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Ex-filiado de partido tenta atacar prefeito de Cuiabá com machado

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Gustavo
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Gustavo Lima Franco tentou atacar prefeito de Cuiabá

Um homem que era filiado ao partido Novo tentou atacar o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), com um machado, na noite deste sábado (8). O homem, identificado como Gustavo Lima Franco, tentou invadir a sede de uma das subprefeituras da cidade.

Segundo o boletim de ocorrência, o vigilante tentou parar Gustavo, que estava dando chutes na porta do local, mas acabou sendo golpeado. “Após isso, o suspeito. que estava em posse de um machado, desferiu um golpe acertando o capacete de moto que estava usando. Em seguida, correu para pedir ajuda. Neste momento, o suspeito quebrou o retrovisor de sua moto e disse que iria na casa do prefeito”, informa o boletim.

No caminho para a casa do prefeito, em um bairro nobre da capital matogrossense, Franco foi abordado pela polícia militar por volta das 20h. Com ele, foi encontrado um machado, o mesmo usado na briga corporal contra o segurança.

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Como não conseguiu encontrar o prefeito na subprefeitura, ele então se dirigiu à casa dele, em um bairro nobre da capital matogrossense. Gustavo, porém, foi abordado pela polícia militar. Com ele, foi encontrado um machado, o mesmo usado na briga corporal contra o segurança.

Ex-filiado do Novo

Gustavo Lima Franco foi filiado ao partido Novo até o ano passado, quando saiu da legenda. Na época, ele já fazia uma série de críticas ao prefeito da capital, Emanuel Pinheiro (MDB).

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5 afirmações ditas por Bolsonaro na ONU que não são bem assim; veja

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bolsonaro
TV Brasil/Reprodução

Bolsonaro falou sobre novo coronavírus durante discurso na ONU

Em seu discurso na abertura na 75ª Assembleia Geral da ONU , o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não poupou de se esquivar de polêmicas. Mais uma vez, Bolsonaro usou o discurso para ecoar suas convicções. O iG preparou uma lista com as declarações polêmicas de Jair Bolsonaro em seu discurso desta terça-feira (22). Do apoio a Donald Trump ao valor pago no auxílio emergencial. Confira:

Apoio a Donald Trump 

Bolsonaro fez, novamente, elogios ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em seu discurso, fez questão de ressaltar a importância do papel ‘pacífico’ do presidente americano, principalmente nas questões que envolvem a questão Israel-palestina.

“O Brasil saúda também o Plano de Paz e Prosperidade lançado pelo Presidente Donald Trump, com uma visão promissora para, após mais de sete décadas de esforços, retomar o caminho da tão desejada solução do conflito israelense-palestino. A nova política do Brasil de aproximação simultânea a Israel e aos países árabes converge com essas iniciativas, que finalmente acendem uma luz de esperança para aquela região”. 

Já não é de hoje que Bolsonaro tenta alinhar as agendas dos dois países a fim de estreitar as relações com o presidente americano, como, por exemplo, quando participou de um  almoço no dia da independência americana, com o embaixador do país aqui no Brasil, para comemorar a data.

Combate à cristofobia 

O presidente do Brasil afirmou, ao final de seu discurso que o mundo vive um momento em que cristãos sofrem preconceito, mas sem especificar detalhes. “Faço um apelo a toda a comunidade internacional pela liberdade religiosa e pelo combate à  cristofobia”. 

Os evangélicos são hoje uma das principais forças políticas do país e sua bancada representa mais de 21% da Câmara dos Deputados, por exemplo. Do outro lado, entretanto, o Brasil tem visto a ocorrência de intolerância religiosa que, com frequência, atingem praticantes de religiões afro-brasileiras, com agressões e destruições de templos de umbanda e candomblé. 

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Pandemia de Covid-19 

O presidente também eximiu o governo federal de maiores responsabilidades com relação à condução da crise sanitária que afetou o país. Segundo ele, o governo sempre alertou para os perigos da doença e do desemprego.  

“Desde o princípio, alertei, em meu país, que tínhamos dois problemas para resolver: o vírus e o desemprego, e que ambos deveriam ser tratados simultaneamente e com a mesma responsabilidade”. 

E complementou atacando a imprensa: “Como aconteceu em grande parte do mundo, parcela da imprensa brasileira também politizou o vírus, disseminando o pânico entre a população. Sob o lema “fique em casa” e “a economia a gente vê depois”, quase trouxeram o caos social ao país”. 

Com o discurso contraditório, Bolsonaro esqueceu de mencionar que ele próprio usou um canal oficial do governo para afirmar que a ‘gripezinha’ não deveria ser levada a sério e que a vida deveria continuar. Além disso, por diversas vezes, minimizou os efeitos da pandemia e, ao contrário do que afirmou, não alertava a população desde o início da grave situação que o país atravessava e ainda atravessa. 

Auxílio Emergencial  

Bolsonaro reivindicou para si a autoria do  auxílio de R$ 600 para as pessoas em situação mais vulnerável.

“Nosso governo, de forma arrojada, implementou várias medidas econômicas que evitaram o mal maior. Concedeu auxílio emergencial em parcelas que somam aproximadamente 1000 dólares para 65 milhões de pessoas, o maior programa de assistência aos mais pobres no Brasil e talvez um dos maiores do mundo”.

Apesar do discurso, Bolsonaro relutou até o fim contra a concessão do benefício. Durante o processo de votação das medidas no Congresso Nacional, o ministro da Economia, Paulo Guedes, chegou a dizer que seu limite seria de R$ 200. Mas, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, puxou o valor para R$ 500 e, no final, o governo concordou em fechar o valor em R$ 600, em uma manobra de concessão política aos parlamentares. 

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Mais recentemente, o presidente tomou para si a responsabilidade da ação e tem usado o auxílio como ferramenta eleitoral e de aumento de popularidade, principalmente na região nordeste do país.   

Brasil em chamas 

20% do Pantanal já atingido pelas queimadas e um aumento de 28% de queimadas no mês de julho na Amazônia.  Os números parecem não convencer o presidente da seriedade da situação que o país enfrenta no aspecto ambiental. Ao invés disso, Bolsonaro prefere afirmar que o país está sendo vítima de “uma das mais brutais campanhas de desinformação sobre a Amazônia e o Pantanal”.

“A Amazônia brasileira é sabidamente riquíssima. Isso explica o apoio de instituições internacionais a essa campanha escorada em interesses escusos que se unem a associações brasileiras, aproveitadoras e impatrióticas, com o objetivo de prejudicar o governo e o próprio Brasil. Somos líderes em conservação de florestas tropicais. Temos a matriz energética mais limpa e diversificada do mundo. Mesmo sendo uma das 10 maiores economias do mundo, somos responsáveis por apenas 3% da emissão de carbono”.

E completou: “O nosso Pantanal, com área maior que muitos países europeus, assim como a Califórnia, sofre dos mesmos problemas. As grandes queimadas são consequências inevitáveis da alta temperatura local, somada ao acúmulo de massa orgânica em decomposição”.

Bolsonaro esqueceu de mencionar os números recordes de queimadas que o país vive em seus principais biomas nacional e em como o governo federal é omisso em relação ao tema, já que, diversas vezes, ministros e aliados do presidente minimizaram as queimadas. 

O Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) afirmou que a alta nos incêndios está diretamente relacionada ao desmatamento.

Os dados também mostraram que a proporção de áreas grandes (com mais de 500 hectares) desmatadas entre 2018 e 2019 foi a maior em dez anos. Isso indica que grandes produtores também podem estar diretamente envolvidos na grilagem de terras, com o objetivo de tornar as áreas em grandes pastos ou plantações. 

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Presos ajudam a combater incêndios no Pantanal

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incêndios no Pantanal
Reprodução / AFP

Os presos voluntários foram escolhidos por estarem na fase final do cumprimento da pena e por apresentarem comportamento exemplar.



Presos são selecionados para ajudar no combate aos incêndios do Pantanal  e realizar outros trabalhos essenciais para diminuir o efeito das chamas que devastam o bioma. A operação é realizada ao longo da Transpantaneira, uma estrada de terra de 150 km, principal via da região, que vai de Porto Jofre a Poconé, no estado de Mato Grosso.

Eliseu dos Santos, preso há dez anos, contou à AFP que se sente triste e ao mesmo tempo orgulhoso do trabalho que estão fazendo. O homem disse que o grupo fez um curso com o corpo de bombeiros, para poder auxiliar no combate ao fogo, resgatando animais e levando suprimentos, como água e alimentos.

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“Aqui falta água, alimento, muitos bichos morrendo. É uma tristeza enorme. Me alegro de estar ajudando e ao mesmo tempo me entristeço de ver o que está acontecendo, o que estou vendo com os meus próprios olhos”, diz Santos à AFP.

Assim como os outros dez internos que integram esse programa da Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária do Estado de Mato Grosso, esse homem de 54 anos participa voluntariamente. Eles foram escolhidos por estarem na fase final do cumprimento da pena e por apresentarem comportamento exemplar.

Monitoramento

O policial penal Alex Rondon, chefe da operação, explica que o objetivo desse projeto é a “reintegração à sociedade”.

Nesta operação, os presidiários bombeiam água, apagam as chamas e auxiliam os brigadistas em todas as suas tarefas. Ao mesmo tempo, são monitorados por uma tornozeleira eletrônica e por um grupo de policiais.

Rondon contou à AFP que muitos dos presos buscam a reinserção na sociedade, mas os registros criminais atuam como barreiras para a contratação.

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Além de ajudar nas queimadas, o projeto busca apagar esse estigma e fazer com que a sociedade veja que eles estão prontos para conviver novamente. Que possam sair do ambiente pesado da prisão e aos poucos se acostumar a morar em outras áreas, complementa.

Ressocialização

Devido ao seu bom comportamento, Eliseu trabalha durante o dia fora da prisão, há pelo menos cinco anos. De acordo com ele, a recepção da sociedade tem sido um fator indispensável no seu processo de ressocialização.

“Aqui as pessoas nos tratam como seres humanos, como gente, não nos tratam como pessoas do sistema prisional. Só o fato de você ser tratado como ser humano, a cabeça da gente já muda”, relata à AFP. 

“Errar é humano. Persistir no erro é burrice. Acho que todo mundo merece uma chance. Se a gente não tem uma chance para ser uma pessoa melhor amanhã, fica mais difícil”, concluiu.

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