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Bolo de Chevette? Noivos ganham bolo de casamento inusitado

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Parece brincadeira, mas é verdade. O casal Flávia e Leandro realmente se casou com um bolo inspirado em um Chevette, no modelo tubarão, que marcou o começo do relacionamento deles e é uma das paixões do noivo. Os dois pombinhos participaram do reality show “Fábrica de Casamentos”, do SBT, e realizaram esse sonho. 

bolo de chevette
Reprodução/Instagram

Noivos se casam com bolo de Chevette

“Eu e minha equipe ralamos”, admitiu a confeiteira Beca Milano, responsável por fazer o bolo de Chevette, durante o programa. “Não é que ela representou um Chevette no bolo. Ela fez de um Chevette um bolo”, Leandro comemorou. O bolo ainda acendia o farol e é possível entrar e sentar nos bancos da frente. 

Além do visual, as proporções do bolo também são impressionantes. Ele tem quase 2 metros de largura e 3 de altura. Foram necessários 130 quilos de pasta americana para cobri-lo e mais aproximadamente 10 peças de decoração, entre flores, folhagens, arabescos e pedrarias em açúcar. 

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Fonte: IG Mulher

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Como clarear unhas amareladas pelo esmalte?

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Admin ajax

Clarear unhas amareladas é um desejo comum de muitas pessoas. Um dos motivos que fazem com que a unha adquira esse aspecto pode ser o uso constante de esmaltes, que não deixam a unha respirar. As unhas acabam absorvendo a pigmentação forte do esmalte e ficam com esse aspecto amarelo. Mas clarear unhas amareladas e deixá-las de volta com a cor natural não é uma tarefa tão difícil.

Lixar as unhas com lixas de polimento ajuda a tirar o aspecto amarelado e as deixam mais brilhosas. Use a base restauradora para finalizar. Use apenas as lixas de polimento, as lixas comuns deixam as unhas ainda mais fragilizadas. Algumas soluções caseiras também ajudam a restaurar a cor, veja logo abaixo.

Depois de finalizar o tratamento, uma dica para as unhas não amarelarem novamente é deixar a unha respirar por pelo menos 2 dias entre um esmalte e outro. Passar uma camada de base por baixo do esmalte de cor previne a absorção do pigmento e use com moderação os esmaltes de coloração forte.

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Veja 4 soluções caseiras para clarear unhas amareladas

clarear unhas amareladas
Foto: Shutterstock

Coloque 2 colheres de água oxigenada em um pote com água morna. Deixe de melhor por 10 minutos e depois lave com água e sabão.

clarear unhas amareladas
Foto: Reprodução

Por conta da acidez do limão, ele pode ser considerado um ótimo clareador. Esprema um limão em água morna e deixe de molho por 10 minutos. Lave bem, o limão pode causar queimaduras na pele se exposto ao sol.

Foto: Reprodução

Misture 1 xícara de água morna e coloque 1 colher de sopa de vinagre branco. Deixa as unhas de molho por 8 minutos, depois passe um hidratante.

clarear unhas amareladas
Foto: Reprodução

Coloque 1 colher de bicarbonato de sódio em água e deixe de molho por 5 minutos.

Fonte: IG Mulher

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Magazine Luiza é acusado de ‘racismo reverso’, mas ‘racismo reverso’ não existe

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Desde sábado (19), a hashtag #MagazineLuizaRacista aparece nos assuntos mais comentados no Twitter. O motivo: a empresa anunciou um programa de trainee exclusivo para pessoas negras , mas há quem enxergue a ação da varejista de “racismo reverso”.



a lu, avatar da magazine luiza, mostra um celular
Divulgação

A hashtag #MagazineLuizaRacista foi levantada por internautas brancos, que afirmam que trainees para pessoas negras é ato de racismo reverso


Quem aderiu à campanha contra o Magazine Luiza nas redes sociais afirma que criar um programa para pessoas negras seria fechar a porta para as brancas. Essa seletividade, para estes internautas, é vista como racista, pois passaria a ideia de segregação de oportunidades para pessoas negras.



Mas hashtag também está sendo usada por tuiteiros que afirmam que a acusação não faz sentido, pois “racismo reverso” não existe. Para argumentar, foram utilizados dados que apontam para o baixo número de pessoas negras em cargos de liderança em comparação com pessoas brancas. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 68,6% dos cargos gerenciais era ocupado por pessoas brancas e 29,9% por pessoas negras em 2018.

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“O Magazine Luiza acredita que uma empresa diversa é uma empresa melhor e mais competitiva. Queremos desenvolver talentos negros, atuar contra o racismo estrutural e ajudar a combater a desigualdade brasileira”, afirmou diz Patrícia Pugas, diretora executiva de Gestão de Pessoas, ao site Money Times.

Segundo o advogado e filósofo Silvio Almeida, em seu livro “Racismo Estrutural”, o racismo vai além das ações pessoais de alguém, como insultos de uma pessoa branca a uma pessoa negra. De acordo com ele, o racismo é a maneira como instituições funcionam propositalmente para tornar oportunidades mais difíceis para negros e, assim, um grupo de pessoas consegue se privilegiar em detrimento de outras. O autor explica que, desta maneira, pessoas brancas conseguem se privilegiar de espaços em que pessoas negras têm desvantagens, como os cargos de liderança, por exemplo.

Racismo reverso é mito ou verdade?

Entende-se como “racismo reverso” que pessoas brancas sofreriam da mesma maneira o preconceito que sentem pessoas negras e não-brancas. No entanto, dentro dessa estrutura explicada por Almeida, pessoas brancas seguem ocupando a maior parte dos espaços de poder e têm posições sociais e econômicas mais favorecidas do que pessoas negras.

No livro “Pequeno Manual Antirracista”, a filósofa  Djamila Ribeiro explica que pessoas brancas sofrem violências diferentes das que sofrem pessoas negras. Quando se trata do argumento de que pessoas brancas também podem não ter condições de entrar nesses espaços, Djamila explica que, mesmo assim, uma pessoa branca e de classe baixa ainda terá o privilégio de raça.

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“Ainda que uma pessoa branca tenha atributos morais positivos […], ela não só se beneficia da estrutura racista como muitas vezes, mesmo sem perceber, compactua com a violência racial”, diz a filósofa no livro.


“Se uma empresa está focada em quem cursou universidade de elite ou tem inglês fluente, isso pode significar que apenas pessoas privilegiadas poderão enviar seus currículos”, explica Ribeiro em trecho do livro. “Pois sabemos que, no Brasil, estudar outro idioma ou fazer um intercâmbio não é acessível para todo mundo”, acrescenta.

“Atualmente, temos em nosso quadro de funcionários 53% de pretos e pardos. E apenas 16% deles ocupam cargos de liderança. Precisamos mudar esse cenário”, afirmou a conta do Magazine Luiza em seu perfil no Twitter sobre o programa de trainee para pessoas negras. “Queremos desenvolver talentos negros como nossas futuras lideranças e ajudar a ampliar a voz da negritude no processo de digitalização no Brasil”, explicou o grupo.

Em janeiro de 2020, A Justícia Federal de Goiás absolveu um jovem oacusado de “racismo reverso”  e, na ocasião, o juiz afirmou: “Não existe racismo reverso, dentre outras razões, pelo fato de que nunca houve escravidão reversa, nem imposição de valores culturais e religiosos dos povos africanos e indígenas ao homem branco, tampouco o genocídio da população branca, como ocorre até hoje o genocídio do jovem negro brasileiro.”

Fonte: IG Mulher

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