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Agrocientista traz resultados do estudo de híbridos de milho suscetíveis a nematoides

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Sustentabilidade

Agrocientista traz resultados do estudo de híbridos de milho suscetíveis a nematoides

Nesse lote foram coletadas 26 amostras de híbridos

02/07/2020

O resultado preliminar do estudo “Híbridos de Milho Suscetíveis a “Nematoides”, que faz parte dos projetos de pesquisa financiado pelo Programa Agrocientista da Associação dos produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), indica que para diminuir as perdas em soja nas áreas infestadas é recomendado que o produtor utilize na rotação ou sucessão com a soja, genótipos de milho resistentes ou, pelo menos, moderadamente resistentes ao Meloidogyne incógnita, Meloidogyne javanica e ao Pratylenchus brachyurus.

O coordenador da Comissão de Sustentabilidade da Aprosoja, Fernando Ferri, afirma que esse é mais um estudo importante financiado pelo Agrocientista que traz resultado para auxiliar o produtor rural. “Agora com os dados dos testes de multiplicação nematoides do milho em mãos, o produtor poderá avaliar qual híbrido poderá comprar para próxima safra que não vai deixar desiquilibrar seu sistema de plantio. Por isso investimos em pesquisas como esta que traz os principais materiais plantados no ano passado e esse trabalho vamos continuar fazendo. Preste muita atenção, produtor! E acompanhe se o material que está querendo comprar não é um multiplicador de nematoide”, alertou.

A pesquisa sobre o manejo de nematoides, observados a caracterização da reação de híbridos e de cultivares de milho, comumente utilizados em rotação com a soja em Mato Grosso, é desenvolvida pela Embrapa Soja, por meio dos pesquisadores Rafael Soares e Waldir Dias.

Nesta etapa foram coletadas em diversos municípios do Estado, 26 híbridos diferentes. “Os resultados mostraram que existem boas opções de milhos resistentes e moderadamente resistentes, principalmente ao Meloidogyne incógnita, Meloidogyne javanica e também ao Pratylenchus brachyurus, embora que para esses dois últimos as opções sejam menores devido a dificuldade de controle deles”, ressaltou o pesquisador Rafael Soares.

O pesquisador também orienta que, caso o produtor tenha áreas identificadas com ocorrência desses nematoides, é importante priorizar o uso desses milhos apontados no estudo nessas áreas.  “Essa é uma informação muito útil ao agricultor porque o manejo de nematoides não é fácil e deve ser feito através de um conjunto de medidas, entre elas o uso de cultivares resistentes e a rotação de culturas adequadas. Então usar um milho que multiplique menos nematoide no solo pode favorecer a soja semeada na sequência”, explanou.

Os nematoides de galha e das lesões radiculares estão espalhados pelos campos do Brasil, causando problemas nas lavouras de soja e prejuízos ao produtor rural. A pesquisa continua e já coletou mais 37 materiais de milho que estão sendo testados pela Embrapa Soja e devem ter os resultados divulgados nos próximos meses. “A pesquisa ainda está em andamento, mas já podemos adiantar esses resultados do primeiro lote de teste aos nematoides de galha e das lesões radiculares no milho”, frisou a gerente de Sustentabilidade da Aprosoja, Marlene Lima.

Ainda conforme a gerente, o Agrocientista acontece há mais de 10 anos e proporciona investimentos em projetos científicos que visam melhorar a produção e a produtividade de soja e milho, em Mato Grosso. “Ao longo desse tempo essa iniciativa trouxe vários resultados, favorecendo a aplicação de novas tecnologias, inovação, ajudando o produtor rural na tomada de decisão, proporcionando uma agricultura sempre alicerçada em pesquisa e sustentabilidade”, destacou Marlene.

Para conferir a tabela completa com os resultados do primeiro lote da pesquisa, clique aqui.

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Agronegócio

Publicada relação de produtos da agricultura familiar com bônus em agosto

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Açaí – iStock/Mapa

A relação dos produtos do Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF) com direito ao desconto em agosto nas operações de crédito nas instituições financeiras já está disponível.  A lista com os produtos e os estados contemplados tem validade de 10 de agosto a 9 de setembro deste ano, conforme a Portaria nº 27, da Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Os produtos com bônus são: açaí, banana, borracha natural cultivada, cacau (amêndoa), cana-de-açúcar, castanha de caju, feijão caupi, maracujá, mel de abelha e raiz de mandioca.

Para os agricultores que têm operações de investimento sem um produto principal, que é a fonte de renda para pagamento do financiamento, há o bônus da cesta de produtos. Nesses casos, os descontos são calculados por meio de uma composição dos bônus do feijão, leite, mandioca e milho.

Os estados que integram a lista deste mês são: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Tocantins e Sergipe.

O recebimento de bônus do PGPAF ocorre quando o valor de mercado de algum dos produtos do programa fica abaixo do preço de referência, permitindo ao produtor utilizar o valor como desconto no pagamento ou amortização nas parcelas de financiamento no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Os descontos de todos os cultivos são calculados mensalmente pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e divulgados pelo Mapa.

Para mais informações entre em contato com a equipe técnica pelos endereços eletrônicos: [email protected] ou [email protected].

 

Informações à imprensa
Inez De Podestà
[email protected] 

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Agronegócio

O Boletim do Suíno de julho está disponível em nosso site!

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Cepea, 07/08/2020 – Nesta edição, confira:

 

Mercado em julho
Os valores do suíno vivo iniciaram um movimento de recuperação em todas as praças acompanhadas pelo Cepea em julho. As altas nas cotações foram intensificadas pela baixa oferta de animais em peso ideal para abate. Leia mais.

 

Preços e exportações
Após registrar recorde em maio, os embarques de carne suína in natura, atingiram, em julho, o segundo maior volume de toda a série histórica da Secex, iniciada em 1997. No último mês, o Brasil exportou 90,2 mil toneladas de carne suína, apenas 500 toneladas a menos do que em maio. Leia mais.

 

Relação de troca e insumos
Em julho, os preços do suíno vivo atingiram as máximas nominais da série do Cepea em todas as regiões acompanhadas – em algumas praças, os valores também registraram recordes reais. Assim, ao longo do mês, o poder de compra de produtores frente aos principais insumos da atividade, milho e farelo de soja, aumentou. Leia mais.

Carnes concorrentes
Assim como a carne suína, as duas principais substitutas, a bovina e de frango, se valorizaram em julho. No entanto, a forte elevação nos preços do suíno vivo, que tem impulsionado as cotações de todo o setor, fez com que a alta no valor da carcaça suína superasse a das concorrentes. Leia mais.

Fonte: CEPEA

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