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CRB vence no fechamento da segunda rodada da Série B

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No Estádio Rei Pelé, em Maceió, nesta quarta (13), o CRB venceu pela primeira vez na Série B do Campeonato Brasileiro. O gol da vitória veio dos pés do atacante Léo Gamalho, aos 34 minutos do segundo tempo. A atuação não foi das melhores, mas o resultado positivo levou a equipe do treinador Marcelo Cabo ao nono lugar da tabela. Já o Oeste, ainda sem vitórias na competição, segue na 14ª colocação. Na próxima rodada, os alagoanos vão até o Recife encarar o Náutico, enquanto os paulistas pegam o Brasil de Pelotas, no Rio Grande do Sul. O líder isolado do torneiro até agora é o gaúcho Juventude, com dois jogos e duas vitórias.

A partida desta noite marcava a busca pela primeira vitória de dois times. O CRB tinha perdido na estreia para o Juventude, por 2 a 1, em Caxias do Sul. O Oeste trazia um empate sem gols com a Chapecoense. Melhor para os donos da casa que erraram menos e contam com um centroavante competente. O cruzamento rasteiro pela direita encontrou Léo Gamalho, que, com um leve toque, mandou para as redes do adversário. Foi o décimo gol do atacante na temporada, e que valeu os primeiros três pontos do Galo alagoano no torneio nacional.

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Veja aqui a classificação atualizada da Série B do Brasileiro.

Edição: Fábio Lisboa

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Coluna – Rede de memórias

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Nesta terça-feira (22) se comemora o Dia Nacional do Atleta Paralímpico. Instituída em 2012, a data é a mesma do aniversário do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, sigla em inglês) e vem na sequência do Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado na última segunda (21). As duas ocasiões têm como objetivo a conscientização sobre a inclusão na sociedade de pessoas com qualquer tipo de deficiência, e reforçar a importância de se desenvolver meios para que isso ocorra de fato. O esporte é, talvez, o mais relevante deles.

O Brasil é uma das forças do paradesporto mundial. Nas últimas três Paralimpíadas, a delegação verde e amarela ficou entre as dez primeiras colocadas no quadro de medalhas. Dar luz àqueles que fizeram e fazem parte da trajetória brasileira nesse movimento é o mote do projeto Memória Paralímpica, iniciado no Facebook pelo ex-diretor técnico e secretário geral do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Antonio João Menescal Conde.

“Não é só no esporte, mas como em tudo no Brasil, temos pouca memória recente e de um passado mais distante. Sabemos que foi esse passado que nos trouxe ao dia de hoje. Senti necessidade do registro, de mostrar honra e gratidão a figuras importantes na história do esporte paralímpico no mundo e no Brasil”, explica o ex-dirigente, que também foi professor do Instituto Benjamin Constant (IBC), no Rio de Janeiro (RJ); diretor técnico da delegação brasileira na Paralimpíada de Seul (Coreia do Sul), em 1988; e chefe da equipe nacional nos Jogos de Barcelona (Espanha), quatro anos depois.

Delegação paralímpica do Brasil em Seul, em 1988 - Divulgação Projeto Memória Paralímpica BrasileiraDelegação paralímpica do Brasil em Seul, em 1988 - Divulgação Projeto Memória Paralímpica Brasileira

Delegação paralímpica do Brasil em Seul, em 1988 –  Divulgação Projeto Memória Paralímpica Brasileira

“O paradesporto no Brasil está absolutamente consolidado, e isso é muito importante e gratificante de ver para quem começou lá atrás. Hoje, você tem o repasse de recursos da lei Agnelo-Piva, das loterias e tem um grande centro de treinamento, em São Paulo, que eu nunca pensei que veria um dia. Dos anos 80 para cá, o movimento evoluiu de maneira extraordinária. É mais um motivo para resgatar as pessoas que vivenciaram o esporte paralímpico no Brasil antes dessa época, que deram os passos mais difíceis, como também os gestores atuais e mais modernos, que contribuíram muito para que o Brasil chegasse onde chegou”, completa Conde.

Coleta virtual

O projeto começou em 2013, com participação da ex-presidente da Associação Brasileira de Desportos em Cadeira de Rodas (Abradecar), Beatriz Pinto Monteiro (já falecida), do designer Roberto Tostes e do jornalista João Menescal, filho de Conde. Para coleta das memórias, foi usado o Facebook. Além do perfil, há um grupo na rede social com 4,2 mil pessoas, que trocam informações, relatos e imagens. “Temos mais de 10 mil fotos. São fotos diferentes porque não estão presas à prática do paradesporto. Elas pegam a parte do dia a dia das delegações, o convívio com outros países e culturas e dentro das próprias delegações, mostrando que o esporte é muito mais do que se vê nas quadras e pistas”, descreve Conde.

“As [memórias] que mais me gratificaram foram as resgatadas de pessoas que não estão mais conosco, mas tiveram papel fundamental no esporte paralímpico, como Robson Sampaio [fundador do Clube do Otimismo, no Rio de Janeiro ] e Sérgio Seraphin Del Grande [criador do Clube dos Paraplégicos de São Paulo], os precursores [do paradesporto no Brasil, nos anos 50]; José Gomes Blanco, Aldo Micollis e tantos outros, entre atletas, técnicos e dirigentes. Resgatei as memórias por depoimentos meus, que convivi com a maioria deles, ou de pessoas que conviveram com eles”, acrescenta.

No papel

O próximo objetivo do projeto é transformar as memórias em livro publicado. A obra, por enquanto, está disponível de forma digital. “O marco inicial é a Revolução Industrial, em meados do século 18, que deu início ao movimento corporativista das pessoas com deficiência, na medida que elas sentiram necessidade de juntar forças para reivindicar os direitos. O marco final é a Paralimpíada de Pequim [China], em 2008, por ser a minha última participação no esporte paralímpico. É muito difícil falar de memórias, mesmo de organizá-las, se você não vivenciou o período”, diz o idealizador do Memória Paralímpica.

Abertura dos Jogos Olímpicos em Stoke Mandeville, em 1984 - Divulgação Projeto Memória Paralímpica BrasileiraAbertura dos Jogos Olímpicos em Stoke Mandeville, em 1984 - Divulgação Projeto Memória Paralímpica Brasileira

Abertura dos Jogos Paralímpicos em Stoke Mandeville (Inglaterra), em 1984 – Divulgação Projeto Memória Paralímpica Brasileira

“Outro aspecto que me fez limitar [as memórias até 2008] é que os justos holofotes aos atletas de ponta de hoje me fazem perceber que é muito mais importante resgatar aqueles que, em suas épocas, não tinham visibilidade, não tinham nada de imprensa que os divulgasse. O livro contempla tudo isso e foi finalizado com apoio do CPB. Contudo, o Comitê, em um determinado momento, não me passou o motivo, parece que se desinteressou pela publicação, então, ele [livro] ainda é inédito”, revelou Antonio. À Agência Brasil, a entidade explicou que as informações que constam na obra estão em checagem.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Dupla de Luisa Stefani avança às quartas do WTA de Estrasburgo

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Nesta terça-feira (22), a tenista brasileira Luisa Stefani e a norte-americana Hayley Carter estrearam com vitória no WTA de Estrasburgo, na França. Elas ganharam por 2 sets a 1 a parceria da norte-americana Sabrina Santamaria com a japonesa Miyu Kato, com parciais de  6/7 (7/5),  6/3 e 10/8.

“Jogo difícil, mas ganhamos. Desde semana passada queríamos fazer alguns ajustes táticos no nosso jogo que sentíamos que precisávamos fazer para melhorar para chegarmos mais firmes para Roland Garros. Uma das metas desse jogo era treinar algumas dessas jogadas e detalhes. Algumas horas não foram  tão confortáveis porque treinamos, tentamos ajustar. Foi ao mesmo tempo um bom jogo, condições diferentes da semana passada, acostumar com condições, quadra. Mesmo não jogando nosso melhor, conseguimos sair bem com a vitória. Agora é focar para o próximo”, disse Stefani, que, após atingir a semifinal do Premiere de Roma na semana passada, deu um salto no ranking e atingiu a melhor posição da carreira, o 33º lugar.   

Stefani e Carter voltam à quadra amanhã, às 6h, para lutar pela vaga na  semifinal de duplas do WTA de Estrasburgo, último preparatório para o Grand Slam de Roland Garros. As adversárias serão a norte-americana Sloane Stephens e a suíça Jil Teichmann. 

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Brasileiro bate favorito do “quali” de Roland Garros

Esta terça (22) também foi vitoriosa para o brasileiro João Menezes. O campeão pan-americano começou bem o qualifying (classificatório) para Roland Garros, ao derrotar nas simples o egípcio Mohamed Safwat, por 2 sets a 1, parciais  7/6 (7/2) e 6/1. O adversário de Menezes eram o  28º cabeça de chave e atualmente ocupa a 140ª posição do ranking mundial da ATP.

“Jogo foi muito bom, apresentei um bom nível, não perdi o saque o jogo inteiro”, comemorou o tenista mineiro. Na segunda rodada Na segunda rodada, ainda sem data definida, Menezes enfrenta o português Federico Silva, 193º colocado, que derrotou o ex-top 10, o sérvio Viktor Troicki. “É um canhoto que usa bem o forehand. Vou analisar qual tática adotar com o [técnico Luiz] Peniza”, revelou o brasileiro.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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