conecte-se conosco


Agronegócio

CAD Parecis dispõe de ferramentas que tornam possível a produção em solos arenosos

Avatar

Publicado


.

Defesa Agrícola

CAD Parecis dispõe de ferramentas que tornam possível a produção em solos arenosos

Resultados serão apresentados em live

09/07/2020

Uma das maiores dificuldades enfrentadas pelo agricultor é a produção em solos arenosos, mas essa realidade tem sido transformada através de estudos científicos aliados a técnicas adequadas realizados pelo Centro de Aprendizagem Difusão (CAD Parecis). Implantado há quatro safras, o projeto é uma parceria entre Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) e a Fundação Mato Grosso.

O CAD Parecis está localizado no município de Campo Novo do Parecis, numa área de 88 hectares com textura do solo variando entre 35% e 7% de argila, destinada a realizar pesquisas que auxiliem o produtor rural com áreas nessa condição. Conforme a gerente de Defesa Agrícola da Aprosoja, Jerusa Rech, os trabalhos são voltados ao manejo, uso e conservação do solo, dinâmica de nutrientes, sistemas de produção, correção do solo, uso de produtos biológicos, controle de pragas e doenças.

A gestora reforça que todo esse trabalho é feito em prol do produtor rural. “Os resultados propõem soluções para dificuldades encontradas no manejo de solos arenosos. Quem trabalha com essa qualidade de solo sabe das dificuldades e gargalos, e o CAD Parecis vem justamente propor soluções por meio desses estudos para orientar o produtor quanto a produção de grãos nessas condições de solo”, enfatizou Jerusa Rech.

Diretor técnico da Fundação Mato Grosso, Leandro Zancanaro, enaltece a parceria com a entidade e ressalta que obedecendo os critérios agronômicos, conceitos e pensando num sistema integrado de várias culturas, adequado a esse ambiente arenoso, é possível melhorar a estabilidade produtiva desse solo. “Realizamos esse trabalho desde 2016 e temos visto que conseguimos melhorar a condição biológica, melhorar a convivência com os nematoides e ter redução da degradação desses solos. Essa união potencializa as instituições, os produtores e esses ambientes mais frágeis, respeitando suas limitações, mostrando que o bom manejo consegue mais estabilidade, com maior produtividade ao produtor e melhor qualidade”, destacou.

Pesquisador da Fundação Mato Grosso, Táimon Semler, enfatiza que este é um trabalho de longo prazo, imparcial, que tem permitido discutir com muita clareza e sanar dúvidas recorrentes ao manejo de nutrientes, do sistema de produção em solo de textura média e arenosa. Táimon também pontua que os resultados gerados têm riqueza de informações produzidas ao logo de quatro anos de CAD Parecis. “Temos lá pesquisas relacionadas ao manejo de Nitrogênio, Fósforo, Potássio, Magnésio, Enxofre, Boro, Calagem, Correção do perfil, que hoje é muito discutida, uso de gesso, plantas de cobertura, os esquemas de rotação de culturas, trabalhos envolvendo entomologia e controle biológico”, detalhou o pesquisador.

LIVE – Para saber mais sobre o manejo adequado em solos arenosos, veja a segunda Live da Aprosoja que traz o tema: Resultados do CAD Parecis. O evento online contará com a participação dos pesquisados Leandro Zancanaro e Táimon Semler e será mediado pelo diretor administrativo da Aprosoja, Lucas Costa Beber.

A Live será realizada próxima quarta-feira (15.07), às 10h (horário de Mato Grosso), com transmissão online gratuita pelo canal do YouTube e na página do Facebook da Aprosoja. Participe enviando suas dúvidas para o Canal do Produtor até o dia 10/07, via WhatsApp pelos telefones (65) 3027-8100 ou (65) 99257-1521, ou ainda pelo e-mail: [email protected].

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

Comentários Facebook

Agronegócio

Publicada relação de produtos da agricultura familiar com bônus em agosto

Avatar

Publicado


.

 

Açaí – iStock/Mapa

A relação dos produtos do Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF) com direito ao desconto em agosto nas operações de crédito nas instituições financeiras já está disponível.  A lista com os produtos e os estados contemplados tem validade de 10 de agosto a 9 de setembro deste ano, conforme a Portaria nº 27, da Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Os produtos com bônus são: açaí, banana, borracha natural cultivada, cacau (amêndoa), cana-de-açúcar, castanha de caju, feijão caupi, maracujá, mel de abelha e raiz de mandioca.

Para os agricultores que têm operações de investimento sem um produto principal, que é a fonte de renda para pagamento do financiamento, há o bônus da cesta de produtos. Nesses casos, os descontos são calculados por meio de uma composição dos bônus do feijão, leite, mandioca e milho.

Os estados que integram a lista deste mês são: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Tocantins e Sergipe.

O recebimento de bônus do PGPAF ocorre quando o valor de mercado de algum dos produtos do programa fica abaixo do preço de referência, permitindo ao produtor utilizar o valor como desconto no pagamento ou amortização nas parcelas de financiamento no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Os descontos de todos os cultivos são calculados mensalmente pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e divulgados pelo Mapa.

Para mais informações entre em contato com a equipe técnica pelos endereços eletrônicos: [email protected] ou [email protected].

 

Informações à imprensa
Inez De Podestà
[email protected] 

Comentários Facebook
Continue lendo

Agronegócio

O Boletim do Suíno de julho está disponível em nosso site!

Avatar

Publicado


.

Cepea, 07/08/2020 – Nesta edição, confira:

 

Mercado em julho
Os valores do suíno vivo iniciaram um movimento de recuperação em todas as praças acompanhadas pelo Cepea em julho. As altas nas cotações foram intensificadas pela baixa oferta de animais em peso ideal para abate. Leia mais.

 

Preços e exportações
Após registrar recorde em maio, os embarques de carne suína in natura, atingiram, em julho, o segundo maior volume de toda a série histórica da Secex, iniciada em 1997. No último mês, o Brasil exportou 90,2 mil toneladas de carne suína, apenas 500 toneladas a menos do que em maio. Leia mais.

 

Relação de troca e insumos
Em julho, os preços do suíno vivo atingiram as máximas nominais da série do Cepea em todas as regiões acompanhadas – em algumas praças, os valores também registraram recordes reais. Assim, ao longo do mês, o poder de compra de produtores frente aos principais insumos da atividade, milho e farelo de soja, aumentou. Leia mais.

Carnes concorrentes
Assim como a carne suína, as duas principais substitutas, a bovina e de frango, se valorizaram em julho. No entanto, a forte elevação nos preços do suíno vivo, que tem impulsionado as cotações de todo o setor, fez com que a alta no valor da carcaça suína superasse a das concorrentes. Leia mais.

Fonte: CEPEA

Comentários Facebook
Continue lendo

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana