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Gato abençoado: felino invade live e pula em piscina de batismo; veja o vídeo

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Gatinho rouba a cena e pula em piscina de batismo em transmissão

Uma gatinho roubou a cena em uma transmissão de um culto no último domingo (13). O felino, aparentemente perdido, surgiu atrás do pastor e, na sequência, acabou pulando na piscina de batismo, onde ficou nadando por uns instantes, sem conseguir sair.

A celebração, realizada na Igreja Adventista do Sétimo Dia do Sudoeste, era transmitida ao vivo pelas redes sociais. O pastor, que estava comandando a celebração, não percebeu a presença do animal e seguiu o culto normalmente.

Após a pregação, integrantes da banda entram no palco e parecem olhar para tentar saber o que aconteceu com o felino.

Após o episódio inusitado, o pastor Daniel Leite usou o Instagram para comentar o episódio. “Ontem, estive pregando na Igreja do sudoeste e olhe o que aconteceu. Até os gatos estão querendo se batizar e alguns seres humanos ainda resistem”, brincou o pastor.

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Ao ser perguntado sobre o estado de saúde do gatinho, o pastor respondeu: “Tiramos ele, alimentamos e ele está muito bem”.

Veja o vídeo na sequência:

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Bolsonaro reforça que preço do arroz não será tabelado após ouvir cobrança

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ESTADÃO CONTEÚDO

Bolsonaro reforça que preço do arroz não será tabelado após ouvir cobrança

São Paulo – Após ouvir cobrança de uma mulher sobre o preço alto do arroz, o presidente Jair Bolsonaro reforçou na tarde deste sábado (19) que o governo não cogita tabelar o preço do alimento

“O Ministro da Justiça foi atrás de informações sobre o preço do arroz. Nunca sequer pensamos em tabelar algo. Isso nunca deu certo”, escreveu Bolsonaro em sua conta pessoal no microblog Twitter.

Mais cedo, o presidente fez um rápido passeio pela Praça dos Três Poderes, depois de participar de um evento religioso. Paradas rápidas por pontos de Brasília durante os finais de semana são comuns na agenda do presidente, mas desta vez o presidente ouviu uma cobrança.

Debaixo de sol, o chefe do Executivo conversou brevemente com pessoas, usando terno e gravata, e segurando um picolé na mão esquerda.

“Presidente, não esquece o arroz”, disse uma mulher, que não foi identificada. “O arroz tá muito caro, Bolsonaro”, completou. “Se os problemas do Brasil… é só o arroz, tá resolvido”, respondeu o presidente fazendo sinal de “joia”, sem dar mais detalhes.

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O pedido da apoiadora escancara a insatisfação popular com a disparada recente do preço do arroz, um dos principais componentes do prato do brasileiro. O aumento da demanda interna e externa pelo produto foi influenciado pela pandemia do novo coronavírus e refletiu em alta no preço.

Após a crítica da apoiadora, Bolsonaro encerrou a passagem pela Praça dos Três Poderes.

Tarifas

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, já avisou que, apesar dos esforços do governo em negociar com produtores e zerar tarifas de importação até dezembro, o atual patamar de preços só deve baixar mesmo a partir de 15 de janeiro, quando entrar a safra brasileira. “E tudo indica que será uma safra muito boa, pelo que estamos vendo. Teve aumento de área e deve ter de produtividade”, afirmou a ministra na última quinta-feira, ao participar do Estadão Live Talks, evento realizado em parceria com a Tendências Consultoria Integrada.

Na semana passada, a Câmara de Comércio Exterior (Camex), do Ministério da Economia, anunciou a redução total, até o final do ano, da alíquota de importação para uma cota de 400 mil toneladas de arroz. Em declarações recentes sobre o assunto, Bolsonaro negou a possibilidade de interferência no mercado e de tabelamento de preços.

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Como o Broadcast/Estadão mostrou, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), órgão do Ministério da Agricultura que coordena o estoque de alimentos no País, a decisão de zerar a alíquota de importação deve ter efeito a partir do próximo mês. A expectativa é reduzir a instabilidade nos preços, que chegaram a subir mais de 100% nos últimos dias.

Aglomeração

Pela manhã, Bolsonaro participou da abertura de uma convenção evangélica na sede nacional das Assembleias de Deus Ministério de Madureira, em Brasília. O evento reuniu cerca de 850 pessoas, segundo informações da organização.

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Incêndios no Pantanal já afetam quase metade das terras indígenas da região

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incêndio pantanal
Mayke Toscano/Secom-MT

Incêndios no Pantanal já tomam conta de quase metade das terras indígenas

Os incêndios no Pantanal, que já têm repercussões práticas em outros locais do Brasil, como a ‘chuva preta’ no Rio Grande do Sul , que poderá se repetir também em São Paulo neste fim de semana , tomam conta das terras indígenas – apenas neste mês de setembro, já foram 164 focos de incêndio -, afetando quase metade das terras indígenas do Pantanal, segundo levantamento da Agência Pública a com base em dados de satélite do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

A apuração analisou todos os focos de incêndio registrados no Pantanal neste ano e mostra que o número passou a subir no fim de julho de julho e teve salto ainda maior em agosto e setembro. Nesses dois meses, estão concentrados 72% dos focos de incêndio no Pantanal .

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Segundo o Inpe, em alguns casos os focos de incêndio começaram em propriedades privadas, se multiplacaram e só então invadiram as terras indígenas . Áreas de reserva legal e de mata nativa de donos de terra, que devem ser preservadas e são protegidas por lei, também tiveram registros de início dos focos.

Os relatos dão conta que as queimadas estão destruindo roças, queimando casas e tomando contas das terras indígenas da região. A Agência Pública encontrou focos de incêndio em cinco terras indígenas regularizadas nos municípios do Pantanal. Ao todo, são apenas 11 na região, então quase metade já sofre com a dura realidade dos incêndios no segundo semestre de 2020. A maior área indígena da região, localizada no Mato Grosso do Sul , é também a que teve mais focos até então, segundo os dados do Inpe. Na TI Kadiwéu, dos Terena e Kadiwéu, a maior TI da região, foram 176 focos de incêndio desde maio, sendo a maior parte concentrada no mês de agosto, o mais atingido até este sábado.

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Nesta semana, em viagem ao Mato Grosso, o presidente Jair Bolsonaro chegou a sentir na pele os efeitos das queimadas no Pantanal. O  voo que levava o presidente arremeteu no aeroporto de Sinop (MT), justamente por conta da fumaça provocada pelos incêndios. Bolsonaro, no entanto, minimizou a situação, dizendo que “Quem nos critica não tem queimada  porque já queimaram tudo”, criticando sobretudo países europeus, que denunciam o desmonte ambiental no Brasil.

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