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Polícia Civil cumpre mandados de prisão contra investigados por sequestro e extorsão de prefeito

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu nesta sexta-feira (31.07) três mandados de prisão contra alvos investigados em inquérito que apura os crimes de sequestro e extorsão praticados contra o prefeito do município de Colniza (1.065 km a noroeste de Cuiabá).

Um dos alvos foi preso na zona rural do município de Novo Mundo, na região norte do estado. As outras ordens judiciais foram cumpridas contra pessoas que já estão presas por outros crimes, em unidades do Sistema Penitenciário estadual em Lucas do Rio Verde e em Cuiabá.

A ação para cumprimento dos mandados contou com apoio das regionais da Polícia Civil em Nova Mutum e Guarantã do Norte e da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO).

O delegado regional de Juína, Carlos Francisco de Morais, destaca o empenho da equipe de Colniza para investigação e esclarecimento do crime e a integração das unidades da Polícia Civil para o cumprimento dos mandados.

Investigação

Em abril deste ano, o prefeito de Colniza, Celso Leite Garcia, 50 anos, procurou a Polícia Civil relatando que no dia 17 daquele mês, por volta das 18h, foi abordado quando chegava a sua residência. Um veículo modelo Ônix parou na frente da casa e dois homens desceram do carro e o renderam. Armado com uma pistola, um dos homens pediu que a vítima dirigisse para fora da cidade, sendo acompanhado pelo Ônix. No trajeto, o homem que estava com o prefeito no carro ligou para uma terceira pessoa perguntando o que era para fazer com a vítima. A pessoa ao telefone, que foi identificada nas investigações como a mandante do crime, disse que o prefeito deveria pagar um valor e que estava no cargo somente em virtude da morte do gestor anterior, ocorrida em 2017.

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Após esse contato, a vítima foi levada a uma chácara fora da cidade, onde os dois suspeitos esconderam os carros e continuaram cobrando dinheiro do prefeito e insinuando que poderiam matá-lo. A vítima relatou ainda que ficou com os suspeitos por aproximadamente três horas e disse que pagaria o que eles pediram, mas que não conseguiria tudo de uma vez. Após o acordo, os dois homens liberaram o prefeito informando que enviariam uma conta para a transferência do dinheiro e o ameaçaram caso a promessa de pagamento não fosse cumprida ou fizesse denúncia.

Prisões

A partir das informações coletadas, a equipe da Polícia Civil de Colniza, coordenada pelo delegado Henrique Madureira Espíndola, iniciou a investigação e chegou à identificação dos executores e da mandante dos crimes, que está presa na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá. A mulher é indiciada em outro inquérito sobre o homicídio do ex-prefeito de Colniza, Esvandir Antônio Mendes, ocorrido em dezembro de 2017.

Um dos suspeitos presos nesta sexta-feira pela equipe da Polícia Civil de Guarantã do Norte foi localizado na zona rural de Novo Mundo, na região norte do estado.

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O outro suspeito teve o mandado de prisão cumprido no Centro de Detenção Provisória de Lucas do Rio Verde, onde já estava custodiado por outra ocorrência criminal quando foi preso com o carro Ônix utilizado no crime em Colniza.

Além dos mandados de prisão, a Polícia Civil de Colniza cumpriu também buscas na casa da mulher investigada como mandante do crime.

As investigações sobre os crimes praticados contra o atual prefeito de Colniza prosseguem para identificar se há o envolvimento de outras pessoas.

Homicídio de Esvandir Mendes

O ex-prefeito de Colniza, Esvandir Mendes, conduzia uma Toyota SW4 preta quando foi interceptado por dois criminosos em um veículo SUV preto, a cerca de sete quilômetros da entrada da cidade. O veículo dos criminosos foi ao encontro da caminhonete, momento que foram efetuados vários disparos contra Esvandir, que ainda conseguiu dirigir, mas, acabou morrendo dentro do veículo. Outros dois disparos feriram o secretário municipal de Finanças que estava no mesmo veículo. O fato ocorreu por volta das 18h40 do dia 15 de dezembro de 2017.

Cinco pessoas foram indiciadas por envolvimento na morte do ex-prefeito, sendo uma delas a mulher que teve o mandado de prisão cumprido nesta sexta-feira.

Fonte: PJC MT

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PRF faz apreensão de 9,1 kg de pasta base em Cáceres-MT

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Droga tinha como destino a cidade de Várzea Grande -MT

Em Cáceres, na quarta-feira (12), nas imediações do KM 656 da BR 070, às 20h00, foi abordado o ônibus, que fazia a linha de Porto Velho/RO à Cuiabá/MT.
Durante a fiscalização, no interior do veículo, a equipe conversou com um dos passageiros o qual relatou que vinha de Mirassol D’oeste/MT e iria até Várzea Grande.

Questionado se trazia bagagens consigo, relatou que apenas no bagageiro. Durante a fiscalização no compartimento de bagagem, a equipe GOC (grupo de operações com cães) utilizou o auxílio do cão farejador “K9 Rango”, para uma busca preliminar de alguma substância entorpecente, o qual constatou que havia uma mala suspeita de portar substância ilícita, esta, posteriormente, foi confirmada pertencer ao referido abordado, conforme confirmação do canhoto de bagagem com a etiqueta afixada na bolsa.

Logo após, a equipe PRF chamou o proprietário para reconhecer a bagagem. Já do lado de fora do veículo, ele admitiu que a mala encontrada era de sua propriedade e possuindo em seu bolso uma chave que abriu o cadeado que a trancava.

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Durante buscas no interior da bolsa de viagem, foram encontrados 9 tabletes de substância análoga à pasta base de cocaína. Questionado onde pegou e onde entregaria o produto, respondeu que recebeu em sua casa em Mirassol D’oeste/MT e entregaria em Várzea Grande. O autor relatou que receberia uma quantia em dinheiro para o transporte.

Foi dada, então, voz de prisão pelo crime de tráfico de drogas e encaminhado ileso a Delegacia da Polícia Civil de Cáceres/MT para os procedimentos cabíveis.

SECOM PRF MT
e-mail: [email protected]
Instagram: @prf_mt

Fonte: PRF MT

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Deputados aprovam mudança nas regras de aposentadoria dos servidores públicos

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Após análise por seis meses, e oito emendas, novas regras passam a valer com a promulgação

Lorena Bruschi | Secom-MT

Parlamentares aprovaram na tarde desta quarta-feira (12.08) a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 06/2020, que prevê mudanças nas regras das aposentadorias dos servidores públicos estaduais. Por 16 votos a 8 votos, o novo texto passará a valer após a promulgação.

Após seis meses de análise pela Casa de Leis, a proposta recebeu 112 emendas, das quais oito foram aprovadas pela Comissao de Constituicao e Justiça da Casa, e uma emenda aprovada após ir a detaque.

Para o deputado Faissal Calil, a proposta foi amplamente discutida. “A reforma deve ser para todos. Acho que é um remédio amargo, mas cada um tem que se doar um pouco nesse momento, sabemos que as contas não batem e trabalhamos de forma árdua junto com o governo”, afirma, sobre o diálogo para a formulação das emendas.

Emendas

Foi aprovada a emenda nº 75, que determina que o cálculo para a aposentadoria dos servidores leva em consideração a média aritmética simples das 80% maiores remunerações da vida funcional, alterando o texto original que previa a média simples de 100%.

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Os servidores da Polícia Civil, agentes socioeducativos e penitenciários se aposentam com o total da última remuneração, e com a idade mínima de 50 anos, para ambos os sexos. Conforme a emenda nº 36, para a aposentadoria, essas categorias deverão ter 30 anos de carreira, sendo 20 em atividade de segurança para os homens, e 25 anos de trabalho, sendo 15 na segurança, se for mulher.

Já a emenda nº 103, prevê que os ocupantes dos cargos das carreiras da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec-MT) que tenham ingressado na respectiva carreira até a data da entrada em vigor da reforma, poderão se aposentar como profissionais da segurança, com direito a integralidade (aposentar com o valor do último salário), e a paridade (que significa receber os reajustes salariais equivalentes aos dos servidores ativos).

O servidor público estadual com deficiência que tenha ingressado no serviço público em cargo efetivo até 31 de dezembro de 2003, com o valor da sua aposentadoria integral, com base na última remuneração, e também receberá o reajuste anual, o que torna o benefício paritário. A regra foi inserida pela emenda nº 16.

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Qualquer servidor público que eventualmente trocar de cargo público, por aprovação em novo concurso, não terá quebra de vínculo com o serviço, desde que o prazo entre a exoneração do cargo anterior e a posse no novo cargo não exceda 30 dias.

Os membros do Poder Judiciário e do Ministério Público, que ingressaram na respectiva carreira até 16 de dezembro de 1998, poderão se aposentar aos 53 anos, com 35 anos de trabalho se homem, e 48 anos, com 30 de trabalho se for mulher.

Atualizada em 13/08/2020.

Fonte: PJC MT

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