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Como limpar colchão com receitas caseiras simples

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Alto Astral

Colchão sujo de vinho

Para ter uma boa noite de sono, escolher uma cama confortável é essencial. No entanto, ela também pede cuidados, principalmente quando o assunto é higiene. Limpar o colchão corretamente é uma das principais etapas para garantir uma durabilidade maior e, ainda, contribuir com a sua saúde, pois evita que ácaros e bactérias se acumulem com o passar do tempo.

Por ser uma peça grande, nem sempre é fácil higienizá-lo. Porém, existem algumas receitas caseiras e dicas de preservação que podem te ajudar nessa tarefa. Os métodos valem tanto para colchões tradicionais, quanto para cama box. Aproveite!

Aprenda como limpar colchão facilmente

Água oxigenada

Essa receita simples e eficiente consiste em misturar um pouco de sabão líquido com água oxigenada e colocar em um borrifador. Aplique por todo o colchão, aguarde secar por completo e depois esfregue com um pano úmido para remover as manchas. Agora é só esperar ele secar novamente que já está pronto para o uso!

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Bicarbonato de sódio

Para higienizar o seu colchão a seco, a melhor opção é utilizar bicarbonato de sódio. Basta espalhar o pó nas regiões com manchas e deixar agir por 30 minutos. Depois, esfregue com uma escova de limpeza e espere mais meia hora. Finalize aspirando todos os resíduos para ver os resultados.

Vinagre branco

Com uma esponja umedecida com vinagre branco, esfregue todas as manchas do seu colchão. Deixe o produto agir por uma hora, limpe o excesso com um pano úmido e espere secar. Todas as impurezas e odores vão sair com muito mais facilidade. O mesmo processo pode ser feito também com álcool.

Conserve melhor o seu colchão

Além de limpar o seu colchão com frequência, existem outros hábitos que podem ajudar na conservação. Por exemplo, protegê-lo com uma capa apropriada também é essencial. Por ser feita com material impermeável, ela impede o contato direto da peça com o suor e a poeira, evitando o surgimento de novas manchas.

Virar o colchão pelo menos uma vez por mês também é um bom truque, já que isso evita que apenas um lado se desgaste com o tempo. Não dobrá-lo nem sentar somente nas pontas é mais uma dica que ajuda na preservação. E, não se esqueça: quando for limpar a casa, aproveite para deixá-lo “respirar”, tirando a roupa de cama e expondo um pouco ao sol . Esses pequenos hábitos fazem toda a diferença!

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Fonte: IG Mulher

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“Me traiu com a psiquiatra dele; descobri numa manifestação contra a Dilma”

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Fernanda* conta que não entendia muito bem os motivos que levaram ao fim de seu casamento, mas de uma coisa ela tinha certeza: a psiquiatra do cônjuge fez parte do divórcio. As suspeitas se confirmaram quando ela e o marido já estavam separados, ao olhar as fotos no Facebook em que ambos apareciam em uma manifestação contra a então presidente Dilma Rousseff.

“Eu descobri as fotos uma semana após eu sair de casa, em uma passeata. Nós morávamos no mesmo prédio. A psiquiatra que era minha vizinha. E aí a gente encontrava ela na garagem, no térreo e eu mesma só soube por fotos”, conta.

manifestação
Reprodução/Wikimedia Commons

Fernanda* descobriu a traição por fotos de uma manifestação contra o governo Dilma Rousseff

O caso aconteceu em meados de 2014. “Estava olhando meu Facebook e vi uma foto dela na manifestação na região do MASP em São Paulo e logo depois uma dele. Curiosa que sou, vi que uma foto encaixava na outra. Depois fui olhar as fotos que ela postava e todas eram em lugares que eu e meu então marido frequentávamos”, diz.

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Além da manifestação, Fernanda* ainda conta que logo viu fotos da psiquiatra em um restaurante que os dois visitavam com frequência no Itaim. “Ele adorava aquele restaurante, aí de repente ela também começou a ir e tirar fotos. O meu ex não é de sair em fotos por ser empresário, mas os fatos batiam muito”, afirma.

Mesmo com todos os fatos na mão, ela perguntava e ele negava. “Eu perguntei diversas vezes e ele negava, que não estava, que não tinha nada a ver. Ficou essa coisa mal resolvida, mas quando separamos mesmo, ele assumiu ela”.


Sabendo dessas duas coinciências, Fernanda* não parou de investigar, já que a curiosidade bateu à porta, ela foi atrás. “Contei para minha irmã e ela não acreditou! Então fomos pesquisar várias fotos na Internet e consegui montar fotos inteiras. Sou curiosa e persistente, quando montei a foto inteira eu descobri que eram os dois juntos”, diz.

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O mais curioso para Fernanda* é que o então marido tinha ciúmes das consultas com o psiquiatra dela. “Eu não entendia, ele implicava que eu ia muito arrumada para as consultas, mas acontece que eu ia bem vestida para dar uma volta no shopping Heliópolis logo após a consulta. Mesmo explicando, ele tinha ciúmes. Acho que ele projetava o que acontecia em mim”, diz.

*O nome foi alterado para preservar a identidade da entrevistada

Fonte: IG Mulher

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5 motivos para ouvir Praia dos Ossos, o podcast mais comentado de 2020

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Na antevéspera do ano novo de 1976, a socialite mineira Ângela Diniz foi morta com 4 tiros, aos 32 anos. Seu assassino confesso foi namorado, Doca Street, pertencente à elite paulistana. Quase 45 anos depois, a Rádio Novelo recupera a história do caso em  Praia dos Ossos.  A série de oito episódios foi lançada em 12 de setembro. Seu episódio final irá ao ar sábado, 31 de outubro.

podcast
Reprodução/Rádio Novelo

O podcast Praia dos Ossos analisa o assassinato de Ângela Diniz por Doca Street

Mas antes de mais nada, não confunda Ângela com Leila Diniz, atriz que morreu em um acidente de avião na Índia, aos 27 anos. Se não lembra do crime ou nunca ouviu falar, vale a pena escutar o podcast narrado pela repórter Branca Vianna. O nome do podcast, Praia dos Ossos é o mesmo do local onde Ângela foi assassinada por Doca Street.

O documentário tem sido bastante elogiado nas redes sociais, por abordar temas relativos à violência contra a mulher, como violência doméstica e feminicídio e pela alta qualidade técnica da série. O Delas reuniu 5 motivos para você ouvir o podcast mais comentado de 2020.


1- Você é transportado para o caso

O som das ondas quebrando na costa da Praia dos Ossos, a leitura dos jornais da época e a ambientação dos dois julgamentos de Doca Street te transportam para todas as situações do caso e do podcast. A rádio conseguiu captar toda a sensação da época e as reviravoltas do caso. Você não consegue se distair e ouve com atenção todos os episódios.

2 – Trata-se de um caso emblemático para falar de feminicídio no país

Os personagens do caso eram figuras que faziam parte da alta sociedade de São Paulo e Minas Gerais e que frequentavam a sociedade carioca em uma época glamourosa, por isso teve muita cobertura da mídia e ajudou a popularizar a discussão sobre violência contra mulher no país.

Por meio da história do assassinato de Ângela Diniz, Praia dos Ossos ajuda a entender a como violência contra a mulher era tolerada pelo sistema judiciário e pelas classes abastadas e também como as coisas começaram a mudar.

3- A reconstituição de época é impecável

Você é transportados para o glamour da década de 1970 por meio da leitura de jornais, entrevista com pessoas que conviveram de perto com Ângela e Doca como casal ou que os conheceram separadamente. Há também trechos de arquivos de áudio e um rico acervo de fotos. O site da Rádio Novelo reúne documentos, fotos e até recortes de jornais da época.

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4- Olhar para o passado com os olhos de hoje

Outro mérito do programa é de olhar para o passado com os olhos de hoje e lembrar que a violência contra a mulher no país ainda é algo longe de ser superado. Em 2020, os feminicídios aumentaram em 7,1% segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Em nenhum momento o tom é otimista, mas dá pra ver o quanto foi possível avançar nas últimas décadas. 

5- O podcast mostra o machismo em relação à vítima

Ângela Diniz era considerada a pantera de Minas. Em alguns episódios, Praia dos Ossos analisa e conta um pouco sobre ser uma mulher perigosa, sedutora e carismática em um Brasil machista e conservador. Antes de Doca, o podcast conta que Ângela já sofria com o machismo e com ciúmes de outros companheiros e inclusive da alta sociedade. Tudo isso ajuda a entender como a sociedade pode julgar mais a vítima que o assassino.

Fonte: IG Mulher

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