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Pela primeira vez, assembleia geral da ONU é realizada virtualmente

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Teve início nesta terça-feira (15) a 75ª sessão da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Em virtude da pandemia de covid-19, esta será a primeira vez na história que a assembleia será realizada virtualmente. Os eventos estão sendo transmitidos ao vivo pela internet na Web TV das Nações Unidas.

O debate geral, que reúne líderes mundiais, será realizado a partir da próxima terça-feira (22). Neste ano, os discursos serão online. Cada Estado-membro, Estado observador e a União Europeia foram convidados a enviar um vídeo pré-gravado, que será exibido no salão da assembleia geral. Tradicionalmente, o Brasil é o primeiro país a discursar.

Apesar do convite para apresentação de falas gravadas, qualquer líder mundial tem o direito de fazer seu discurso de abertura diretamente da sede da ONU em Nova York.

O mesmo procedimento se aplicará a uma série de sessões especiais de alto nível programadas para o evento, incluindo uma comemoração do 75º aniversário das Nações Unidas, uma cúpula sobre biodiversidade; e uma reunião para comemorar e promover o Dia Internacional pela Eliminação Total das Armas Nucleares.

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Tradicionalmente, centenas de eventos são realizados à margem do debate da ONU. No entanto, o presidente da assembleia geral, Tijjani Muhammad-Bande, escreveu, em uma carta aos estados, que “todos os eventos paralelos foram transferidos para plataformas virtuais, a fim de limitar a presença e o número de pessoas no prédio da ONU”.

Edição: Nádia Franco

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Alemanha adotará lockdown de um mês em reação à disparada de covid-19

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A Alemanha imporá lockdown emergencial de um mês, que inclui o fechamento de restaurantes, academias de ginástica e teatros para reverter um pico de casos de coronavírus que pode sobrecarregar os hospitais, disse a chanceler Angela Merkel, nesta quarta-feira (28).

“Precisamos agir agora”, disse Meekel, acrescentando que a disparada recente no número de infecções gerou apoio político e público a novas medidas duras para reduzir os contatos sociais e conter surtos.

A partir de 2 de novembro, reuniões particulares serão limitadas a dez pessoas de, no máximo, duas casas. Restaurantes, bares, teatros, cinemas, piscinas e academias de ginástica serão fechadas, e shows serão cancelados.

Competições esportivas profissionais só poderão ser realizadas sem espectadores. As pessoas serão exortadas a não viajar por razões que não sejam essenciais, e pernoites em hotéis só estarão disponíveis para viagens de negócios.

Escolas e creches permanecerão abertos, assim como lojas, contanto que respeitem o distanciamento social e regras de higiene. As normas de âmbito nacional substituem uma colcha de retalhos confusa de medidas regionais.

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Para tornar as medidas mais palatáveis, especialmente para empresas menores, a Alemanha oferecerá ajuda financeira para aqueles que forem prejudicados pela novas restrições.

Conforme um novo pacote de ajuda equivalente a US$ 11,82 bilhões, empresas com até 50 funcionários receberão no mês de novembro 75% da sua renda do mesmo período do ano anterior.

Além disso, trabalhadores autônomos, como artistas e assistentes de palco, terão acesso a empréstimos de emergência, e o governo ampliará um programa de liquidação existente para dar às pequenas empresas com menos de dez funcionários acesso a empréstimos muito baratos.

Maior economia da Europa, a Alemanha foi amplamente elogiada por manter as taxas de infecção e mortes abaixo das de muitos de seus vizinhos na primeira fase da crise, mas agora está no meio de uma segunda onda, como a maior parte do continente.

Os casos aumentaram em 14.964 e chegaram a 464.239 nas últimas 24 horas, disse o Instituto Robert Koch, a agência de doenças infecciosas alemã, nesta quarta-feira. As mortes aumentaram em 85 e chegaram a 10.183, intensificando o temor em relação ao sistema de saúde depois que Merkel alertou que ele pode chegar a um ponto de ruptura se as infecções continuarem a disparar.

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EUA: Facebook, Twitter e Google defenderão lei que protege plataformas

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Os diretores executivos de três grandes empresas de tecnologia defenderão uma lei que protege as companhias de internet em um painel do Senado nesta quarta-feira – um tópico que dividiu os parlamentares dos EUA sobre as formas de responsabilizar esses grupos por moderar o conteúdo no suas plataformas.

Mark Zuckerberg, do Facebook, Jack Dorsey, do Twitter, Sundar Pichai, do Google, dirão ao comitê presidido pelo senador republicano Roger Wicker que a Seção 230 do ‘Communications Decency Ac’t – que protege as empresas de responsabilidade pelo conteúdo publicado por usuários – é fundamental para a liberdade de expressão na internet.

Dorsey, do Twitter, alertará o comitê que erodir a base da Seção 230 pode prejudicar significativamente a forma como as pessoas se comunicam online. Zuckerberg dirá que as plataformas de tecnologia provavelmente censurarão mais para evitar riscos legais se a Seção 230 for revogada.

A audiência acontece depois que o presidente republicano Donald Trump pediu repetidamente que as empresas de tecnologia fossem responsabilizadas por sufocar vozes conservadoras. Como resultado, os pedidos de reforma da Seção 230 se intensificaram por parte dos parlamentares republicanos antes das eleições de 3 de novembro, mesmo quando há pouca chance de aprovação pelo Congresso este ano.

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O candidato presidencial democrata Joe Biden também expressou apoio à revogação da lei.

Maria Cantwell, importante democrata no painel de comércio do Senado, inicialmente rejeitou um pedido dos republicanos para intimar os três CEOs (diretores executivos) a comparecerem à audiência, mas depois mudou de ideia e disse que acolhia um “debate sobre 230”.

Existem também várias peças de legislação bipartidária que foram introduzidas sobre o assunto.

“Uma audiência menos de uma semana antes de uma eleição não será um bom local para uma exploração aprofundada de uma questão muito complicada, então espero que acabe sendo substantiva”, disse Matthew Perault, diretor do Center on Science and Technology Policy da Duke University.

Na segunda-feira, Perault divulgou um documento que traçava uma agenda para reformar a lei no próximo governo.

Edição: Maria Claudia

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