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Deputados cobram a conclusão das obras do Hospital São Thomé, em Cuiabá

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

Abando total. Os deputados Elizeu Nascimento (DC) e Ulysses Moraes (PSL) encontraram ruínas durante uma fiscalização, na última quarta-feira (13/07), do prédio onde funcionava o Hospital São Thomé. O local se tornou ponto de usuários de drogas e esconderijo para criminosos, além da sujeira que coloca a saúde da população da região em risco.

“Estamos buscando a verdade, assim como fizemos anteriormente quando encontramos os respiradores guardados, enquanto a população sofre esperando um leito de UTI. O trabalho que estamos realizando é para que a população possa saber para onde está indo o dinheiro público”, destacou deputado Elizeu Nascimento.

A fiscalização foi registrada através de lives, deixando nítido o descaso do poder público. O prédio foi tomado por moradores de rua que fazem as suas camas com papelões e fogão com tijolo no interior do prédio.  A antiga piscina, ao invés de água, hoje é preenchida por lixo. “Se não bastasse o perigo à saúde, o local também passou a ser frequentado por drogados e criminosos. A população não aguenta mais o abando e o descaso. São 15 anos de abandono”, frisou o parlamentar.

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O prédio foi comprado pelo governo do estado de Mato Grosso em 2004, após o Hospital São Tomé falir. No local, segundo o Executivo, a intenção era abrir uma pediatria, o que nunca aconteceu.

Mais de 10 anos depois, o então governador Pedro Taques (PSDB) estudava entregar o local ao grupo Shriners, dos grãos mestres da Maçonaria, para que se tornasse um hospital filantrópico. Em 2017, o grupo apresentou uma proposta para que o extinto São Tomé se tornasse uma unidade especializada de ortopedia infantil. Taques e a sua equipe se mostraram favoráveis, faltando apenas uma questão de formalização burocrática.

Desde então, já se passaram dois anos desde que o governo anunciou a reativação do prédio por parceria filantrópica, mas a proposta não saiu do papel. O motivo nunca foi informado. A “herança” ficou nas mãos do governador Mauro Mendes (DEM).

“Esse é um local onde caberia vários leitos de UTIs. O dinheiro que vai ser gasto para montar um hospital de triagem na Arena Pantanal poderia ser investido nessa estrutura. O governo de Mato Grosso recebeu R$ 471,46 milhões para o combate e enfretamento à pandemia causada pela Covid- 19. As informações estão publicadas no site da Presidência da República – Secretaria de Governo Secretaria Especial de Assuntos Federativos. Cadê esse dinheiro”, questionou Nascimento.

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Fonte: ALMT

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ALMT, Sema e Sinfra definem ações emergenciais para ‘salvar’ Baía de Chacororé

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Comissão de Meio Ambiente realizou reunião extraordinária para debater possíveis soluções

Foto: Ronaldo Mazza

O presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Carlos Avallone (PSDB), conduziu na manhã desta segunda-feira (18) reunião extraordinária na qual foram debatidas possíveis soluções para amenizar a seca que ameaça a Baía de Chacororé, no Pantanal mato-grossense, um dos principais criadouros naturais da fauna ictiológica do bioma. 

Também participaram os deputados estaduais Sílvio Fávero (PSL), Allan Kardec (PDT) e Lúdio Cabral (PT) – este último por meio da tecnologia de videoconferência.  

À distância, ainda tomaram parte na reunião o secretário estadual de Meio Ambiente (Sema) em exercício, Alex Marega – que substitui a titular Mauren Lazzaretti durante o período de férias -, a técnica Najla Braz Nassarden, que representou a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra), e o engenheiro Rubem Mauro Palma de Moura, assessor especial da Comissão de Meio Ambiente da ALMT. 

Intervenções emergenciais – Conforme havia sido constatado in loco em visita técnica da comissão à região da Baía de Chacororé na sexta-feira passada (15), serão necessárias imediatamente diversas intervenções de engenharia para restabelecer o fluxo hídrico e elevar o nível de água. 

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Foram identificados as pontes a serem reformadas e os principais corixos (canais que ligam as águas de baías, lagoas, alagados etc com os rios próximos) que precisam ser desobstruídos, além da limpeza e recuperação desses locais.  

Também foram listados problemas como o baixo nível da entrada da água na baía no início do rio Chacororé, além de desmatamento em áreas de proteção, barragens construídas no leito do curso d’água e outros crimes ambientais, feito a prática de pescadores predatórios que rompem uma estrutura de barramento existente na baía a fim de facilitar a captura de peixes. 

Para a realização das obras emergenciais – que serão detalhadas em relatório da Sinfra em conclusão ainda esta semana -, causa grande preocupação o fato de que várias delas devem ser feitas dentro de propriedades privadas, o que pode dificultar a execução. 

Por isso, adiantou o deputado Carlos Avallone, a Comissão de Meio Ambiente da ALMT irá buscar a parceria do Ministério Público Estadual e do Poder Judiciário, a fim de remover eventuais entraves às necessárias intervenções de engenharia.

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Fonte: ALMT

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Nova lei garante lavatórios em espaços públicos

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Lei de Botelho determina lavatórios em espaços públicos

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM) defendeu e o governo do estado sancionou a Lei 11.292/21, na última semana, que determina a instalação de lavatórios públicos e toalhas descartáveis ou secador de mãos nas áreas com grande circulação de pessoas. Esta é mais uma ação de Botelho para conter o avanço do coronavírus em Mato Grosso, além de outros micro-organismos causadores de doenças.

“Queremos reforçar a proteção dos cidadãos no momento de pandemia da Covid-19, doença que avança a cada dia em nosso estado, e também tornar essa medida uma rotina na vida das pessoas”, destaca o parlamentar, que também pede cautela sobre a decisão de retorno das aulas presenciais, diante do cenário preocupante por que passa o sistema público de saúde, que registra dados alarmantes sobre a Covid-19. Ele também é autor da lei que regulamenta o uso da telemedicina durante a pandemia.

Dessa forma, os lavatórios deverão ser equipados com lixeiras devidamente adequadas para o descarte de máscaras e luvas, bem como respeitar a acessibilidade de pessoas com deficiência. Serão econômicos e equipados com torneiras de acionamento com o pé e botão temporizador ou sensor de presença, evitando o desperdício.

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Botelho defende o trabalho em conjunto para execução dessa proposta entre o governo do estado, prefeituras e comerciantes locais. Podendo contar, ainda, com campanhas de incentivo feitas pelos órgãos de saúde e educação, mostrando a importância da higienização frequente, inclusive, aos moradores de rua.

“Queremos transformar o simples ato de lavar as mãos em uma ação cultural permanente, instalando lavatórios nos pontos de maior movimento de pessoas, já que a higienização e o uso de máscara são as principais medidas de prevenção ao coronavírus”.

Durante a aprovação do projeto que virou lei, Botelho citou a informação da Unicef que garante que lavar as mãos com água e sabão pode reduzir as mortes de até 41% dos recém-nascidos. Daí a importância da nova lei, que ajudará a reduzir, consideravelmente, internações e doenças transmitidas por vírus e bactérias, conforme órgãos de saúde.

Fonte: ALMT

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