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Google pode lançar celular Pixel dobrável em 2021

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Google
Unsplash/Mitchell Luo

Google desenvolve celular dobrável


Um documento interno do Google aponta que a empresa pretende anunciar um smartphone dobrável da linha Pixel no último trimestre de 2021. As informações são do 9to5Google, que diz ter encontrado referências a futuros dispositivos em uma lista da companhia com menções a todos os aparelhos da linha Pixel desde o Pixel 2.

O veículo afirma que o documento atribui codinomes a celulares ainda não apresentados oficialmente pelo Google e que um dispositivo apelidado de “Passport” é explicitamente associado como um celular dobrável. O site diz ainda que a lista menciona o Pixel 5A e prevê o lançamento do aparelho no segundo trimestre de 2021.

Segundo o 9to5Mac, as apresentações de outros dois aparelhos apelidados de “Raven” e “Oriole” estão programadas para o quarto trimestre de 2021. O site suspeita que os codinomes fazem referência a modelos Pixel 6. Por fim, a lista também menciona o Pixel 4A 5G e o Pixel 5, que foram pré-anunciados junto ao lançamento do Pixel 4A, nesta segunda-feira (3).

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Embora o vazamento alimente expectativas sobre novos modelos de smartphones do Google , a ideia de que a companhia trabalha em um celular dobrável não é nova.

Em 2019, o líder de desenvolvimento do Google Pixel , Mario Queiroz, revelou durante a conferência de programadores I/O que a companhia já trabalhava há muito tempo na tecnologia de smartphones dobráveis. O executivo ressaltou, no entanto, que a empresa ainda avaliava que não havia uma clara demanda de uso por esse tipo de aparelho.

Pelas informações do 9to5Google, contudo, parece que o Google finalmente tem intenções de ir além da prototipagem e disponibilizar um smartphone resultante do seu extenso trabalho para o consumidor final.

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Marca lança máscara ‘de astronauta’ contra a Covid-19 por R$1 mil

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máscara
Reprodução/MicroClimate

Máscara conta com uma placa de acrílico que cobre todo o rosto do usuário

Com a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2), o mercado de máscaras se tornou mais diverso, com equipamentos de proteção para todos os gostos. Uma empresa norte-americana, porém, criou uma máscara tão inovadora que quase transforma seus usuários em astronautas. 

MicroClimate Air criou uma espécie de capacete para proteger as pessoas contra o novo coronavírus . O preço, porém, é salgado: US$199, ou cerca de R$1.100, em conversão direta. 

O objeto conta com uma placa acrílica transparente que fica na frente do rosto e um tecido lavável que cobre todo o resto da cabeça. Para o ar entrar, a máscara conta com um sistema de ventilação embutido que puxa o ar através de filtros.

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A empresa promete que a parte transparente não embaça, e o capacete-máscara faz uso de uma bateria que dura quatro horas longe das tomadas. 

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TikTok removeu mais de 100 milhões de vídeos da plataforma

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TikTok
Unsplash/Kon Karampelas

TikTok removeu vídeos que violavam suas políticas

Relatório de transparência do TikTok mostra que a empresa removeu 105 milhões de vídeos da plataforma no primeiro semestre de 2020. O motivo das remoções foi, principalmente, conteúdo com nudez ou com violações que colocam em risco a segurança de menores. De qualquer forma, os números também mostram o crescimento do aplicativo em mais um ano.

O número de mídias removidas é o dobro do que o app removeu no último semestre do ano passado, entretanto ainda representa menos de 1% dos vídeos que são postados na plataforma. Vale destacar que a empresa investiu fortemente, durante a pandemia de Covid-19 , em tecnologia que identifica conteúdo considerado prejudicial ou ofensivo, com um sistema que sinaliza e monitora estes vídeos.

Números

Sobre a remoção em massa realizada pelo TikTok entre janeiro e junho deste ano, cabe frisar que três em cada dez vídeos ofensivos foram banidos do aplicativo por apresentarem nudez adulta ou atividades sexuais. 22,3% do conteúdo foi removido por conter risco à segurança de pessoas menores de idade.

Quase 97% dos vídeos foram banidos de forma proativa pela plataforma, sendo que 90,32% foram removidos antes mesmo de receberem qualquer visualização, de acordo com o relatório da empresa.

O documento ainda detalha os números de forma a relacionar com países como a Índia, por exemplo, onde mais de 37 milhões de vídeos foram removidos no período. O país também apresentou o maior número de solicitações para banimento de mídias com motivações legais, sendo 79% das 1206 notificações atendidas. Atualmente, o app, bem como outras aplicações de origem chinesa, estão proibidas na Índia .

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Nos Estados Unidos, 9,8 milhões de vídeos foram retirados do TikTok por violarem termos de uso do serviço. 290 pedidos legais para remoção de conteúdo também foram recebidos pelo app no país, sendo que 85% foram considerados válidos. Os EUA e o aplicativo travam há meses uma batalha pela sobre continuidade da atuação do TikTok no território americano, mesmo sob acusações de espionagem.

A Rússia também entrou em contato com a plataforma, mas para remoção de conteúdo de acordo com leis locais, liderando o ranking com 296 peças de conteúdo removidas e 259 contas restritas por este motivo. Algumas hashtags pró-LGBTQ+ em russo também foram removidas do app.

Apesar de não operar na China , a empresa dona do TikTok, a ByteDance , possui um aplicativo semelhante no país, o Douyin . Sobre o app, a empresa não recebeu pedidos de remoções de conteúdo.

Além de banimento de publicações consideradas nocivas, o TikTok também sinalizou mais de 10,6 mil partes de vídeos protegidos por direitos autorais, sendo que destes, nove em cada dez foram retirados do ar. Este número representa quase dez vezes o número de notificações recebidas no segundo semestre de 2019 pela marca.

Caso Ronnie McNutt

O TikTok tem percebido a necessidade de investir em monitoramento e remoções rápidas de conteúdos prejudicais não só a menores, mas a todo o público. Um dos episódios que pode ter despertado esta consciência mais madura por parte do app, foi o vídeo de suicídio de Ronnie McNutt, 33, espalhado pela rede do aplicativo no início de setembro.

Mesmo com o esforço coletivo dos próprios usuários em não replicar o vídeo, os minutos de terror tornaram-se virais no TikTok. A gravação do ato foi postada no aplicativo dias depois de ser transmitida ao vivo pelo Facebook e em 6 de setembro o vídeo havia sido visto diversas vezes, levando os administradores do TikTok a acreditarem que a ação foi planejada na Deep Web propositalmente.

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“Este é um desafio de toda a indústria, e é por isso que propusemos a colegas de toda a indústria que trabalhássemos juntos na criação de um ‘banco de hash’ para esse conteúdo violento e gráfico e avisássemos uns aos outros quando tal conteúdo fosse descoberto, para que todos nós possamos proteger melhor nossos usuários, não importa o aplicativo que eles usem”, afirmou Theo Bertram, diretor de relações governamentais e políticas públicas do TikTok para a Europa, onde também prestou condolências à família de McNutt.

Já a Executiva-chefe interina da empresa nos Estados Unidos, Vanessa Pappas, enviou uma carta a nove gigantes da tecnologia propondo um memorando de entendimento “que nos permitirá notificar rapidamente um ao outro sobre tal conteúdo”.

O site Business Insider, que divulgou as informações do relatório de transparência do aplicativo, acredita que mais de dez mil versões do vídeo do suicídio de Ronnie McNutt foram postadas. Mas o número não chega nem perto das 1,5 milhões de versões do vídeo do condenado Brenton Tarrant cometendo vários assassinatos em uma mesquita na Nova Zelândia em 2019. Na época, o TikTok baniu as contas que replicaram vídeos do atentado.

Vale lembrar que estes compartilhamentos têm usado de várias ferramentas para contornar algoritmos do aplicativo, o que torna toda a situação, e até o banimento destes conteúdos, mas difícil. “Após uma análise interna, encontramos evidências de um esforço coordenado por malfeitores para divulgar este vídeo pela Internet e plataformas, incluindo o TikTok,” disse Bertram sobre as ações propositais por parte de disseminadores mal-intencionados.

“Detectamos e removemos esses clipes por violarem nossas políticas contra conteúdo que exibe, elogia, glorifica ou promove o suicídio. Também tomamos medidas rápidas, incluindo banir contas que estavam enviando esse conteúdo”. De qualquer forma, o caminho para o efetivo monitoramento e banimento de conteúdo nocivos ainda é longo, dado o tamanho da internet e suas possibilidades.

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