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Confira o calendário para saque em dinheiro do auxílio emergencial

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Quem prefere sacar o dinheiro do auxílio emergencial de R$ 600 terá que acompanhar um calendário que começa no próximo dia 18 de julho, para nascidos em janeiro, e vai até 19 de setembro, para nascidos em dezembro. Os detalhes foram anunciados pelo vice-presidente da Rede de Varejo da Caixa Econômica Federal, Paulo Henrique Angelo Souza, durante coletiva virtual transmitida nas redes sociais do banco estatal. 

Esse calendário para saque em dinheiro vale para cerca de 45 milhões de beneficiários do programa que se inscreveram pelo site ou pelo aplicativo e aqueles que estão inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico) do governo federal. Quem é beneficiário do Bolsa Família receberá as novas parcelas do auxílio emergencial pelo calendário próprio do programa de combate à miséria. Para quem usa o aplicativo Caixa TEM para transações digitais, que permite o pagamento de contas e compras online, o dinheiro poderá ser movimentado antes do calendário anunciado para saque em dinheiro.  

De acordo com a Caixa, os beneficiários do auxílio emergencial estão divididos em quatro lotes. O lote 1 é composto pelas primeiras pessoas que tiveram o cadastro aprovado, no total de 31 milhões, e que receberam a primeira parcela em abril. Essas pessoas já estão começando a receber a terceira parcela. O lote 2 é formado 8,7 milhões de beneficiários que receberam a primeira parcela em maio e estão agora recebendo a segunda parcela. Quem recebeu a primeira parcela do auxílio no início de junho faz parte do lote 3 (5,2 milhões de pessoas), enquanto quem recebeu no final de junho compõe o lote 4 (cera de 1 milhão de pessoas).

Confira no quadro a seguir o calendário de pagamento de cada lote, de acordo com o mês de nascimento:

Calendário para saque em dinheiro do auxílio emergencial Calendário para saque em dinheiro do auxílio emergencial

Calendário para saque em dinheiro do auxílio emergencial – Divulgação/Caixa

Números do Auxílio Emergencial

Até agora, segundo a Caixa, o auxílio emergencial já foi pago a 65,2 milhões de pessoas. Desse total, 19,2 milhões são inscritos no Bolsa Família, outros 10,5 milhões fazem parte do CadÚnico e um total de 35,5 milhões foram as pessoas que se inscreveram diretamente pelo site ou pelo aplicativo, e compõem o grande contingente de trabalhadores informais que estavam fora de qualquer base de dados do governo.

Para o pagamento do benefício, já foram desembolsados R$ 121,1 bilhões. Ainda estão em análise cerca de 2,1 milhões de cadastros, que podem ter o auxílio aprovado ou não. 

Edição: Aline Leal

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Covid-19: “Custo com shopping pesa mais do que folha de pagamento”, diz lojista

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Shopping
Reprodução/Facebook

Reabrindo com diversas restrições, lojistas esperam recuperar perdas do tempo parado

Desde o início de junho, quando receberam autorização para retomar os trabalhos após as medidas de isolamento impostas pela pandemia da Covid-19, os lojistas de shoppings vêm enfrentando diversos tipos de problemas na cidade de São Paulo .

Mesmo com o avanço das quatro horas iniciais para seis  horas, o pouco tempo de abertura, o horário incompatível com o momento de maior fluxo de clientes e as altas cobranças do shopping, são dificuldades apontadas pelos lojistas que dificultam a recuperação do tombo financeiro sofrido durante a paralisação.

“Quando eu vejo as pessoas falando que os shoppings isentaram os alugueis, existe uma história mais completa por trás disso. No meu caso, o aluguel da loja representa 25% do custo total. E os outros 75%? Manter uma loja fechada ou faturando pouco é muito mais caro do que manter um time inteiro de pessoas. Hoje, o shopping tem muito mais peso do que uma folha de pagamento e ninguém sabe disso”, afirma Gina Canto, proprietária das lojas Piticas nos shoppings SP Market e Eldorado.

Piticas
Reprodução/Facebook

Segundo a proprietária da Piticas, loja só faturou 1% enquanto esteve fechada

“Nós tivemos uma grande ajuda com todas as reduções, mas também estava entrando zero de dinheiro. Com a loja fechada, nossas vendas atingiram cerca de 1% do que seria com ela aberta. Os lojistas, em geral, tiveram auxílio do governo e dos shoppings, mas foi em cerca de 30% das despesas. Os outros 70% foi tudo nosso. É inegável que foram feitos esforços, mas o nosso lado é mais pesado e mais difícil”, aponta Gina.

Tal análise é compartilhada por Paula Loretto, dona de uma franquia da Arezzo no Shopping Ibirapuera , na zona sul da capital paulista. Segundo ela, a reabertura ocorreu tão logo houve a autorização para tal, mas os números comprovaram a retomada tímida, após um mês de maio bastante complicado.

“Tudo está muito difícil. Na nossa loja , que é um porte GG dentro do grupo da Arezzo, eu vendi só 30% do que faturei no ano passado neste mesmo período até o dia 20 de julho. Está valendo a pena? Está, porque qualquer dinheiro que entra ajuda a pagar os custos, mas não está sendo fácil. Deu uma melhorada com o aumento das horas, mas ainda precisa crescer muito, senão a gente não vai sobreviver”, aponta.

No comparativo com o ano passado, a loja faturou cerca de 8% em maio e 12% em junho. Para piorar, a queda veio acompanhada do aumento dos custos , uma vez que as taxas, que envolvem aluguel, condomínio, ar condicionado, energia e fundo de propaganda, voltaram a subir quando o shopping foi reaberto: “se não abríssemos neste momento, ainda correríamos o risco de uma penalização, que é prevista em contrato. Porém, em meio à pandemia, tudo é uma questão de negociação”.

Muita conversa e flexibilização para o reinício

SP Market
Reprodução/SP Market

Segundo administração do SP Market, conversa próxima com os lojistas evitou conflitos na reabertura

Apesar de existirem, tais imposições foram deixadas de lado. Com o objetivo de garantir uma reabertura com o máximo de lojas em funcionamento, exatamente para atrair os clientes, as administradoras optaram pelo diálogo, tratando com os lojistas caso por caso, de acordo com a necessidade de cada um.

“As multas são contratuais e cada contrato pode ter uma, mas não são valores altos. A intenção, quando se tem uma multa para as lojas que não abrem, é servir como advertência, que se permanecer fechado por um prazo superior a 30 dias, o contrato pode ser encerrado. Porém, nós evitamos os conflitos com uma conversa bastante próxima. Não digo que não houve nenhum, mas foram poucos, o que possibilitou uma reabertura com 95% das lojas funcionando, o que considero uma das taxas nas significativas no ramo”, afirma Sylvio Carvalho, diretor do Shopping SP Market , na zona sul da cidade.

Segundo ele, o shopping batalhou para cortar a maioria dos custos que os lojistas pudessem ter maior tranquilidade na reabertura, negociando alugueis, reduzindo os custos condominiais e apoiando cada um de forma individualizada: “com isso, nosso nível de confronto foi zero, praticamente não tivemos que realizar notificações. Todos, se não estavam negociados, estavam tranquilos quanto ao retorno”.

Vice-presidente da Multiplan , administradora dos shoppings Morumbi , Vila Olímpia e Anália Franco em São Paulo, Vander Giordano ressalta a importância do contato próximo com os lojistas para um diálogo positivo. Segundo ele, muitos reconheceram a importância da ajuda financeira dada pela empresa e compreenderam que o momento pede um “esforço conjunto”.

“Ficamos cerca de 100 dias parados. Neste período, isentamos valores de aluguel , condomínio e fundo de promoção. Essa ajuda é fundamental porque, nesse ciclo produtivo do varejo, os lojistas são o elo mais prejudicado. Se não déssemos esse suporte, mesmo que a companhia não tenha tido ajuda do governo, poderia comprometer todo o ciclo. No fim, a adesão foi bastante positiva, até maior do que a gente imaginava”, relata Giordano.

“Sempre recomendo o diálogo para que se busque uma solução. Hoje, o lojista é o que está mais sofrido, sem juros acessíveis nos bancos, sem poder dar garantias, então depende muito do apoio dos shoppings. O momento pede bom senso e diz que é hora de juntar esforços, pois todos estão perdendo”, afirma Nabil Sahyoun, presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop).

Sem alimentação e horário ruim

Shopping
Pixabay

Lojistas temem que horário escolhido pela Prefeitura diminua movimento dos shoppings

A impossibilidade de reabertura das praças de alimentação, com restaurantes funcionando ‘take away’, ou seja, com os clientes liberados para consumir alimentos apenas fora dos shoppings, é visto como um problema.

A definição do horário também, já que a autorização de funcionamento por seis horas vai até às 22h ao invés de iniciar mais cedo, o que dificulta a retomada, e não só para o setor alimentício.

“Quem atua com alimentação reclama por não pegar almoço e janta. Financeiramente, fica complicado, porque é preciso colocar uma equipe para trabalhar e não se consegue aproveitar a plenitude da operação. Quem não é desse setor também critica, por não aproveitar o fluxo do almoço, que costuma ser melhor que o horário da janta em dias de semana. Ideal seria que o horário começasse mais cedo e pegasse os dois momentos”, aponta Sylvio.

Presidente da Halipar, holding de franquias de restaurantes como Griletto, Montana Grill e Croasonho, Ricardo José Alves diz “não entender” qual o raciocínio utilizado pela Prefeitura de São Paulo para estender o funcionamento até às 22h, o que considera um “horário ingrato para a área de alimentação”.

Halipar
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Apesar da reabertura, presidente da Halipar critica “horário ruim”

“Das nossas 400 lojas, 95% estão em shoppings. Para quem estava há 100 dias sem atividade, por mais que não seja o ideal, é um começo. Porém, ter apenas o jantar para trabalhar, é muito difícil. As pessoas focam nas compras no horário de almoço. Em épocas normais, é o momento que representa 70% do nosso faturamento. Seria muito mais interessante se começasse mais cedo, ao invés de aumentar para mais tarde”, afirma.

Sobre as dificuldades com o horário, Gina revela que percebeu, inclusive, variações de público de uma loja para outra. Segundo ela, o aumento da confiança do público nas medidas de saúde e segurança dos shoppings é o que tem feito diferença, elevando o seu faturamento em até 40%.

“Na primeira semana, a gente vendeu 8% da expectativa de venda, na segunda semana 17%, na terceira cai para 15%, na semana quatro sobe para 20% e na semana cinco, que é quando a gente começa a abrir 6h, a gente vai para 31%. Ou seja, da semana quatro, ainda com 4h de abertura, para a cinco, já com 6h, tivemos um aumento de 40% de vendas. O que agregou nem foram essas duas horas a mais exatamente, mas sim o aumento de movimento”, afirma.

Expectativa para o futuro

Movimento
Valter Campanato/Agência Brasil

Apesar de difícil, expectativa é que os shoppings consigam retomar o movimento de antes da pandemia

Com a capital paulista caminhando para a retomada da normalidade, os lojistas torcem para que a extensão do horário para um mínimo de 8h, como a própria ALSHOP define como a melhor alternativa, ocorra o mais breve possível. Pesquisas recentes mostram que, mesmo com 86% dos shoppings reabertos , sendo 170 apenas no estado de São Paulo, a procura do público registrou queda de 75% no comparativo com o mês de junho do ano passado .

“Com quatro horas de funcionamento, era impossível gerar um faturamento saudável. Trabalhamos com um prejuízo de 80% nos 15 dias em que tivemos isso. O shopping era um corpo humano completo que teve os braços arrancados. Não bastando isso, estabeleceram 20% de capacidade, o que deixou o corpo completamente dilacerado e com um prejuízo absurdo. Mesmo com as 6h, a expectativa é de um prejuízo de 60%”, afirma Sahyoun.

Já as administradoras veem com bons olhos a expansão e citam “maior dinâmica” e “novo fôlego” aos lojistas. Para Giordano, atuar apenas com um turno pode auxiliar na redução dos custos trabalhistas e dar maior chance de tudo voltar ao normal: “mesmo que de forma ainda cautelosa, os clientes estão voltando. Muitos comentam sobre as medidas de segurança aplicadas pela companhia e se surpreendem com isso. Então, é uma retomada lenta e gradual, mas segura e progressiva”.

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Quina acumulada: veja os números sorteados nesta quarta-feira

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Quina está acumulada
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Quina está acumulada

O concurso 5332 da Quina desta quarta-feira (5), tem um prêmio estimado em R$ 4,7 milhões. As dezenas sorteadas foram:

06 – 24 – 33 – 64 – 74

Segundo a  Caixa , ninguém acertou as cinco dezenas sorteadas. Com isso, o prêmio estimado para o sorteio de quinta (6) é de R$ 6 milhões.

Como apostar

Para apostar na Quina , o participante deve escolher de 5 a 15 números dentre os 80 disponíveis nas lotéricas credenciadas pela Caixa, ou no site especial de loterias do banco.

Ganham prêmios quem acerta de 2, 3, 4 ou 5 números. Além disso, a pessoa pode concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos consecutivos com a Teimosinha .

Segundo a Caixa , ninguém acertou as cinco dezenas sorteadas na última terça (4). Os números sorteados foram: 34 – 49 – 59 – 70 – 74.

A aposta mínima na Quina custa R$ 2,00. Os sorteios da Quina são realizados, normalmente, de segunda-feira a sábado, às 20h.

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