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Saúde

São Paulo passa de 23 mil mortes provocadas pelo coronavírus

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Com 239 mortes registradas nas últimas 24 horas, o estado de São Paulo soma agora 23.236 óbitos provocados pelo novo coronavírus.

Desde o início da pandemia até hoje (1º), a região já contabilizou 552.318 casos confirmados do vírus, sendo 10.014 deles notificados nas últimas 24 horas.

Entre o total de casos diagnosticados de covid-19 ,a doença provocada pelo novo coronavírus, 363.371 pessoas estão recuperadas, sendo que 69.869 após alta hospitalar.

O número de pacientes internados é de 13.586, sendo 7.858 em enfermaria e 5.728 em unidades de terapia intensiva (UTI), em estado grave. A taxa de ocupação dos leitos de UTI no estado é de 63,2%, enquanto na Grande São Paulo ele é de 61,3%.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Mais cinco centros no Brasil iniciam testes com vacina chinesa

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Mais cinco centros de pesquisa do país vão dar início ainda esta semana a testes com a vacina chinesa CoronaVac, da farmacêutica Sinovac, desenvolvida em parceria com o Instituto Butantan.

Hoje (5), as vacinas começaram a ser aplicadas em profissionais da saúde na Universidade de Brasília (UnB) e, amanhã (6), no Hospital das Clínicas na Unicamp, em Campinas (SP). Na sexta-feira (7), os testes serão no Hospital das Clínicas da Universidade Federal do Paraná, em Curitiba; e na Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (SP). No sábado (8), será vez do Hospital São Lucas, da PUC do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre.

Até o momento, já há cinco centros de pesquisa em operação para os testes. O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP) foi o primeiro a aplicar a CoronaVac, no dia 21 de julho. Na quinta-feira (30) e na sexta-feira (31), os testes começaram no Instituto de Infectologia Emílio Ribas; na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP); na Universidade Municipal de São Caetano do Sul; e no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Fármacos da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

Ao todo, 12 núcleos científicos foram selecionados para a realização da terceira e última fase de ensaios clínicos do imunizante. O cronograma para início da aplicação das vacinas nos dois últimos centros – o Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista, e o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, no Rio de Janeiro – deverão ser  anunciados em breve.

Os testes com a CoronaVac serão realizados em nove mil voluntários. Apenas profissionais da saúde que ainda não tiveram a doença e que atuam com pacientes com a covid-19 poderão participar dos testes. Para atender aos critérios, esses profissionais da saúde não poderão ter outras doenças e nem estarem em fase de testes para outras vacinas. As voluntárias mulheres também não poderão estar grávidas.

A vacina é aplicada em duas doses, com intervalo de 14 dias. Caso seja comprovado o sucesso da vacina, ela começará a ser produzida pelo Instituto Butantan.

Vacina

A CoronaVac é uma das vacinas contra o novo coronavírus (covid-19) em fase mais adiantada de testes. Ela já está na terceira etapa, chamada clínica, de testagem em humanos. O laboratório chinês já realizou testes do produto em cerca de mil voluntários na China, nas fases 1 e 2. Antes, o modelo experimental aplicado em macacos apresentou resultados expressivos em termos de resposta imune contra as proteínas do vírus.

A vacina é inativada, ou seja, contém apenas fragmentos do vírus inativos. Com a aplicação da dose, o sistema imunológico passaria a produzir anticorpos contra o agente causador da covid-19. No teste, metade das pessoas receberão a vacina e metade receberá placebo, substância inócua. Os voluntários não saberão que vacina receberão.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Com tecnologia barata, cientistas visualizam replicação de Covid-19 se em célula

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Coronavírus 3D
Luana Nunes Santos/Unicamp

Tecnologia usa sonda que torna possível visualizar as substâncias virais por meio de luz fluorescente


Com tecnologia mais barata, pesquisadores brasileiros conseguiram encontrar maneira de visualizar o novo coronavírus , causador da Covid-19 , dentro de células. Com tecnologia que tridimensiona o vírus, é possível demarcar o comportamento do vírus na infecção.


Os cientistas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) puderam ver o material genético do novo coronavírus através da tecnologia FISH (fluorescent in situ hybridization), que torna os componentes celulares híbridos por tecnologia de fluorescência.

A tecnologia FISH é usada para identificar o aumento de carga viral em células infectadas. É o que explica o líder da pesquisa que “descobriu” esta maneira de visualizar a novo coronavírus em ação, o professor Henrique Marques-Souza.

A FISH usa uma sonda que torna possível visualizar as substâncias virais por meio de luz fluorescente.

Ele explica ainda que, contudo, que a FISH não é capaz de identificar se o vírus está dentro da célula ou em o local em que está. “Conseguir visualizar o vírus dentro da célula é algo muito valioso para a compreensão da infecção”, afirmou o professor ao Portal G1.

Desta maneira, os pesquisadores esperam conseguir avançar os entendimentos acerca do vírus. O protocolo está à cargo da cientista Luana Nunes Santos, pós-doutoranda da universidade.

O professor Marques-Souza explica que a tecnologia utilizada é mais barata que outras capazes de identificar o vírus, como a microscopia eletrônica de transmissão (MET) ou imunocitoquímica (ICQ).

Ele explica que é preciso ter microscópios especiais na MET, e que resultados são revelados entre 7 a 10 dias. A ICQ é considerada por ele como uma tecnologia “relativamente simples”, que funciona com o uso de anticorpos ligados ao vírus.

“No entanto, os insumos são caros e demoram muito para chegar por conta da alta demanda mundial provocada pela pandemia”, justifica o professor.

Com a FISH, foi possível identificar que a duplicação do vírus acontece próximo ao núcleo celular. Por isso, foi possível constatar que o novo coronavírus se instala em um local específico.

Desta maneira, será possível fazer comparações com o comportamento de infecção do vírus com a de outros, como a Influenza.

Fonte: IG SAÚDE

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