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Universidades desenvolvem apoio a diagnóstico de covid-19 com raio-x

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Três universidades do Paraná desenvolveram um método de apoio a diagnósticos de causas de pneumonia empregando inteligência artificial em procedimentos utilizando raio-x. O método pode auxiliar na detecção de covid-19. Até o momento, os pesquisadores conseguiram taxa de assertividade de 90% de detecção da doença.

A investigação está sendo desenvolvida por um grupo de pesquisadores de três instituições: Pontifícia Universidade Católica (PUC-PR), Universidade Estadual e Maringá (UEM) e Universidade Federal Tecnológica do estado (UTFPR).

Atualmente, exames de tomografias já são adotados como forma de identificar indícios do que pode ser uma complicação no pulmão em decorrência da infecção pelo novo coronavírus. Este tipo de procedimento contribui para a análise clínica que já é admitida como forma de confirmação de casos em mudanças recentes divulgadas pelo Ministério da Saúde.

A diferença do sistema desenvolvido pelos pesquisadores paranaenses é o auxílio de análises realizadas por meio de inteligência artificial para realizar a avaliação do que causou uma pneumonia a partir de raios-x da região do tórax. Dentre as motivações, a tecnologia identificou os casos de covid-19 com taxa de acerto de 90%.

Rodolfo Pereira, idealizador da pesquisa e estudante do Programa de Pós-Graduação em Informática da PUC-PR, explica que a solução foi pensada a partir da demanda de encontrar formas de diagnosticar a covid-19, mas que pode também servir para indicar o quadro relacionado a uma pneumonia e subsidiar a indicação de tratamento pelos médicos.

Ele destaca que o sistema não é uma forma autônoma de diagnóstico, mas um recurso de apoio que pode ser útil uma vez que parte de imagens de raio-x e dispensa o uso de um tomógrafo. “A gente acredite que o sistema não é 100% seguro. Mas a questão é que a máquina de raio-x é presente em muitos postos de atendimento, inclusive em cidades do interior”, salienta.

“Em um cenário mais caótico, um sistema como este poderia ser útil em um momento de primeira triagem. Ou do pessoal que está no interior e precisa ser encaminhado para outros locais para ter diagnóstico mais apropriado. Tomografia é exame mais caro, mais custoso e talvez demore mais”, complementa o professor do Programa de Pós-Graduação em Informática da PUC-PR Carlos Silla, orientador da pesquisa.

Agora as equipes pretendem apresentar o projeto à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) com vistas a firmar parcerias com hospitais. Isso porque o sistema melhora na medida em que se analisam mais imagens. Até o momento, ele avaliou 1.144 imagens de pneumonias. Mas com o aumento da base de dados a taxa de acerto também pode ser ampliada.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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Morre professora da Barra do Bugre vítima de coronavírus

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Uma professora da educação infantil de Barra do Bugres, morreu nessa quarta-feira (5) vítima do coronavírus (Covid-19).

Em nota, o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público (Sintep) lamentou o falecimento de Luzia Alves dos Santos. Professora da educação infantil na Escola 7 de Setembro, no Distrito de Assari, em Barra do Bugres, foi mais uma das vítimas da covid-19.

A professora Luzia Alves, Sula como era conhecida, tinha 51 anos de idade e mais de 25 anos na docência tanto no município e estado.

Ela estava em tratamento da Covid-19, há duas semanas, em Barra do Bugres. Porém, com o agravamento do quadro foi transferida para um leito de UTI em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá.

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Covid-19 usa enzima enganar sistema imunológico, diz estudo

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Representação do coronavírus
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Representação do coronavírus

Um estudo publicado, nesta sexta-feira (24), pela “Nature Communications” mostra que, com ajuda de uma enzima importante, o novo coronavírus (Sars-coV-2) consegue alterar-se geneticamente e não ser rastreado como um invasor.

A descoberta do mecanismo usado pelo coronavírus para não ser reconhecido pode ajudar no desenvolvimento de novos tratamento contra a Covid-19 , dizem os autores da pesquisa.

De acordo com Yogesh Gupta, principal pesquisador pelo Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Texas em San Antonio (UT Health San Antonio), eles analisaram a estrutura da enzima nsp16, que o vírus produz para modificar o seu RNA mensageiro.

“É uma camuflagem”, disse Gupta. “Por causa das modificações, que enganam a célula, o RNA mensageiro do vírus é considerado parte do código da célula, não um estranho”, explicou.

Os cientistas acreditam que desvendar a estrutura em três dimensões da nsp16 pode ajudar na produção de medicamentos, já que outras moléculas pequenas já foram encontradas pela ciência e conseguiram inibir a ação da enzima. Desta forma, o sistema imunológico atacaria diretamente o coronavírus invasor. Com informações do G1 .

Fonte: IG SAÚDE

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