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Deputado Claudinei destaca obras da Escola Estadual Marechal Dutra de Rondonópolis

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc) atendeu a indicação n.º 205/2019 do deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) que sobre a necessidade de finalizar as obras da Escola Estadual Marechal Dutra, localizada em Rondonópolis (MT). O valor da reforma e construção foi estimado em cerca de R$ 3,1 milhões; o local comporta em média 750 alunos dos ensinos fundamental e médio.

“No ano passado, apresentei essa indicação na Assembleia Legislativa para que a Escola Marechal Dutra fosse reformada para oferecer melhores condições aos alunos. Não estar em um ambiente confortável pode prejudicar o desempenho do estudante durante a aprendizagem. Fico feliz de ver as obras em execução para que o público estudantil tenha um ensino com total dignidade. Só agradecer a Seduc pela iniciativa e por ter atendido essa solicitação”, explica Claudinei.

Considerada uma das escolas mais antiga do município, com fundação em 1953, a estrutura da escola contará com mais de 15 salas de aula, biblioteca, salas para professores e área administrativa, refeitório, vestuário, cozinha e quadra poliesportiva. “Desde o mês de março, as aulas foram suspensas devido a pandemia da Covid-19. O bom que quando tudo isso passar, os alunos já poderão contar com um ambiente adequado para o estudo e aproveitar este espaço que estará confortável e vai gerar bem-estar”, pontua o parlamentar.

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Solicitação – Outra unidade de Rondonópolis que o deputado Claudinei pediu atenção por parte da Seduc, nesta mesma indicação, foi a Escola Estadual Emanuel Pinheiro. Segundo a diretora da instituição, Shirley Farias, conta que as obras já foram concluídas. “Ficou tudo novo. As obras começaram e terminaram no ano passado. Os móveis, tudo novo, 100% climatizada. Está perfeita a escola”, esclarece.

Tramitação – A Seduc anunciou também que a Escola Estadual Adolfo Augusto de Moraes está em fase de contratação de empresas para iniciar as obras para atender a instituição.

No final do mês de junho deste ano, o deputado Claudinei apresentou em sessão plenária requerimento de n.º 262/2020  para obter informações sobre a reforma da escola por parte do governo estadual. Isso porque a estrutura se encontra precária desde 2014, por causa de uma forte chuva que danificou o telhado de quatro salas de aulas. Essa escola conta com 300 alunos que estudam em período integral, entre 7h às 16h.

Fonte: ALMT

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Deputado João Batista participa de homenagem aos policiais penais vítimas do coronavírus

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Evento teve homenagem em vídeo e soltura de balões

Foto: BRUNO BARRETO

O deputado estadual João Batista do Sindspen (Pros), que é policial penal de carreira, participou, na tarde desta última segunda-feira (21), do culto ecumênico em homenagem aos servidores do sistema penitenciário que faleceram vítimas do novo coronavírus (Covid-19). O evento, coordenado pelo Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado de Mato Grosso (Sindspen), foi voltado para católicos e evangélicos e também contou com uma homenagem em vídeo e soltura de balões.

Sendo o primeiro policial penal eleito para o cargo de deputado estadual, João Batista lembrou que, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), desde o início da pandemia, tem cobrado o Poder Executivo, exigindo condições dignas de trabalho e o devido aparelhamento dos servidores.

“Hoje a Polícia Penal de Mato Grosso tem total autonomia dentro do Parlamento. Fui autor de diversas proposições no combate ao coronavírus. Exigi do Poder Executivo o teste em massa de todos os nossos servidores. Cobrei os devidos equipamentos de segurança para as unidades penais. E mesmo com tantas cobranças, tantas indicações, perdemos irmãos e irmãs de farda para esta doença tão avassaladora”, disse João Batista.

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De acordo com o último dado fornecido pela Secretaria de Estado de Saúde, 378 servidores penitenciários teriam se contaminado; destes, 5  óbitos foram registrados. Ao todo, levando em consideração os agentes que faleceram por outros motivos, os policiais penais se despediram de 15 companheiros.

“O ano de 2020 foi muito difícil para todos. Perdemos amigos, familiares, conhecidos e fomos obrigados a viver em regime de quarentena. Hoje nos despedimos destes guerreiros e guerreiras que nos deixaram, com o coração apertado e com a voz trêmula, damos o nosso último adeus, mas com a promessa de que a batalha por aqui continuará”, finalizou o deputado.

Fonte: ALMT

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Projeto de lei visa combater golpes financeiros contra idosos em Mato Grosso

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Projeto de lei quer campanha estadual para combater crimes financeiros contra idosos

Foto: MAYKE TOSCANO / Secom-MT

Autor do PL, Dr. Gimenez exige o cumprimento do Estatuto do Idoso e medidas de proteção

Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

Um levantamento divulgado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) no início de setembro revela que, desde o início da pandemia, houve um aumento de 60% em tentativas de golpes financeiros contra idosos. O Projeto de Lei nº 653/2020 visa instituir uma campanha estadual para combater esses atos criminosos.

Conforme o deputado estadual Dr. Gimenez (PV), autor da proposição, a campanha consiste em um conjunto de ações informativas, preventivas e repressivas acerca dos golpes mais comuns praticados contra a população da terceira idade, a exemplo de uma iniciativa da Febraban em caráter nacional.

“Queremos que o Estatuto do Idoso seja colocado em prática e o estado estabeleça medidas de proteção e suporte aos idosos em relação a crimes como estelionato e golpes financeiros, em geral, realizados por meios eletrônicos, pois é muito comum o envio de e-mail com vírus ou links de direcionam os usuários a sites falsos”.

Segundo a federação, mais de 70% das fraudes estão vinculadas à engenharia social, que é quando o cliente é induzido a fornecer informações confidenciais e senhas para os estelionatários. Há quadrilhas se aproveitando do aumento das transações digitais, intensificadas pelo isolamento social, e vulnerabilidade deste perfil desses usuários para aplicar os golpes.

“Além de orientar sobre os tipos mais frequentes de golpes praticados, para que eles estejam “alertas”, precisamos mostrar qual a conduta a ser tomada após a constatação de que foi vítima de um golpe, onde buscar ajuda e também cabe ao estado oferecer tratamento prioritário conforme estabelece o estatuto do idoso”.

A aposentada Jandira Pedrollo, 62 anos, ainda está com medo do que passou na última sexta-feira (18), quando recebeu uma ligação de um suposto funcionário do Banco do Brasil dizendo que tinha sido detectada uma falha de segurança em sua conta corrente e que ela precisaria ir ao caixa eletrônico.

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“Eles me enviaram uma mensagem via Whatsapp com o pedido de ajuda para que eu retornasse para eles ao chegar em frente ao caixa e que orientariam sobre o que deveria ser feito. Era fazer isso naquele dia mesmo, pois do contrário a conta seria bloqueada e o desbloqueio só poderia ser realizado na agência de origem da conta”.

No começo, a aposentada acreditou na história e chegou a fazer confirmações de dados, porém a situação atípica despertou medo. Ela ligou para um sobrinho que trabalha no banco, que alertou sobre o número de telefone parecido. Até então ela ainda estava em dúvida. “Os bandidos são muito audaciosos, pois enviaram mensagem na segunda-feira (21) de manhã, quando bloqueei o número”.

Ela relata que a situação aconteceu rapidamente, mas que percebeu algo anormal. “Primeiramente, o número que ligaram não era o telefone do banco, era parecido, mas não era. O do banco inicia com 4004 a ligação era de 4040. Também achei esquisito eles precisarem saber o horário que eu iria, nunca havia acontecido algo assim, além disso, o contato foi feito em um horário não bancário (após 16h), o que me impedia de verificar com alguém do banco se aquilo era realmente verdade, sorte que tenho um sobrinho que trabalha na área e me ajudou”.

Jandira pensou em fazer um boletim de ocorrência relatando o fato, mas como não chegou a cair no golpe, não soube direito o que fazer, a quem recorrer. “De alguma forma, gostaria de alertar outras pessoas sobre a situação, acredito que essa quadrilha esteja fazendo outras vítimas aqui em Cuiabá e Várzea Grande”.

Para o deputado Dr. Gimenez, o maior problema do crime de estelionato é a dificuldade de localização e punição dos seus agentes, por isso o projeto de lei foca na prevenção, o que vem beneficiar muitas famílias, pois 11% da população estadual tem mais de 60 anos. “Em números, isso significa mais de 300 mil pessoas. Desse total, aproximadamente 160 mil têm mais de 70 anos”.

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Violência institucional e familiar – A campanha busca combater ainda a violência financeira institucional, na forma de contratação de empréstimos oferecidos por agentes financeiros sem consentimento ou sem pleno conhecimento dos idosos quanto às regras e consequências dos contratos, bem como a violência financeira e/ou patrimonial no âmbito familiar ou comunitários.

 “Verificamos que, de modo geral, há uma exploração ilegal de recursos dos idosos, cometida por familiares ou pessoas da comunidade, que consiste na apropriação indébita de recursos financeiros ou bens e administração fraudulenta de cartão de benefícios previdenciários. Precisamos agir preventivamente nisso também, oferecendo suporte e proteção ao idoso”.

Golpes mais comuns – De acordo com a Febraban, as instituições financeiras registraram um aumento de mais de 80% nas tentativas de ataques de phishing, realizados por meio de um e-mail fraudulento, com vírus ou links que direcionam o usuário a sites falsos. Há casos ainda em que o fraudador se apresenta como um funcionário do banco e pede para o cliente realizar uma transferência como um teste, mas “os bancos nunca ligam para clientes para realizar transações”.

Já o golpe do falso motoboy teve aumento de 65% com a pandemia. Nessa fraude, criminosos entram em contato com as vítimas se fazendo passar pelo banco para comunicar a realização de transações suspeitas com o cartão do cliente, e informam que um motoboy será enviado para recolher o cartão supostamente clonado. Os criminosos orientam a vítima a cortar o cartão ao meio, para inutilizar a tarja magnética, antes de entregá-lo ao motoboy. Porém, o chip permanece intacto permitindo que sejam feitas compras com o cartão.

Fique atento(a) – Entre as orientações, estão: o banco nunca liga para o cliente pedindo senha e número do cartão; também nunca manda alguém à casa do cliente ou liga para pedir transferência ou qualquer tipo de pagamento. Ao receber uma ligação dizendo que “o cartão foi clonado”, o cliente deve desligar, pegar o número de telefone que está no cartão e ligar de outro telefone para verificar a história. Se receber um SMS ou e-mail do banco com um link, apague e ligue para o seu gerente. Mais importante: nunca passe sua senha ou outras informações a ninguém.

Fonte: ALMT

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