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Brasil registra 987 mortes por Covid-19 em 24 horas e passa dos 134 mil óbitos

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A contagem de casos e mortes é realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde
Foto: Rogerio Santana/Governo do Rio de Janeiro

A contagem de casos e mortes é realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde

Nesta quarta-feira (16), o Brasil registrou  987 mortes pela Covid-19 confirmadas nas últimas 24 horas, chegando ao total de 134.106 óbitos desde o começo da pandemia.

Já o número de casos confirmados do novo coronavírus (Sars-CoV-2) subiu para 4.419.083. Desse total, 36.820 casos só de ontem para hoje. Os dados são do novo levantamento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

O ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 33.253 óbitos causados pela Covid-19. O Rio de Janeiro continua em segundo lugar, com 17.342 mortes, seguido por Ceará (8.764), Pernambuco (7.933) e Minas Gerais (6.419).

Os estados que registram maior número de casos são: São Paulo (909.428), Bahia (287.685), Minas Gerais (258.595), Rio de Janeiro (246.182) e o Ceará (230.406).

Desde o início de junho, o Conass divulga os números da pandemia da Covid-19 por conta de uma confusão com os dados do Ministério da Saúde. As informações dos secretários de saúde servem como base para a tabela oficial do governo, mas são publicadas cerca de uma hora antes.

Desde o início da pandemia, mais de 29,4 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo. Do total de doentes, mais de 930 mil morreram, segundo a Universidade Johns Hopkins.  O Brasil segue como o terceiro país do mundo em número de casos de Covid-19 e o segundo em mortes, atrás apenas dos Estados Unidos.

Fonte: IG SAÚDE

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Empresa que produz pílula contra Covid-19 inicia testes em humanos; conheça

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Empresa japonesa anuncia pílula contra Covid-19
Rafael Arbulu

Empresa japonesa anuncia pílula contra Covid-19

A empresa japonesa Shionogi & Co . está desenvolvendo uma pílula contra a Covid-19 , confirmando já ter, inclusive, iniciado testes humanos do medicamento . Com isso, a companhia torna-se a terceira marca a confirmar a produção de um medicamento oral contra o novo coronavírus – além dela, a norte-americana Pfizer e a alemã Merck também estão pesquisando medicamentos do tipo.

De acordo com informações do Wall Street Journal, a Shionogi promete que sua pílula contra a Covid-19, se tomada uma vez por dia , deve eliminar o coronavírus (Sars-Cov-2) do corpo em uma semana ou menos. A empresa é mundialmente conhecida por ter criado o medicamento “Crestor”, que combate o colesterol . Vale lembrar, porém, que os testes da nova droga começaram no início de julho e devem seguir neste formato até 2022.

Um medicamento introduzido por via oral pode tratar de um dos maiores problemas em relação à atual pandemia: ainda que, junto de práticas de higienização, máscaras e distanciamento social, as vacinas sejam a atual e mais segura via de proteção contra a Covid-19, muitas pessoas em muitos países ainda recusam-se a tomá-las, por motivos que vão desde incompatibilidade clínica (possíveis efeitos colaterais ou algum tipo de restrição) até teorias de conspiração sem fundamento.

A ideia para as três empresas é a de oferecer uma droga que possa ser tomada em casa, enquanto um caso confirmado de Covid-19 apresente sintomas leves ou moderados – em outras palavras, ela não serviria como um tratamento precoce. “O nosso objetivo é o de [criar] um composto oral muito seguro, assim como o Tamiflu ou Xofluza”, disse Isao Teshirogi, CEO da Shionogi, em referência aos medicamentos do vírus “influenza” causador da gripe.

O executivo ainda afirmou que a Shionogi deve recrutar de 50 a 100 voluntários para testes no Japão. Para o ano que vem, a ideia é ampliar esses testes ao executar a fase de avaliação em grupos – uma parcela dos voluntários recebe o medicamento, a outra recebe um placebo, para fins de controle dos possíveis efeitos.

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Assim como o medicamento testado pela Pfizer, a droga da Shionogi age ao inibir a reprodução de uma enzima chamada “protease”, necessária para que um vírus consiga se multiplicar nas células humanas. Esse método é aplicado em uma boa gama de infecções – incluindo testes contra o HIV. Entretanto, a resistência do vírus ao medicamento é apenas um dos obstáculos.

Isso porque, segundo especialistas ouvidos pelo WSJ, testes humanos de medicamentos do tipo pendem para uma alta taxa de falha. Uma simples dor de cabeça já poderia ser suficiente para invalidar resultados e impedir um paciente de tomá-los. Mais além, a Shionogi não informou se a droga seria capaz de reduzir ou eliminar efeitos causados pela Covid-19, como baixo teor de oxigênio, comprometimento pulmonar e outros problemas.

A Shionogi, porém, parece confiante: Teshirogi, que tem formação em medicina, disse que resultados preliminares de pesquisa indicam que o coronavírus não tem uma capacidade muito veloz de mutação que o faria resistir à droga testada. A intenção da empresa é, caso a droga se prove eficaz, licenciá-la para distribuição global, assim como ela fez com o Crestor – licenciado na Europa pela AstraZeneca.

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Fonte: IG SAÚDE

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Jovens de Paquetá recebem primeira dose de vacina contra covid-19

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Cerca de 400 adolescentes entre 12 e 17 anos estão recebendo hoje (25) a primeira dose da vacina contra a covid-19 na Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro. Eles recebem o imunizante de Pfizer, único aprovado para esta faixa etária pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A iniciativa é parte do projeto Paquetá Vacinada, desenvolvido pela prefeitura do Rio de Janeiro em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Trata-se de um estudo para avaliar os efeitos da imunização em massa. A pesquisa pretende oferecer mais respostas sobre a segurança do imunizante, a eficácia, os efeitos adversos e também a proteção de moradores da comunidade não vacinados.

A Ilha de Paquetá é um bairro da capital fluminense que só é possível acessar por meio de barca. Cenário do clássico A Moreninha, romance de Joaquim Manuel de Macedo, ela está localizada na parte mais interna da Baía de Guanabara e possui pouco mais de 4 mil moradores. Com ruas de terra e casas histórias, a ilha tem 120 hectares.

A aplicação das doses começou às 9h e se encerra às 16h. Para participar do projeto, os adolescentes passaram por um inquérito sorológico e fizeram um teste rápido para covid-19. Foram coletados mais 2,3 mil exames. Nesta etapa, ficou constatado que 21% das crianças e adolescentes já apresentavam anticorpos contra a covid-19 por terem sido expostos ao coronavírus.

A segunda dose deverá ser aplicada no dia 15 de agosto, na mesma data dos adultos que foram imunizados em junho com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca. No Brasil, ela é fabricada através de uma parceria com a Fiocruz.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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