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Estudante picado por naja é indiciado por tráfico de animais e maus-tratos

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Pedro foi picado por uma naja no dia 7 de julho.
Pedro Krambeck / Redes sociais

Pedro foi picado por uma naja no dia 7 de julho.

Nesta quinta-feira (13), a Polícia Civil do Distrito Federal concluiu o inquérito que investiga suposto esquema de tráfico de animais silvestres e exóticos . Pedro Henrique Krambeck, estudante picado por naja , foi indiciado por tráfico de animais , associação criminosa, maus-tratos e exercício ilegal da medicina veterinária.

Outras onze pessoas também foram indiciadas. A mãe e o padrasto de Pedro Henrique poderão responder por associação criminosa, tráfico, maus-tratos , fraude processual e corrupção de menores. A investigação indica que ambos tinham conhecimento dos crimes e auxiliavam o filho.

Gabriel Ribeiro, amigo de Pedro Henrique , foi indiciado por posse ilegal, guarda ilegal, maus-tratos, fraude processual e associação criminosa . Outros seis amigos dos estudantes são acusados de fraude processual e posse ilegal.

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Fabiana Volkweis, professora de Pedro Henrique , foi indiciada por fraude processualUma funcionária do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) também foi indiciada por ajudar o grupo, segundo o G1. Ela liberava licenças falsas de autorização para a criação das serpentes, uma espécie de “lavagem de animais”.

A investigação da Polícia Civil revelou que Pedro Henrique iniciou o esquema de tráfico de animais em 2017. Ele cuidava da reprodução das serpentes e vendia cada filhote por cerca de R$500.

O caso será enviado à Justiça e os promotores do Ministério Público do DF decidirão se os envolvidos serão denunciados.

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Estudo da FGV aponta que pandemia provocou queda de renda de 20,1%

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Agência Brasil

Estudo da FGV aponta que pandemia provocou queda de renda de 20,1%

Rio – O primeiro trimestre da pandemia de covid-19, declarada oficialmente em 11 de março, ocasionou uma perda média de 20,1% na renda dos brasileiros, baixando o valor de R$ 1.118 para R$ 893 mensais. No cálculo, consideram-se mercados formal e informal e também a parcela de trabalhadores sem emprego.

No período, o coeficiente de Gini, usado para mensurar o nível de desigualdade social, aumentou 2,82%. Os apontamentos constam da pesquisa Efeitos da pandemia sobre o mercado de trabalho brasileiro, coordenada pelo economista Marcelo Neri, da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Conforme demonstra o estudo, observa-se que tanto a queda média na renda como o índice Gini atingiram nível recorde quando analisadas variações da série histórica, iniciada em 2012. Enquanto os mais pobres viram a renda encolher 27,9% – de R$ 199 para R$ 144 -, o impacto foi de 17,5% – de R$ 5.428 para 4.476 -, entre os 10% mais ricos do país.

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Os pesquisadores atribuem a queda de mais de um quarto da renda à redução da jornada de trabalho, que foi de 14,34% na média nacional, e a outros fatores, como a própria diminuição na oferta de vagas. A taxa de ocupação, isto é, a parcela da força de trabalho que possui um emprego, também caiu 9,9%.

O estudo afirma que a situação pesou mais entre indígenas, analfabetos e jovens de 20 a 24 anos. De acordo com os pesquisadores, mulheres foram mais afetadas, com 20,54% de queda na renda, contra 19,56% dos homens.

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Pedagoga leva soco em abordagem policial: “fui chamada de preta, de vagabunda”

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Rerodução

Vídeo mostra momento em que Eliane foi derrubada e recebeu soco no rosto

A pedagoga Eliane Espírito Santo, de 39 anos, sofreu uma abordagem violenta da Polícia Militar em Macapá. A mulher, que levou um soco no rosto e recebeu várias ofensas, chegou a ser detida por “desacato e desobediência”.

A ocorrência foi filmada e publicada nas redes sociais pelo filho de Eliane, que também foi abordado. Pouco tempo depois, o vídeo viralizou, causando revolta em internautas.

“Para mim isso foi uma tortura, mexeu muito com meu psicológico. […] Eu fui chamada de preta, fui chamada de vagabunda por eles na delegacia. Eu me senti ofendida e para mim foi um preconceito muito grande, porque éramos os únicos negros ali”, disse ela ao portal G1.

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“A polícia já abordou a gente apontando as armas para o carro. Abordou todo mudo menos eu; um deles deu um soco no estômago do meu marido. Eu falei para a equipe liberar o adolescente porque ele é do interior, e estava sob minha responsabilidade. Eu atravessei, fiquei na calçada de casa. Só um deles me agrediu”, recorda.

A abordagem ocorreu na sexta-feira (18) à noite. Após repercussão, o governador do Amapá, Weldez Góes, afirmou que as imagens “envergonham as forças armadas de segurança do Estado” e reconhece que a ocorrência é “recheada de atitudes racistas”. De acordo com o governo do estado, os policiais serão afastados para investigação.

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