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Liga dos Campeões da Europa retorna com jeito de Copa do Mundo

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Torneio de tiro curto, com jogo quase todo dia, delegações concentradas em um único lugar e verdadeiras seleções mundiais em campo. Devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19), a Liga dos Campeões da Europa viverá um agosto digno de Copa do Mundo. Lisboa, a capital portuguesa, foi a sede escolhida pela Uefa (União das Associações Europeias de Futebol) para abrigar os duelos decisivos da maior competição de clubes de futebol do planeta. As partidas não terão presença de público.

Antes de a bola rolar em Portugal, a maratona da Champions terá a conclusão de quatro confrontos das oitavas de final que não puderam ser finalizados antes da pandemia. Nesta sexta-feira (7), às 16h (horário de Brasília), o Manchester City (Inglaterra) recebe o Real Madrid, atual campeão espanhol. Na partida de ida, fora de casa, os ingleses ganharam por 2 a 1. No mesmo horário, a eneacampeã italiana Juventus mede forças com o Lyon, que venceu o primeiro jogo, na França, por 1 a 0.

No sábado, também às 16h (horário de Brasília), Barcelona e Napoli se encontram na Espanha, após o empate por 1 a 1 na Itália, enquanto o octacampeão alemão Bayern de Munique joga em casa contra o Chelsea (Inglaterra). Em Londres, a equipe bávara fez 3 a 0. Assim como será na sequência da Liga dos Campeões, os jogos terão portões fechados.

A partir das quartas de final começa a fase Copa do Mundo da Champions. De quarta-feira (12) em diante, os confrontos serão disputados em Lisboa, em jogo único, nos estádios José Alvalade (Sporting) e da Luz (Benfica). Este último receberá a decisão, no próximo dia 23 de agosto. As partidas serão todas às 16h (horário de Brasília). Os quatro times que sairão das oitavas se unirão a Atalanta (Itália), RB Leipzig (Alemanha), Paris Saint-Germain (França) e Atlético de Madri (Espanha), classificados antes da pandemia.

Protocolo rígido

Segundo a Direção Geral da Saúde de Portugal, o país europeu teve 51.848 casos do novo coronavírus até a última quarta-feira (5), com 1.740 óbitos. Nesse mesmo dia, o Ministério da Saúde identificou mais recuperações (247) do que novos registros (167) da doença. Não tem sido inédito. A primeira vez que isso ocorreu foi em 21 de abril.

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Apesar de a pandemia estar mais controlada em Portugal, os protocolos para a retomada da Liga dos Campeões no país é rígido. Os atletas serão submetidos a testes antes e depois das partidas e são orientados a utilizarem máscaras em locais públicos, além de manterem distanciamento mínimo de dois metros. As delegações estarão concentradas em hotéis e não podem deixá-los sem autorização. O contato com pessoas não relacionadas à equipe está vedado.

Brasileiros na briga

São 27 brasileiros distribuídos em 11 dos 12 times que seguem na Liga dos Campeões. Apenas o RB Leipzig não tem atletas do país. Das 32 equipes que disputaram a fase de grupos, o Brasil tinha atletas em 27 delas, com 65 representantes ao todo. A estatística não contabiliza os nascidos por aqui que se naturalizaram por outras nações, como o lateral Emerson Palmieri e o volante Jorginho, que defendem a Itália. Ambos são do Chelsea.

O Lyon, com seis jogadores (os laterais Rafael e Marçal, o zagueiro Marcelo, os volantes Thiago Mendes e Jean Lucas e o meia Bruno Guimarães), é o time mais verde e amarelo entre os que continuam na Champions, seguido pelo Real Madrid, com cinco (o zagueiro Éder Militão, o lateral Marcelo, o volante Casemiro e os atacantes Vinícius Júnior e Rodrygo). Atalanta (com o zagueiro Rafael Tolói), Chelsea (com o atacante William), Bayern (com o meia Philippe Coutinho), Barcelona (o goleiro Neto) e Napoli (o meia Allan) têm, pelo menos, um brasileiro no elenco.

Entre eles, o atacante Gabriel Jesus é o que mais balançou as redes na atual edição da competição, com cinco gols pelo Manchester City. Na sequência aparecem Rodrygo, autor de quatro gols pelo Real Madrid, e Neymar, do Paris Saint-Germain, com três gols. O camisa 10 do PSG é o artilheiro do país na história da competição, com 35 gols, anotados pelo clube francês e pelo Barcelona, time pelo qual foi campeão em 2015.

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Olho nas estrelas

Não é à toa que a bola da Champions é coberta por estrelas. A competição reúne os principais jogadores da atualidade. Entre eles estão os atacantes Cristiano Ronaldo e Lionel Messi, craques com os maiores números de gols e assistências da história da competição. O português lidera as duas estatísticas, com 128 gols e 36 assistências, seguido pelos 114 gols e 32 assistências do argentino.

A presença deles nas quartas de final depende do sucesso de Juventus e Barcelona nas partidas contra Lyon e Napoli, respectivamente. Na atual edição, eles ainda não despontaram: Ronaldo foi às redes duas vezes (está atrás dos atacantes Paulo Dybala e Gonzalo Higuaín, na artilharia da Juve no torneio) e deu um passe para gol, enquanto Messi assinalou dois tentos (um a menos que o atacante Luís Suárez, companheiro de equipe) e distribuiu três assistências.

O destaque da Liga, até o momento, é Robert Lewandowski. O atacante vive grande fase no Bayern e balançou as redes 11 vezes em apenas seis jogos pela competição. Como deu duas assistências, significa dizer que o polonês participou de, pelo menos, dois gols por partida, em média. Lewa está a seis tentos de igualar o feito de Cristiano Ronaldo, que na edição 2013/2014 assinalou 17 gols pelo Real Madrid.

Edição: Fábio Lisboa

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Sport mantém embalo no Brasileirão e complica vida do Corinthians

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Na estreia do meia Thiago Neves pelo Sport, quem decidiu foi Iago Maidana. Eficiente na defesa, o zagueiro cobrou o pênalti que decidiu a vitória do Sport sobre o Corinthians, por 1 a 0, na partida antecipada que inaugurou a 12ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. O resultado desta quarta-feira (23), na Ilha do Retiro, levou o Leão pernambucano a 17 pontos, na sétima posição. Foi a quarta vitória da equipe rubro-negra, dirigida por Jair Ventura, nos últimos seis jogos.

O Timão, com 12 pontos, é apenas o 13º colocado, mas pode até cair para a zona de rebaixamento no complemento da rodada, se Atlético-GO, Athletico-PR (ou Botafogo, adversário do Furacão no fim de semana), Coritiba ou Red Bull Bragantino vencerem seus compromissos. Foi a terceira derrota de Dyego Coelho em quatro partidas no comando do Alvinegro. Ele assumiu o cargo, de forma interina, após a demissão de Tiago Nunes.

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Apesar de o Corinthians ter acertado a trave com o atacante Everaldo, o primeiro tempo teve domínio do Sport. A bola, porém, só balançou as redes em uma cobrança de pênalti. Aos 36 minutos, o chute do meia Jonathan Gomez pegou na mão de Everaldo, dentro da área. Iago Maidana deslocou o goleiro Cássio na batida e colocou o Rubro-Negro na frente.

Na etapa final, o Timão reclamou de penalidade não marcada após a bola cabeceada pelo meia Luan desviar no braço do lateral Sander. O Sport assustou a equipe paulista em chutes de Gomez, de fora da área, e Thiago Neves, que parou nos pés de Cássio. O Corinthians, com dificuldade para trabalhar a bola no campo rubro-negro, insistiu em bolas alçadas na área. Nos acréscimos, os alvinegros contestaram mais um suposto pênalti não assinalado (um toque da bola no braço de Iago Maidana após escorada de cabeça do zagueiro Gil). O time da casa segurou a pressão e comemorou a vitória.

O Sport só volta a jogar no próximo dia 4 de outubro, um domingo, às 18h15 (horário de Brasília), contra o Bahia, em Salvador. Já o Corinthians enfrenta o Atlético-GO na próxima quarta-feira (30), às 21h30, em partida que foi adiada da primeira rodada do Brasileiro devido ao Timão estar envolvido com a decisão do Campeonato Paulista.

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Veja a classificação atualizada do Brasileiro da Série A.

Edição: Fábio Lisboa

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Em 100º jogo pelo Tricolor, Pepê decide Gre-Nal da Libertadores

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No segundo clássico Gre-Nal pela Libertadores, melhor para o Grêmio. Nesta quarta-feira (23), o Tricolor foi superior ao Internacional na maior parte dos 90 minutos e derrotou o maior rival por 1 a 0, pelo Grupo E. O resultado no Beira Rio, pela quarta rodada da primeira fase, levou os gremistas aos mesmos sete pontos do Colorado, que segue na ponta da chave pelo saldo de gols (3 a 1). Os gaúchos têm três pontos de vantagem para o América de Cali, da Colômbia, que está em terceiro.

O triunfo ameniza a pressão em cima do elenco gremista e do técnico Renato Portaluppi, mas em nada ajuda o Inter, que viu o jejum de vitórias no clássico chegar a 10 partidas. Além disso, o Colorado não balança as redes em um Gre-Nal há seis jogos.

O Inter teve a posse de bola em quase 60% do primeiro tempo e deu o único chute à meta dos 45 minutos iniciais, mas foi o Grêmio que comandou as ações. Além de pressionar a saída de bola rival, o Tricolor apostou com êxito na velocidade pelos lados do campo, especialmente na direita, com o atacante Alisson e o lateral Luís Orejuela atacando Matheus Jussa. Volante de ofício, ele atuou improvisado na lateral esquerda no lugar de Uendel, contaminado pelo novo coronavírus (covid-19). A equipe de Renato, porém, finalizou mal quando teve a chance.

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Na etapa final, as equipes, enfim, criaram lances de perigo. O Inter teve a primeira oportunidade aos 12 minutos, em uma cabeçada do atacante Thiago Galhardo defendida pelo goleiro Vanderlei. Dez minutos depois, o atacante Pepê recebeu do centroavante Diego Souza e tentou a cavadinha para encobrir o goleiro Marcelo Lomba, mas mandou para fora.

Mas, aos 28, Pepê não desperdiçou. O atacante, em seu 100ª jogo pelo Tricolor, recebeu passe do volante Darlan, cortou para dentro e arrematou de fora da área, no canto esquerdo de Lomba, para abrir o marcador. A resposta colorada veio aos 30, em voleio do atacante Abel Hernandez, defendido por Vanderlei. Quatro minutos depois, o meia Andrés D’Alessandro cobrou falta na área, mas Galhardo, de cabeça, mandou ao lado da meta. O Inter não conseguiu dar sequência à pressão e o Grêmio retomou o controle da partida até o apito final.

As equipes voltam as atenções à Série A do Campeonato Brasileiro. Neste sábado (26), o Internacional recebe o São Paulo no Beira Rio, às 19h (horário de Brasília). Às 21h do mesmo dia, o Grêmio visita o Atlético-MG no Mineirão.

Palmeiras no zero

O Palmeiras ficou no 0 a 0 com o Guaraní, do Paraguai, no estádio Defensores del Chaco, em Assunção, e perdeu a chance de assegurar a classificação antecipada às oitavas de final da Libertadores. A igualdade manteve o Verdão na liderança do Grupo B, ainda invicto, com 10 pontos, três a frente do próprio time paraguaio.

No primeiro tempo, o Alviverde teve como melhor lance um chute de longe do volante Gabriel Menino, aos 11 minutos, que o goleiro Gaspar Servio espalmou. Aos 29, a resposta do Guaraní veio com o atacante Fernando Fernández, que acertou a trave do goleiro Weverton. Na etapa final, os paraguaios aproveitaram um erro na saída de bola do Palmeiras e assustaram novamente, em um chute de primeira do volante Jorge Morel, que Weverton rebateu.

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Pouco inspiradas, as equipes não criaram mais oportunidades e a partida se arrastou até o apito final. Destaque à atuação do zagueiro e capitão Gustavo Gómez, do Palmeiras, que bloqueou diversas tentativas de ataque do Guaraní.

O próximo compromisso do Palmeiras é pelo Brasileirão. Às 16h de domingo (30), a equipe mede forças com o Flamengo, no Allianz Parque. Já pela Libertadores, o Verdão joga na quarta-feira da próxima semana (30), às 19h15, contra o Bolívar, também em casa. Um empate garante o time paulista na próxima fase.

Edição: Fábio Lisboa

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