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Presidente de sindicato esquece microfone ligado e confessa situação irregular

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Reprodução/Rede Record

Presidente do sindicato esquece microfone aberto e fala sobre esquema irregular

O programa “Repórter Record Investigação” exibiu, nesta semana, uma reportagem sobre a condições de trabalho análogas à escravidão em campos de Sisal na Bahia. A própria apuração, porém, não contava com o registro obtido pela emissora após um dos entrevistados esquecer a câmera e o microfone ligados depois da entrevista.

Após entrevista na qual afirmava “as condições de trabalho adequadas”, o presidente do Sindicado das Indústrias de Fibras Vegetais do Estado da Bahia – Sindifibras, Wilson Andrade, se despediu sem desligar os equipamentos. Wilson, então, levanta-se da cadeira para conversar com seu assessor. “O esquema é completamente irregular. Não tem registro, o cara trabalha como autônomo”, diz.

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Pouco antes, Wilson iniciava a conversa dizendo que “a defesa está feita!”, mas confessa que a repórter – que questionou a indústria – tem razão. “Tá errado, ela tem razão. Agora, você tem que defender naquilo que pode, tá certo?”, afirma o presidente do sindicato, antes de perceber que as afirmações estavam sendo gravadas.

Sobre as condições de trabalho nos campos de Sisal, a reportagem denunciou jornadas exaustivas, trabalho infantil e levradores que foram mutilados em equipamentos. Grande parte dos trabalhadores recebem salário inferior ao mínimo. Durante a entrevista, antes da conversa com oassessor, o presidente do sindicato chegou a afirmar que “não acha a situação grave”.

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Estudo da FGV aponta que pandemia provocou queda de renda de 20,1%

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Agência Brasil

Estudo da FGV aponta que pandemia provocou queda de renda de 20,1%

Rio – O primeiro trimestre da pandemia de covid-19, declarada oficialmente em 11 de março, ocasionou uma perda média de 20,1% na renda dos brasileiros, baixando o valor de R$ 1.118 para R$ 893 mensais. No cálculo, consideram-se mercados formal e informal e também a parcela de trabalhadores sem emprego.

No período, o coeficiente de Gini, usado para mensurar o nível de desigualdade social, aumentou 2,82%. Os apontamentos constam da pesquisa Efeitos da pandemia sobre o mercado de trabalho brasileiro, coordenada pelo economista Marcelo Neri, da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Conforme demonstra o estudo, observa-se que tanto a queda média na renda como o índice Gini atingiram nível recorde quando analisadas variações da série histórica, iniciada em 2012. Enquanto os mais pobres viram a renda encolher 27,9% – de R$ 199 para R$ 144 -, o impacto foi de 17,5% – de R$ 5.428 para 4.476 -, entre os 10% mais ricos do país.

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Os pesquisadores atribuem a queda de mais de um quarto da renda à redução da jornada de trabalho, que foi de 14,34% na média nacional, e a outros fatores, como a própria diminuição na oferta de vagas. A taxa de ocupação, isto é, a parcela da força de trabalho que possui um emprego, também caiu 9,9%.

O estudo afirma que a situação pesou mais entre indígenas, analfabetos e jovens de 20 a 24 anos. De acordo com os pesquisadores, mulheres foram mais afetadas, com 20,54% de queda na renda, contra 19,56% dos homens.

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Pedagoga leva soco em abordagem policial: “fui chamada de preta, de vagabunda”

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Rerodução

Vídeo mostra momento em que Eliane foi derrubada e recebeu soco no rosto

A pedagoga Eliane Espírito Santo, de 39 anos, sofreu uma abordagem violenta da Polícia Militar em Macapá. A mulher, que levou um soco no rosto e recebeu várias ofensas, chegou a ser detida por “desacato e desobediência”.

A ocorrência foi filmada e publicada nas redes sociais pelo filho de Eliane, que também foi abordado. Pouco tempo depois, o vídeo viralizou, causando revolta em internautas.

“Para mim isso foi uma tortura, mexeu muito com meu psicológico. […] Eu fui chamada de preta, fui chamada de vagabunda por eles na delegacia. Eu me senti ofendida e para mim foi um preconceito muito grande, porque éramos os únicos negros ali”, disse ela ao portal G1.

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“A polícia já abordou a gente apontando as armas para o carro. Abordou todo mudo menos eu; um deles deu um soco no estômago do meu marido. Eu falei para a equipe liberar o adolescente porque ele é do interior, e estava sob minha responsabilidade. Eu atravessei, fiquei na calçada de casa. Só um deles me agrediu”, recorda.

A abordagem ocorreu na sexta-feira (18) à noite. Após repercussão, o governador do Amapá, Weldez Góes, afirmou que as imagens “envergonham as forças armadas de segurança do Estado” e reconhece que a ocorrência é “recheada de atitudes racistas”. De acordo com o governo do estado, os policiais serão afastados para investigação.

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