentou ainda o aumento das queimadas na região amazônica, afirmando haver causas naturais que favorecem o fenômeno. “É importante ressaltar que o assunto é altamente polêmico. Não há comprovação científica de que o aumento de incêndio nas florestas primárias decorra de inação do governo federal. Na verdade, elas têm a ver com fenômenos naturais, cuja ação humana é incapaz de impedir”, disse o ministro do GSI.

Heleno foi apoiado pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, que falou em seguida. “Logicamente o aumento da temperatura do planeta causa uma melhor condição para que existam queimadas, ou seja, propicia um número maior de focos de incêndio no planeta inteiro, assim como a própria meteorologia, fenômenos como o El Niño, também interferem nos períodos de chuva e na maior incidência de queimadas”, disse ele.

Audiência

O ministro Barroso, do STF, é relator de uma ação de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) que questiona a suposta paralisação, pelo governo, do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima). A ação foi proposta por quatro partidos de oposição – PT, Psol, PSB e Rede Sustentabilidade. O evento segue até a tarde de amanhã (22).

Veja Também  Chuva de granizo danifica plantações em Santa Catarina

Outras autoridades também participaram da audiência na manhã de hoje (21), entre elas o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e representantes de órgãos como Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Além de Heleno e Pontes, também falaram sobre a atuação do governo os ministros Ricardo Salles (Meio Ambiente) e Tereza Cristina (Agricultura).Fundo ClimaDe acordo com Salles, o plano de ação para o Fundo Clima já foi feito, o comitê gestor já está empossado e os recursos para dar andamento aos projetos já foram encaminhados ao BNDES, na ordem de R$ 581 milhões.

Por esse motivo, ele defendeu que a ADPF já perdeu seu objeto e deve ser arquivada pelo Supremo, uma vez que os autores pediam, justamente, que essas medidas fossem tomadas.

A demora em dar andamento à pauta do Fundo Clima ocorreu devido à lentidão do Congresso em aprovar o marco legal do saneamento, sancionado em julho pelo governo, justificou o ministro.

Segundo ele, a ausência de saneamento, “num país onde 100 milhões de pessoas não têm coleta e tratamento de esgoto e 35% não têm sequer água potável”, é o principal problema ambiental do Brasil e também concorre com as questões das emissões na atmosfera e das mudanças climáticas.

“Então, o envio dos recursos ao BNDES e esse novo entendimento de como aplicá-lo dizem respeito à necessidade de alinhar essa pauta de agenda de qualidade ambiental urbana, que tem sim muita relevância na questão de emissões e que se tornou prioridade diante desse caos do saneamento e lixo no Brasil”, explicou.

Salles disse que o governo federal criou o programa Mais Floresta, com investimento de R$ 500 milhões para pequenos produtores, comunidades tradicionais e ribeirinhos, que tomam medidas ambientalmente corretas.

Veja Também  Candidata a vice na chapa de Sabará desiste de candidatura

Ele também citou o programa Adote um Parque, que permite que investidores privados possam patrocinar a preservação das 132 unidades de conservação na Amazônia, que juntas totalizam 15% do território nacional.

Para o ministro, esses programas têm relação direta com a questão clima, pois, segundo ele, o Brasil é responsável por menos de 3% das emissões mundiais, “que tem origem nos combustíveis fósseis que são queimados pelos países desenvolvidos desde a Revolução Industrial”.

“Temos que contextualizar isso para não sermos caracterizados como os grandes responsáveis pelas emissões globais e cairmos em uma guerra comercial que tenta imputar à nossa agricultura ou ao Brasil as responsabilidades que são, notadamente, dos países industrializados, que seguem queimando combustíveis fosseis”, argumentou.

Salles disse ainda que a agenda ambiental do governo passa por agregar o setor privado, gerando mecanismos de mercado, seja na parte de clima, crédito de carbono ou florestas.

“Esses são instrumentos necessários para tirar o Brasil, principalmente a Amazônia, dessa situação de pobreza e IDH baixo na região mais rica do país e, com isso, monetizar a floresta, mantendo a lógica de que a floresta em pé tem que valer mais que a floresta devastada”, afirmou.

Uso do soloEm sua fala, a ministra Tereza Cristina destacou que o Brasil utiliza 30% do seu território para a agropecuária e mantém mais de 66% com vegetação nativa, sendo que destes, cerca de 25% se encontram em propriedades privadas.

Ao apresentar as políticas públicas executadas pelo governo no setor, ela explicou que a agenda de inovação e produção sustentável é um dos pilares do ministério.”A agropecuária está intimamente ligada ao meio ambiente. A sinergia entre a natureza, as técnicas produtivas e o homem do campo é justamente o que faz do Brasil uma potencial agroambiental”, disse.

A ministra disse que, nos últimos anos, 123,7 milhões de hectares de terra deixaram de ser incorporados à atividade agrícola em razão de técnicas que aumentam a produtividade no campo.

Comentários Facebook

Nacional

Pitbull invade casa de família e ataca cachorro de estimação

Avatar

Publicado


source
cachorro
Reprodução

Pitbull invade casa de família e ataca cachorro de estimação

Um pitbull que invadiu uma casa na Região Central de Ituiutaba, no Triângulo Mineiro, atacou o cachorro de uma família e os bombeiros precisaram ser acionados.

O caso ocorreu na noite de sábado (24). A família contou aos bombeiros que eles estavam reunidos para o jantar, com as crianças e o cachorro de estimação de pequeno, quando o pitbull invadiu a residência e atacou o cachorro da família.

O pitbull foi colocado para fora da casa e família fechou o portão e acionou o Corpo de Bombeiros. Os militares se deslocaram para o local para realizar a captura do cachorro que apresentava comportamento agressivo. Porém, o dono do pitbull já havia recolhido o animal quando as autoridades chegaram.

O cachorro da família teve pequenos ferimentos pelo corpo e os socorristas aconselharam a família a levar o animal no veterinário.

Veja Também  Candidato a prefeito tem carro alvejado no interior de São Paulo

Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

Chuva com granizo deixa São Paulo em estado de atenção; há chance de alagamentos

Avatar

Publicado


source
Mulher andando na chuva com guarda-chuva
Agência Brasil / Marcelo Camargo / Arquivo

Chuvas deixaram toda a capital em estado de atenção

Todas as regiões da cidade de São Paulo entraram em estado de atenção após um forte temporal atingir a capital neste domingo (25). O Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) emitiu alerta para chances de alagamentos às 11h28 deste domingo (25). Moradores relataram granizo na Zona Oeste e no Centro.

Segundo o CGE, por volta das 11h30, as áreas de instabilidade que se formaram sobre a Zona Sul se dirigiam para a Zona Norte, atingindo as demais regiões da capital.

Por volta das 12h10, eram registrados pontos de alagamentos na região do Real Parque, na Zona Sul; na Bela Vista, região Central, no Paraíso, Zona Sul.
No decorrer da tarde o tempo deve seguir instável e há possibilidade de novas pancadas de chuva na Grande São Paulo.

Veja Também  Chuva de granizo danifica plantações em Santa Catarina

Comentários Facebook
Continue lendo

Policial

Política

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana