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Brasileira de 22 anos morre após fazer procedimento estético no Paraguai

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Sheiza Ayala / Instagram

Sheiza foi internada no domingo (13)

Uma jovem de 22 anos identificada como Sheiza Ayala morreu nesta quinta-feira (17) em um hospital da cidade de Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul , após realizar um procedimento estético em um hospital do Paraguai.

Segundo a TV Morena, Sheiza teria atravessado a fronteira entre Brasil e Paraguai – que está fechada por causa da pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2) – para fazer uma cirurgia nos glúteos em uma clínica que poderia ser clandestina em Pedro Juan Caballero.

Sheiza foi submetida ao procedimento no sábado (12) e deu entrada na unidade de saúde brasileira com falta de ar e dores no corpo no domingo (13). Ela passou quatro dias internada e morreu com uma hemorragia no pulmão.

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Por causa da dificuldade de respirar, a jovem foi submetida a um exame para detectar contaminação por Covid-19, mas ele deu negativo. A polícia do Paraguai investiga o caso.

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MPF recorre de decisão que negou afastamento de Salles

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MPF reforçou o pedido de afastamento do ministro do meio ambiente
ESTADÃO CONTEÚDO

MPF reforçou o pedido de afastamento do ministro do meio ambiente

O MPF (Ministério Público Federal) recorreu nesta quarta-feira (28) da decisão que negou o pedido de afastar o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles,  acusado de “desestruturar intencionalmente” as estruturas de proteção ambiental do Brasil.

No pedido encaminhado ao TRF1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), o MPF aponta que, ao negar o afastamento de Salles, a Justiça “ignora farta jurisprudência que prevê a intervenção judicial quando a permanência de um acusado de improbidade coloca em risco bens fundamentais e direitos constitucionais”.

O texto também cita várias decisões de tribunais em que autoridades públicas foram mantidas afastadas de seus cargos para proteger a probidade administrativa e direitos coletivos.

A solicitação foi negada no último dia 14 de outubro pelo juiz Márcio França Moreira, da primeira instância da Justiça Federal em Brasília. Ele avaliou que em ações de improbidade só cabe afastamento se houver prejuízo à instrução do processo judicial e que isso não estava presente no caso do ministro.

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O MPF, porém, afirma que “existem indícios suficientes de que a permanência de Ricardo Salles, além dos graves danos ambientais e administrativos, também ameaça o andamento do processo de improbidade contra ele”.

“Ele precisa ser afastado”, diz o Ministério Público. “A cada dia que ele permanece no cargo, os danos crescem, tanto aos biomas brasileiros quanto ao sistema de proteção ambiental que, mesmo após o ajuizamento da ação, ele nunca parou de atacar”, reforça o pedido.

Segundo o órgão,desde julho, quando o pedido de afastamento foi feito, houve a perda de 27% do Pantanal e tanto o desmatamento quanto as queimadas alcançaram recordes históricos na Amazônia.

“Verifica-se, assim, que o desmatamento no Brasil vem apresentando, ao longo dos últimos dois anos, níveis alarmantes. Recordes de pelo menos uma década vêm sendo reiteradamente vencidos. No ano de 2019, o país foi o responsável, sozinho, por um terço da degradação de florestas nativas no mundo”, diz o recurso.

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Veredor que criticou parada gay é preso por estuprar adolescente

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Veredor homofóbico é preso por estuprar adolescente
Arquivo pessoal

Veredor homofóbico é preso por estuprar menina de 15 anos

O vereador Daniel Rabelo Silva, de Curuçá (PA) foi preso por suspeita de estuprar uma adolescente de 15 anos. O político, mais conhecido como Daniel do Abade, foi indiciado por estupro qualificado e teve a prisão preventiva decretada pela Polícia Civil do Pará.

Daniel do Abade estava sob condicional, mas, segundo a polícia, descumpria os horários de saída e retorno para sua residência.

Ataques homofóbicos

O vereador se envolveu em polêmica no final do ano passado, quando fez comentários homofóbicos atacando a realização da 2ª edição da Parada LGBTQI+ de curaçá.

À época, Daniel do Abade chamou o evento de “fim do mundo” e que a “imoralidade deveria ficar entre quatro paredes”. Na publicação, o político também dizia que era um problema as crianças verem tudo aquilo. A publicação foi apagada minutos depois. Minutos depois, o vereador afirmou em vídeo na mesma rede social que estava apenas manifestando sua opinião.

Publicação homofóbica de vereador no Instagram
Arquivo pessoal

Publicação homofóbica do vereador Daniel do Abade

“É direito meu também”, e seguiu com declarações polêmicas. “É absurdo apagarem a postagem de uma pessoa que está ali se manifestando de forma passiva. Eu tenho muitos amigos viados, mas que são viados de verdade, não são vândalos que querem ‘aparecer'”.

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