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Deputado Avallone homenageia UFMT pelas ações no combate à pandemia

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O deputado Carlos Avallone (PSDB), coordenador do Observatório Socioeconômico da ALMT, entregou ontem (4/8) por meio de uma live, moções de aplauso a gestores, professores, estudantes e técnicos da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em reconhecimento pelo trabalho dos vários departamentos da instituição no enfrentamento à pandemia da Covid-19.

“Como ex-aluno formado pela UFMT, tenho muito orgulho de ver a postura humanitária e de largo alcance social da instituição neste momento difícil que afeta a todos, e por isso a Assembleia Legislativa está reconhecendo e valorizando estas iniciativas através das Moções de Aplauso. Todas foram aprovadas em plenário e cada homenageado receberá nos próximos dias o certificado impresso, já que o isolamento social impede a entrega presencial que normalmente ocorre em sessão solene na sede da Assembleia”, justificou.

O reitor da UFMT, professor Evandro Soares da Silva, foi homenageado pelo conjunto das ações desenvolvidas pela universidade no combate à pandemia. Na proposição, o deputado Carlos Avallone ressaltou que “em nome da população mato-grossense, reconhecendo e louvando essas iniciativas que mostram o comprometimento da UFMT com a saúde da população, cumpre-me propor a presente Moção de Aplauso”.

“A vida, às vezes, nos coloca desafios dos quais não temos sequer um esboço para tentar resolver. Dirigir uma instituição do porte da UFMT em um contexto de pandemia é um deles”, sintetizou o reitor, antes de elencar algumas das muitas atividades desenvolvidas pela universidade nos campus do Araguaia, Cuiabá, Sinop e Várzea Grande. “Sei que essa homenagem é simbólica, representando os professores, técnicos administrativos e estudantes à frente desta batalha. Digo que sou apenas um fio condutor, tento buscar e dar condições para que as pessoas exerçam suas tarefas de ensino, pesquisa e extensão”, completou o reitor.

Depto de Arquitetura

Um dos projetos celebrados com as moções de aplauso foi o de confecção de máscaras protetoras faciais, realizado pelo Fab.lab do Departamento de Arquitetura, coordenado pelo professor Maurício Guimarães de Oliveira. Além das mais de duas mil face shields produzidas com a partir de impressoras 3D e distribuídas a profissionais da saúde da Grande Cuiabá, o Fab.lab também produz videolaringoscópios e adaptadores para máscaras de mergulho, que auxiliam na respiração dos pacientes da Covid-19.

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A equipe responsável por este projeto de grande relevância social é formada pelos professores da Arquitetura, Alexandre Saul Palma e Luciana Pelaes Mascaro;  Marcelo Amorim Marchiori (Instituto de Física); e Marina Garcia Lara, do Colégio Notre Dame de Lourdes. Também foram homenageados os estudantes Amanda Moraes Prado, Karine Hellen Silva Pimenta, Gustavo de Oliveira Neri e Andrés Bazán, todos voluntários no projeto do Depto de Arquitetura.

Projeto Álcool Gel/UFMT

Entre os gestores da universidade, foram homenageados o professor Martinho da Costa Araújo, diretor do Instituto de Ciências Exatas e da Terra, ao qual está vinculado o projeto de extensão de produção de álcool em gel pela UFMT, e o professor Carbene França Lopes, Coordenador Geral da Central Analítica de Combustíveis do Departamento de Química, que também atua no projeto que já produziu mais de55 mil litros de álcool gel para distribuição nos campus da UFMT e em hospitais.

O Projeto de Extensão Álcool Gel/UFMT foi celebrado na pessoa de seu coordenador geral, o professor Ailton José Terezo, Coordenador Técnico da Central Analítica de Combustíveis. Além dele, foram homenageados os professores Adriano Buzutti de Siqueira; Andre Luiz Agnes Stein; Carlos Roberto Porto Dechandt; Claudia Marlise Balbinotti Andrade; Francisco Xavier de Campos; Irene Cristina de Mello; Katiuchia Pereira Takeuchi; Leonardo Gomes de Vasconcelos; Marcos Alberto de Carvalho; Marilza Castilho Terezo; Mariuce Campos de Moraes; Tereza Auxiliadora Nascimento Ribeiro; Thiago Meirelles Ventura, diretor do Escritório de Projetos e Processos (EPP); e a pesquisadora Adriana de Paula Cardoso Siqueira.

Também foram homenageados os técnicos Daniel Ippolito Pelufo, engenheiro químico responsável pelo projeto; Adriene de Moura Barboza; Antonio Dionisio de Souza; Benedito Rodrigues da Silva Ferraz; Marcos Roberto Limas de Almeida;  e Washington Ferreira Faria e os estudantes Ademir Breda Junior; Aline Beatriz Mucellini; Alynne Gabrielle Oenning Armani; Anderson José dos Santos; Antonio Gierdson Lima dos Santos; Bruna Gonçalves de Moura; Camila Dantas da Silva; Carlos Daniel Cruz de Arruda; Daniel Cayna Almeida Soares Kurpel Daron; Davi Jaivona Vittorazzi; Douglas Lisboa Ramalho; Eduardo Gabriel Corrêa Barbosa; Eduardo Gomes Prudencio; Eduardo Henrique da Costa; Emillyn Tayellen Viana dos Santos; Felipe Perin Bezerra; Fernanda Silva Lira; Fernando Rogério Domingos de Siqueira; Gabriel Ribeiro dos Anjos; Gabrielly Cristyna Neves Kuss; George Luiz Marques Pinheiro; Geovana Teixeira Alves da Silva; Guilherme Gustavo Silva Amorim; Hildo Antonio Jarcem do Nascimento; Joao Paulo Jose da Silva; Juliana Siqueira Duarte; Juliano Batista Rodrigues; Kamilla Augusta de Assis Silva; Karoline Moreira de Paiva; Kezya dos Santos Nogueira; Luan Claiton de Moraes Marostegan; Maionara Oliveira França; Márcio Sodré Goncalves Vieira; Mariane Barros da Silva; Marielle Xavier Nascimento; Matheus Cassiano Medeiros Santos; Matheus Dargesso Luckachaki; Meury Joicy Biazatti; Milena do Nascimento Pereira; Rafael Maifrede Motta; Rhuan Marcel Santini Duarte; Roberts da Silva Gonsalves; Rodrigo Esaú Vassoler e Silva; Sandynara Aguiar Gama Soares de Oliveira; Sylvia Karolina Santos; Thais Rodrigues Costa Silva; Weliton Barreto da Silva; Willian de Arruda Silva; Mateus Rocha Ripari, estudante do Ensino Médio.

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Ainda pelo projeto Álcool Gel, foram contemplados os apoiadores técnicos Adriano Aparecido de Oliveira, secretário de Infraestrutura da UFMT; Cristiano Maciel, diretor da Fundação Uniselva; Elieu Bispo Santiago; Anderson Rodrigo de Almeida; Edezio Gonçalves de Queiroz; Guilherme de Almeida Costa; Adevanilson Gonçalves; Valdivino Mendes da Silva; José Roberto Lino; Silvânio Ribeiro de Souza; Fernando Ferrari Frutuoso Stachack; Jacqueline Rodrigues de Andrade; e Samuel de Oliveira Souza.

 

Fonte: ALMT

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Poder Legislativo busca soluções efetivas e de longo prazo para o Pantanal

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Destruição pelas chamas causa impactos incalculáveis sobre a fauna e a flora

Foto: MARIO FRIEDLANDER / ALMT

Com mais de 20% de sua área destruída pelas chamas e impactos incalculáveis sobre a fauna e a flora, o Pantanal passa a ser foco do Poder Legislativo em âmbito estadual e federal. Neste sábado (19), uma comitiva de senadores, deputados federais e estaduais, técnicos legislativos e imprensa vai ver de perto a situação do Pantanal mato-grossense e conversar com a comunidade local. Este será o segundo passo da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) em busca de soluções para a atual situação na região e de prevenir novos incêndios futuramente. Na quinta-feira (17), uma audiência pública abriu a programação da frente parlamentar da Câmara Federal, do Senado e da ALMT.

Devido à gravidade da situação e a preocupação com relação ao tema, foram criadas três comissões, uma na Câmara, uma no Senado e uma na Assembleia Legislativa, porém esta primeira diligência é articulada entre as três casas. Outros trabalhos conjuntos, entretanto, deverão ocorrer ao longo de todo o processo, como destacou o presidente da ALMT, deputado Eduardo Botelho (DEM). “Vamos trabalhar nesse projeto, a Assembleia Legislativa vai estar à frente dele, junto com a Comissão de Meio Ambiente desta Casa de Leis. Vamos elaborar propostas tanto para a Câmara Federal, como Senado e Assembleia Legislativa”, destacou.

A coordenadora da Comissão Temporária Externa na Câmara Federal, deputada Rosa Neide (PT-MT), explica que a iniciativa legislativa deverá acompanhar e promover uma estratégia nacional para enfrentar as queimadas em biomas brasileiros. “Vamos envidar esforços conjuntos e dialogados que envolvam autoridades públicas, cientistas, organizações da sociedade civil, proprietários rurais, comunidades tradicionais e toda a população. A finalidade é articular esforços para enfrentar a crise, contextualizar bem as raízes do problema e indicar o que pode ser feito para enfrentar e evitar queimadas”, explicou a deputada.

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Cerca de 3 milhões de hectares do Pantanal já foram consumidos pelas chamas

Foto: Karen Malagoli / Secretaria de Comunicação Social

O senador Wellington Fagundes (PL-MT) vai presidir a comissão no Senado e destacou que os trabalhos poderão resultar, inclusive, num estatuto para o Pantanal. “Partimos do princípio de que não tem uma norma federal, um estatuto que contemple princípios, objetivos e diretrizes que orientem o desenvolvimento socioeconômico sustentável da região”, afirmou o senador.

Neste sábado (19), o grupo político deverá partir logo cedo para o Pantanal, onde ficará até domingo. Na programação estão previstos um sobrevoo à região atingida, conversa com as equipes em campo e contato com lideranças locais de trabalhadores rurais e urbanos, povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais. 

A previsão é que os trabalhos das comissões sejam realizados por um período de até 90 dias, porém algumas medidas de curto prazo poderão ser apresentadas e propostas para respostas imediatas ao problema atual.

Integração – Para a professora doutora e pesquisadora do Departamento de Botânica e Ecologia do Instituto de Biociência da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Viviane Layme, a construção de uma legislação específica para ordenar a ocupação e as atividades socioeconômicas no Pantanal pode contribuir muito para evitar que tragédias como a registrada este ano voltem a ocorrer. Mas, segundo ela, para que seja realmente eficiente e realista, é preciso ouvir todos as partes envolvidas, inclusive pesquisadores, comunidades tradicionais, pecuaristas e políticos.

 “Precisamos desenvolver um trabalho integrado de longo prazo. Não adianta cada parte ficar isolada, é hora de tirarmos proveito dessa tragédia para trabalhar de forma integrada”. De acordo com a pesquisadora, os povos tradicionais e indígenas precisam ser incluídos no processo porque muitas vezes são os mais atingidos.

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Do ponto de vista do médico-veterinário e produtor rural em Poconé (a 102 km de Cuiabá) Ricardo Figueiredo Arruda, o excesso de restrições legais para o uso do Pantanal afastou o humano, deixando a região altamente preservada, porém vulnerável a incêndios como o registrado neste ano. De acordo com Ricardo, o desenvolvimento sustentável da região requer um equilíbrio ambiental, econômico e social. “Uso restrito não pode ser uso impedido. As atividades econômicas geram renda e podem ser desenvolvidas em harmonia com o meio ambiente. Vimos que atender só um lado desta tríade não dá certo”, afirma.

Em Mato Grosso, existem atualmente 2,8 milhões de cabeças de gado em uma área de 5,3 milhões de hectares. Isso representa 14,79% do rebanho total em 87,74% da área de total do Pantanal.

Integrante do Comitê Popular do Rio Paraguai há mais de 20 anos, Vanda Aparecida Santos afirma que a falta de infraestrutura e de logística deixa as comunidades lindeiras sem nenhum amparo. “Não temos carros bombeiros, equipes. Semana passada, o fogo atingiu uma comunidade que precisou se mobilizar e combater o fogo sozinha. Já estamos sofrendo com a estiagem, não precisávamos do fogo”, afirma.

Sob diferentes óticas, os três entrevistados defendem a ampla discussão e inclusão de todos os agentes na construção de uma legislação específica para o Pantanal.

Incêndio histórico – Dados do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo) apontam que 20% de todo o Pantanal já foram consumidos pelas chamas, atingindo cerca de 3 milhões de hectares. O Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe) identificou 15.756 focos de calor no Pantanal, maior registro para o período desde 2005.

Fonte: ALMT

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Deputado Claudinei solicita reforma de centro comunitário em Rondonópolis

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Indicação do deputado Delegado Claudinei contempla centro comunitário

Foto: Ronaldo Mazza

O Centro Comunitário da Associação de Moradores do Bairro Santa Clara I, em Rondonópolis (MT), enfrenta problemas de estrutura e de fornecimento de energia elétrica para a realização de ações educativas à população da região. Diante desse fato, o deputado Delegado Claudinei apresentou a Indicação nº 3.877/2020 para a Secretaria de Infraestrutura do município e ao governo de Mato Grosso para resolverem a situação.

De acordo com a presidente da associação, a professora aposentada Maria do Carmo Alves Barbosa, o espaço garantia que a comunidade pudesse participar de importantes cursos de capacitação. “Infelizmente, a prefeitura de Rondonópolis tirou a nossa energia e, isso, vem nos impedindo de realizar os cursos para os moradores. Tanto que já perdemos um importante curso do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) que aconteceria por agora, por falta de energia. O nosso trabalho é na linha de incentivar as pessoas para terem o seu próprio negócio”, explica.

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Ela conta que no local não tem energia elétrica desde novembro de 2019.  Em relação à parte estrutural do imóvel, é preciso fazer algumas adequações, como pintura, colocação de novas portas devido a arrombamentos, instalação de novos canos de água por terem sido destruídos, reposição de utensílios domésticos que foram roubados e a retirada da vegetação que está grande.

 “Avalio a importância do centro comunitário para este bairro de Rondonópolis. Parabenizo dona Maria do Carmo por essa iniciativa de levar educação com cursos de capacitação. E, claro, para continuar este trabalho é preciso adequação do local e energia elétrica. É importante resolver essa situação, já que há importantes trabalhos do movimento comunitário, que promove o desenvolvimento local e social e a promoção da cidadania”, posiciona Claudinei.

Maria do Carmo aposentou-se como educadora nos três níveis de ensino, infantil, fundamental e médio. Ela conta que atualmente faz dois cursos superiores – ciências contábeis e direito – e tem uma grande satisfação de levar educação para aqueles que mais precisam e, assim, proporcionar oportunidades de trabalho.

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A Associação de Moradores do Bairro Santa Clara I foi criada em 1987. Atualmente, conta com sete bairros e cerca de 2.500 famílias.

Fonte: ALMT

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