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Saúde

Município do Rio inaugura consulta médica por videoconferência

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A prefeitura do Rio de Janeiro inaugurou hoje (13) o Telessaúde Rio, uma central com médicos no atendimento virtual aos pacientes da rede municipal de saúde. Os pacientes devem fazer o agendamento online e as consultas serão por videoconferência. O objetivo é ajudar pacientes que tiveram seu acompanhamento médico regular afetado pelo isolamento social, por conta da pandemia do novo coronavírus.

“A consulta presencial é um momento único e jamais será substituída pela ligação telefônica. Porém, o acompanhamento em momentos difíceis, como o de pandemia, isso sim, pode ser feito. Vinte médicos estão hoje aqui inaugurando esse trabalho que tenho certeza vai ajudar muito. O afastamento social diminuiu o grau de infecção [pelo novo coronavírus], mas aumentou a gravidade dos pacientes crônicos que deixaram de fazer exame e o acompanhamento”, disse Crivella, durante o lançamento do serviço, no Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro.

Voltado para a atenção primária, esse tipo de atendimento é justamente o que mais precisa de qualificação diante da pandemia, informou a secretária municipal de Saúde, Beatriz Busch

“São 89 médicos já contratados e que atenderão em turnos. Temos capacidade para fazer 10,5 mil consultas por mês, nas quais o paciente pode conversar com o médico e tem a oportunidade de rever sua receita, verificar suas prescrições e até de receber no seu celular a prescrição para retirada da medicação em farmácias públicas e privadas por meio de QR Code”, disse a secretária.

O Telessaúde Rio começou a funcionar nesta segunda-feira w contará com até 20 médicos especialistas em medicina de família e comunidade por turno. O serviço funcionará de segunda-feira a sábado, das 8h às 20h. Os médicos trabalharão em um espaço integrado à Central Municipal de Regulação, em turnos de seis horas.

Como acessar o Telessaúde Rio

Para ter acesso ao serviço, o usuário deve realizar o cadastro no portal Identidade Carioca, portal de serviços da prefeitura, e ter um computador ou celular com acesso à internet.

As consultas serão agendadas pelo site da prefeitura do Rio. Na data e horário marcados, o usuário fará o contato com o médico por meio da plataforma disponível no site.

O objetivo é que o serviço ultrapasse a média de 1,3 mil consultas semanais, com possibilidade de emissão de receitas, laudos e solicitações de exames, todos com certificação digital, garantindo a segurança dos pacientes.

Segundo a prefeitura, o padrão da assistência virtual seguirá recomendações e protocolos do Conselho Federal de Medicina e do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Senai ensina indústrias a produzirem EPI contra novo coronavírus

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Com suas rotinas afetadas pela pandemia de covid-19, 600 indústrias nacionais se candidataram e foram selecionadas para aprender a produzir equipamentos de proteção individual (EPI) contra o novo coronavírus. A consultoria ocorre em um treinamento online, oferecido pelo Edital de Inovação do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

Na semana passada, o Senai anunciou 350 empresas na segunda chamada do projeto, que vai ensinar especificações técnicas e normas que garantam a eficácia de produtos como máscaras, álcool em gel e aventais hospitalares. Elas se juntam às 250 que já haviam sido treinadas a partir da primeira chamada, realizada em junho. Entre as novas selecionadas, há indústrias de 20 estados, e 280 são empresas de micro ou pequeno porte.

O diretor-geral do Senai, Rafael Lucchesi, conta que empresas de setores com processos produtivos próximos compõem grande parte das selecionadas, como indústrias têxteis e de confecção, que têm maior facilidade de se preparar para produzir máscaras, por exemplo.

“No caso do álcool em gel, que é um dos itens importantes, temos situações interessantes, como uma empresa que produzia aguardente, uma cachaçaria, que viu uma oportunidade e até um apelo. Havia um problema claro de abastecimento, e eles tiveram papel decisivo”, disse o diretor do Senai, que se referiu à cachaçaria Jiboia, do Acre, uma das participantes da primeira etapa.

O treinamento online terá oito horas de duração, em que os consultores ajudam na elaboração de um plano de ação, orientam sobre exigências regulatórias e ensinam a adequação do novo processo produtivo às instalações industriais já existentes.

A maioria das empresas selecionadas, 189 das 350, deve produzir máscaras de uso comum, e 33 ofertarão máscaras cirúrgicas. Também estão previstas consultorias para a produção de escudos faciais de acetato em 21 empresas, e de álcool em gel, em sete.

Lucchesi acredita que a pandemia de covid-19 mudou a percepção internacional sobre a prioridade de garantir uma oferta local de itens, como máscaras e respiradores. “O mundo tende a não ficar refém de um item crítico na agenda sanitária, como um fármaco ou respirador. Vai haver uma preocupação maior de ter uma segurança doméstica na agenda sanitária”.

Apesar da busca por reduzir a dependência de importações, o diretor do Senai avalia que a discussão sobre a eficiência produtiva se mantém. “É uma questão de soberania, e é uma questão de gerar empregos e gerar melhores empregos. Nenhum país se desenvolveu sem apostar em indústrias”.

Ao mesmo tempo, ele avalia que a produção de EPI pôde oferecer um alento a algumas empresas de setores mais atingidos, como o de confecções. “A reconversão produtiva ajudou muitos empresários a se manterem ativos, e, com isso, salvar a empresa e empregos”.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Saúde

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Número de mortes por covid-19 cai 7% em uma semana

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O número de novos óbitos pela covid-19 na 31ª semana epidemiológica (última semana de julho) foi de 7.114, uma redução de 7% na comparação com a semana anterior (7.677), mesmo após o recorde de mortes do dia 29 de julho, que registrou 1.595 casos. É a primeira vez desde o final de junho que o número semanal de óbitos cai no país, segundo balanço epidemiológico apresentado pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (5).

“O Brasil, que vinha durante cinco ou semanas epidemiológicas em um número estável, embora muito alto, teve uma queda entre a 30ª e a 31ª semana epidemiológica”, afirmou secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros. Com isso, na comparação mundial, os Estados Unidos, que chegaram a experimentar uma forte queda no número de mortes pela doença, voltaram a registrar números crescentes e ultrapassaram o Brasil na última semana, em número de óbitos, com 7.768 novos casos, de acordo com os números da pasta.

Apesar da redução, o Brasil está há mais de dois meses em um patamar acima de 7 mil mortes por semana, em decorrência da covid-19. Ao todo, já são 97,2 mil óbitos e um total de 2,85 milhões de infecções registradas no país desde o início da pandemia. 

Evolução de casos

De acordo com o Ministério da Saúde, a covid-19 segue se desenvolvendo de forma diferente em cada estado. O número de novos casos da doença vem apresentando redução em 11 unidades da federação: Roraima (-17%), Amapá (-9%), Pará (-26%), Acre (-13%), Rondônia (-39%), Mato Grosso do Sul (-6%), Rio Grande do Sul (-8%), Rio de Janeiro (-48%), Bahia (-14%) e Paraíba (-12%). 

Há oito estados onde o número de novos casos apresenta um resultado estável: Amazonas, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, Paraná, Piauí e Ceará. Já em outros oito estados, houve aumento no número de casos: Santa Catarina (39%), São Paulo (8%), Espírito Santo (12%), Sergipe (22%), Alagoas (21%), Rio Grande do Norte (33%), Tocantins (19%) e Maranhão (7%). 

Evolução de óbitos   

A maioria dos estados apresentou redução no número de novos óbitos por covid-19 na última semana. Segundo o balanço do Ministério da Saúde, houve queda de óbitos em Roraima (-9%), Amazonas (-16%), Amapá (-71%), Pará (-71%), Rondônia (-43%), Maranhão (-40%), Piauí (-13%), Ceará (-27%), Paraíba (-20%), Pernambuco (-20%), Alagoas (-10%), Sergipe(-24%), Rio de Janeiro (-16%), São Paulo (-8%) e Paraná (-7%).

Em Goiás, Tocantins, Minas Gerais e Espírito Santo, o número de novos óbitos na última semana permaneceu em situação estável na comparação com a semana anterior. Já o aumento do registro de novas mortes foi verificado em oito Unidades da Federação: Acre (100%), Mato Grosso (8%), Mato Grosso do Sul (28%), Bahia (9%), Rio Grande do Norte (107%), Santa Catarina (26%) e Rio Grande do Sul (21%).

Veja entrevista online na íntegra

Edição: Liliane Farias

Fonte: EBC Saúde

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